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17/03/18
SOBRE O CURSO Discutir os principais aspectos do...
Adriana de Melo Ramos
publicou no grupo Violência Institucional na Escola

Olá, pessoal!

Agora que já nos conhecemos melhor trocando experiências e dúvidas na Atividade 1, é hora de começar efetivamente os trabalhos!

Nesta segunda atividade, quero propor a leitura da reportagem abaixo, veiculada pela rádio CBN Campinas:

Aluna quebra porta de escola estadual com chutes e é presa em Campinas
A aluna chegou atrasada e foi impedida de entrar na sala de aula.
(Bargas Filho – CBN-Campinas)

Uberlândia de Souza, de 23 anos, aluna do segundo ano do ensino médio (supletivo noturno) da escola estadual Francisco Glicério, no centro de Campinas, recebeu voz de prisão depois de quebrar a chutes uma porta da escola. Ela foi autuada em flagrante por danos e mandada para a cadeia porque não tinha R$305,00 para pagar de fiança.

De acordo com a polícia, a aluna chegou atrasada na noite dessa terça-feira e como foi impedida de entrar, conforme prevê as normas da escola, ela teve uma crise nervosa e deu chutes até quebrar uma porta. Os funcionários da escola chamaram a polícia militar que deu voz de prisão a estudante. Ela foi levada para o primeiro distrito policial e autuada em flagrante por danos.

O delegado José Luis Rocha Soares, que não gravou entrevista, decretou fiança de R$305,00 como prevê o código penal, para que, se o valor fosse apresentado pela acusada, ela pudesse responder o processo em liberdade. Uberlândia, que é natural de Alagoas, disse que não tem familiares em Campinas e que não tinha dinheiro e por isso foi levada à cadeia pública de Indaiatuba.

A direção da escola não quis se pronunciar sobre o assunto, apenas confirmou que Uberlândia é aluna do curso supletivo noturno.

Escreva um comentário sobre esse fato. Você já vivenciou alguma situação semelhante a essa em seu percurso profissional? Acha que atitude da direção da escola foi correta? Participe!

Na próxima segunda-feira, dia 28, comento as respostas.
Um abraço e até lá!

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Comentários

Na minha opinião, chamar a polícia para conter a situação seria correto por se tratar de uma agressão ao patrimônio e, consequentemente essa aluna, num estado de crise nervosa, não atenderia aos gestores ou demais funcionários da escola. Creio que a escola poderia ter impedido que a aluna fosse presa, responsabilizando-a ressarcir o valor do bem destruído, nesse caso, a porta, e aguardado um momento oportuno para conversar com aluna sobre a atitude inadequada.
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Não podemos nem devemos chegar a "extremos", principalmente nossas Escolas e com nossos estudantes que de uma forma ou de outra estão tratando e interessados em assistir aulas. Considero que cada caso é um caso e deve ser analisado com o máximo cuidado e carinho. Devemos dispor de meios mais democráticos para tratar com a indisciplina dos estudantes..., se podemos interpretar esse caso como indisciplina, e também vale para todos os funcionários da Escola.
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É uma situação muito delicada de expor uma opinião. Pois tem todo um contexto que deve ser verificado. A escola tem uma regra, claro que precisa ser seguido no caso a questão do horário, mas por se tratar de alunos do supletivo, que geralmente trabalham durante o dia, poderia ter uma tolerância para alunos que justifica o atraso. Por outro lado temos nas escolas alunos que querem somente baderna, que vão para a escola somente para "aprontar ", e criam situações para expressar um sentimento de revolta, ódio, injúria.... Sentimentos que são trazido pela sociedade altamente individualista e consumista e família totalmente destruturada que convive. Tem uma frase que diz " gentileza gera gentileza", pensando nela será que "violência gera violência ", a violência chegou a ser algo 'comum', não podemos negar isso dentro das escolas. Quando a aluna chegou e começou a bater na porta, qual foi a reação da equipe da escola, ter calma e tentar entender o porque da agressão ou de também se alterar. Precisamos entender que a escola sozinha nao vai dar conta. Precisa de mas profissional dentro da escola como assistente social e psicológo. Não temos os mesmo alunos de antigamente. E a escola hoje tem um público muito diferente e com a mesma equipe e instrumento de trabalho de antigamente. E quando tem uma situaçao desse jeito precisa sair dos muros da escola "matando" um aluno, que talvez nunca mas volte a escola.
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Violência na escola, realmente é um tema que se deve ser bastante discutido e refletido por toda comunidade escolar, principalmente pela gestão.Uma vez que,dela toma-se iniciativas como a que vimos.A toda hora ,vimos através das mídias exemplos de roubos bárbaros feitos por pessoas que deviam nos representar.E eles,onde estão?!Tais consequências de seus atos,repercutem num sociedade tão desigual e desestruturada que temos.E de repente uma aluna vai à prisão por cometer uma agressão.E aluna essa, vítima desse sistema que tira de quem não tem.Assim, para se tomar decisões como essa precisamos ter em mente o que queremos alcançar e o que queremos que nossos alunos aprendam com tais punições que oferecemos. Estamos numa era onde a pedagogia da escuta,do olho no olho deva prevalecer.Infelizmente, boa parte de nossos alunos vivem violência em casa,sentem na pele e para muitos essa é a única forma de resolver seus problemas e conseguirem o que querem. Por outro lado,nós que fazemos a escola também nos sentimos desprotegidos, precisando também de proteção e muitas vezes por não sabermos o que fazer pedimos ajuda!Nós não somos psicólogos,embora tentamos ser em certas ocasiões.Acredito tal profissional atuando nas escolas seria um grande avanço para minimizar muitos problemas emocionais que geram violência.
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A escola, infelizmente, é a instituição que está suscetível a todo e qualquer tipo de violência. Ainda bem que esta garota descarregou toda a sua raiva em uma porta, antes isso do que se fosse em um professor ou agente da educação presente naquele momento. Aí eu me pergunto. Se fosse em um ambiente de trabalho, familiar etc será que essa menina teria essa mesma atitude? A escola, pública especialmente, é um ambiente que as pessoas entendem como terra de ninguém. Algo precisa ser mudado.
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Na verdade é difícil nosso dia a dia nas escolas,é difícil opinar,pois depende muito de cada realidade. Já passei por uma situação parecida em uma escola que trabalhei,a aluna adolescente tentou agredir o diretor com um estilete, um professor viu que ela estava armada e tomou o estilete,porque a menina queria matar o nosso gestor...O que aconteceu é que a polícia foi acionada e levou a garota pra delegacia do menor,a mesma respondeu o processo em liberdade e ficou ameaçando nosso diretor,a secretaria de educação precisou deslocar o mesmo, e a garota recebeu professores em casa,inclusive tirou boas notas e passou pra outra série no ano seguinte... Ou seja quem perdeu o cargo e a moral diante da escola foi nosso colega de trabalho.
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Acho que a atitude que a direção da escola tomou não foi correta, mas também entendo a escola, pois eles não sabe mais o que fazer, tentam projetos e não veem resultados, chamam as famílias e muitas vezes elas também não sabem mais o que fazer, então está uma situação muito difícil. Chamar a polícia foi a solução encontrada naquele momento por essa escola, mas acho que eles poderiam ter esperado a aluna se acalmar e depois conversar com ela sobre isso, pois o diálogo deve ser a forma de resolver os problemas. As escolas hoje em dia precisam de uma orientação, pois eles tentam e querem resolver esse problema da violência, mas não sabem o que devem fazer, por onde começar e etc. Quando eu estudava o ensino médio uma aluna da minha classe contava para a amiga sobre o que ela tinha feito com uma professora uma vez, a professora estava na porta do lado de fora conversando com uma outra pessoa, mas com a mão apoiada no batente da porta, a aluna pegou a porta e empurrou com tudo nos dedos da professora. Então é uma situação bem complicada em que a indisciplina e a violência de muitos alunos tem crescido muito e tem passado demais dos limites.
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Me pergunto o que essa aluna faria ao chegar atrasada para a prova de um concurso público, Enem, Vestibular, horário em um médico, ou em seu próprio trabalho. Acredito que para estas situações, talvez ela não agisse violentamente, pois sabe que existem regras e seria do seu interesse segui-las. Por que será que não acontece o mesmo respeito com as regras escolares, principalmente nas escolas públicas? Penso que o aluno da rede pública assimilou um desrespeito que foi criado infelizmente pelo próprio sistema. Não podemos praticamente suspender alunos, solicitar a sua transferência, mesmo que eles não apresentem as médias necessárias que comprovem um rendimento escolar adequado são promovidos, se as atividades não são realizadas as intervenções que os professores podem fazer são mínimas, etc. Isso tudo acarreta uma desvalorização, que faz com que o aluno ache que pode fazer o quiser e nada lhe acontecerá. Não acho errado a escola expor aos alunos as suas regras regimentais e nem tão pouco àquelas pertinentes à legislação específica - existe a legislação no código civil que prevê o desacato ao funcionário público, a depredação do patrimônio, etc. Se a escola tem como princípio básico o desenvolvimento da cidadania, não é errado pedagogicamente que o aluno seja conscientizado nesse sentido. Se a aluno tivesse tido a mesma atitude em outro local público, com certeza teria sido também encaminhada para a delegacia. Assim entendo que a atitude da Direção foi correta, porém ela deve ser refletida por todos - gestores, professores e alunos, inclusive objetivando-se uma postura correta por parte dos demais, a partir do fato ocorrido. Abraços!
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Muitos são os questionamentos. Quanto à aluna: - Quem é Uberlândia? Trabalha? Sempre chega atrasada? Como se apresenta em sala? Como se relaciona com os colegas e os professores? Quanto à escola: - Tem Regimento? O que reza o Regimento da Escola? Os alunos conhecem esse documento? A aluna já havia sido notificada? Existiu uma conversa prévia com aluna? Quem a recebeu e como se dirigiu? Como foi o tom da conversa? Que Conselhos possui a escola? Funciona? Grêmio? A escola já teve casos de violência como esse? A situação, aparentemente, resolvida com a polícia deverá ser estendida,. Pois, demanda muitos saberes, competências e habilidades. Requer conhecimento de causa, propriedade e fundamentação pautada nos documentos que tem ou não a escola, gestores habilitados e habilidosos, envolvimento dos educadores e alunos em prol de que situações como essa não se torne a repetir. É o nosso desejo.
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Sou favorável a uma escola mais humana, aberta para acolher o aluno e onde este aluno assume a responsabilidade de seus atos. Regras são importantes e devem ser seguidas mas, muitas escolas estão se transformando em franquias da Fundação Casa. Poque não deixar entrar! Estamos tratando de ensino médio. estamos formando sujeitos incapazes de tomar decisões, de ter opinião própria por excesso de proibições. O prejuízos causados, na confiança e crença na escola, desta moça não tem preço.
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Concordo plenamente com você, penso que em nenhuma hipótese, seja qual for o histórico apresentado por esta aluna, poderíamos permitir um desfecho desse.
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Olá, educadores que participaram até o momento da atividade 2 do nosso grupo de estudo. Boa noite! O tema é realmente polêmico e a ideia era saber como vocês concebiam a violência institucional. Para continuarmos essa atividade, peço que leiam os comentários dos colegas, escolham um e façam um novo comentário, contrapondo ou concordando com o que foi escrito (por favor, usem uma linguagem descritiva e respeitosa). Peço que não escrevam em comentários que já foram comentados por outro integrante do grupo. Aguardo até 4a feira pela manhã, quando postarei estudos que embasarão esse assunto. Um abraço carinhoso Adriana Ramos
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Nossa Escola Estadual tem 1.100 alunos e algumas salas tem graves problemas de violência e indisciplina. Não sabíamos mais o que fazer ate que encontramos um caminho que esta funcionando muito bem: Juntar Escolas; Comunidades e Autoridades locais. Constituímos um PAE (Programa de Apoio as Escolas) onde diariamente profissionais das diversas áreas se reúnem por 15 minutos com grupos de 4 em 4 alunos para um "bate papo amigo" que chamamos "Caminho da Vida", que tem como objetivo a Cidadania; Convivência e redução da Violência para que nossos estudantes tenham uma passagem segura e preparada para a vida adulta. Recomendamos!!!
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Em seu nome, João de Lima quero parabenizar toda a equipe escolar por esta brilhante ideia. Vivemos dias em que a violência tem aumentado em todos os setores da sociedade e na escola não é diferente, mas a escola tem um papel que faz a diferença: formar cidadãos capazes de mudar o seu meio. Creio ser a violência escolar um assunto a ser pensado e debatido dentro de cada instituição de ensino com o objetivo de mudar a também a realidade fora dos muros da escola, pois o aluno não é apenas da escola é sim da sociedade em geral.
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Olá, João, nossa última atividade será relatarmos boas experiências sobre a convivência ética nas escolas, sua experiência será de grande valia. Um abç Adriana
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Não devemos deixar esse tema terminar, deveria ser debatido, no minimo, todo esse ano para que possamos idealizar uma solução para nossas escolas brasileiras. Como fazemos para esse tema seguir aberto e em discussão todo este ano?
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Boa tarde, infelizmente, já presenciei vários fatos deste tipo em uma das escolas em que leciono. Não preciso ir muito longe, pois semana passada ao descer com minha turma de segundo ano, para o recreio minha porta esta no lugar. No canto estava rachada de cima abaixo, mas estava tudo no lugar. Quando voltamos, a porta tinha caído junto com portal e o concreto também. Um pedaço da parede se deslocou com tanta violencia. Não é turma de supletivo, meu horario é a tarde e infelizmente, não tive nenhum respaldo da diretora. Já na outra escola, casos deste tipo, costumo chamar os pais para ressarcir o bem destruido, ou consertando, limpando ou qualquer outra forma de ressarcimento. Porém , nesta eu atuo como orientadora educacional e tenho total apoio da equipe pedagogica.
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Gostei de como você atua na escola Rosangela. No domingo passado alguns alunos de 8 e 9 anos entraram na escola e fizeram uma tremenda destruição e lavaram algumas coisas. Ja e o 4o caso de arrombamento e roubo na escola esse ano, dessa vez com crianças! Seguramente esses alunos Necessitam de nossa atenção, nossos cuidados e orientação. Estou seguro que esses atos são por falta de atenção e orientação que muitas vezes os pais nao podem dar e o ambiente da rua passa a influir na anti-cidadania. Devemos dar nossa mao amiga a eles, agora, colocamos o caso para atenção da Secretaria de Assistência social da Prefeitura para que juntos iniciemos um processo de cidadania com eles, iniciando desde suas casas. Devemos tratar cada um isoladamente, com todo o carinho, ate coloca-lo no caminho correto da vida. Se nao fizermos, ninguém vai fazer e terminaremos perdendo essas flores que estão desabrochando e devem formar o mais lindo jardim do Brasil!
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Não sei o que dizer...mas tenho quase certeza que nesta situação faria o mesmo. Em uma situação semelhante, ocorrida numa escola pública, um rapaz com problemas psiquiátricos levou uma faca para a sala de aula. Os professores tentaram conversar e acalmá-lo, mas o policial da ronda escolar advertiu -os, dizendo que esta foi uma atitude incorreta, pois só uma pessoa com treinamento para situações extremas e de conflito pode intervir com alguém armado, q situação poderia ter saído do controle e alguém poderia ter sido ferido gravemente...resumindo, os policiais conseguiram render e desarmar o menino e o SAMU foi acionado e encaminhou o menino para o devido tratamento. Portanto,acredito que mesmo com muita boa vontade, muitas vezes somos obrigados a recorrer a pessoas mais treinadas para resolver alguns conflitos e situações extremas que ocorrem nas escolas.
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A atitude da escola não foi correta.Acredito que poderia ter dialogado mais com a aluna relembrando o regimento da escola, assinado termo de compromisso, ou seja, esgotado todas as possibilidades para evitar atitudes como essa. Tudo que nós educadores queremos é o aluno frequentado a escola.No nosso trabalho de campo é notório o desgaste das relações(professor,aluno,gestão e comunidade) dentro dos espaços escolares, se não houver um trabalho voltado para sensibilizar os agentes educativos noticia como essa continuará circulando na mídia.
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Olá Mag, eu entendi o lado da escola porque hoje em dia eles se veem em uma situação muito complicada, mas concordo com você, acho que eles poderiam ter evitado essa atitude que só faz piorar a situação.
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A escola não agiu corretamente, não é difícil entender as dificuldades de uma aluna que deve ter tido um dia difícil e se esforçado para chegar à escola. Eu já vi e me revoltei muito em ver por diversas vezes uma aluna sofrer bulliyng da própria escola por estar mal vestida, ser impedida de entrar na escola por sua roupa ser considerada imprópria, por ser curta e mostrar o corpo.
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Ontem, na nossa Escola Estadual, um aluno do 7o ano xingou sua professora de matemática, uma jovem professora, de FP. Resultado: A diretoria suspendeu o aluno que somente terá acesso outra vez a escola com a presença de suas pais ou responsáveis. Vamos agora entrar com a Secretaria de Assistência Social para iniciar um trabalho pelas bases, pela casa dos alunos. Paralelamente inclui-lo em sessoes com o psicologo e mante-lo no nosso programa do CONSEP "PAE = Programa de Apoio as Escolas". Estamos convencidos que cada caso e um caso e deve ser tratado isoladamente, com muito amor e carinho. Veremos os resultados.
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Olá, grupo! Boa tarde! Vi que poucos comentaram as reflexões dos colegas, isso seria importante para que nossas discussões possam aprofundar. Vejam, é realmente uma situação delicada dessa aluna, mas precisamos, inicialmente, refletir sobre que tipo de violência a escola causa nos alunos. É muito comum pensarmos na violência dos alunos para com a escola e educadores, mas esquecemos de refletir sobre o porque a situação chegou a tal ponto. Será que é só responsabilidade da educação familiar? Como as relações interpessoais acontecem na escola entre alunos e docentes? Os adultos da escola são respeitosos com os alunos? Respeito é uma via de mão dupla e deve partir sempre do adulto. Os alunos provenientes de uma educação insuficiente por parte da família, são justamente, aqueles que mais precisam de bons exemplos na escola, o que chamamos de adultos significativos. E para se tornar esse adulto, que influenciará na construção de uma personalidade ética, o respeito e a confiança são fundamentais. Tornar nossos alunos autônomos moralmente, também é uma função da escola. Logo, chamar a polícia e deixar uma aluna ser presa porque chegou atrasada, evidencia o quanto precisamos estudar sobre esse tema! Antes de realizarem a atividade 3 que será postada hoje, sugiro que leiam um artigo que explica o processo de construção de valores. Um abraço e bom final de semana! Adriana Ramos
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Adriana, você disse tudo! O que mais se vê e escuta nas escolas é que o problema da indisciplina e da violência é dos pais ou responsáveis! Na verdade, hoje em dia, a escola tem que ser educadora formal e mais que tudo construtora da cidadania dos seus alunos!!! O problema sim é das Escolas; da Comunidade e das Autoridades locais que tem por obrigação unir esforços para que nossos adolescentes tenham uma passagem mais segura e preparada para a vida adulta.
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Numa certa escola, onde funciona Ensino Médio, presenciei uma cena em que, assim que a diretora reclamou sobre o não uso do uniforme,uma aluna adulta entrou resmungando em alto tom:´´Esta escola não tem moral para nada.Querem nos impedir de entrar sem uniforme?``Fiquei pensando se uma aproximação entre funcionários, proporcionada por ocasiões oportunas, não diminuiria toda essa agressividade expressa quer por meio de atitudes, quer por meio verbal.Fiquei pensando em quantos problemas aqueles alunos enfrentaram ou enfrentam ,uma vez que faço referência a alunos de EJA. Já pude conversar com alguns alunos e nunca imaginei que pudessem ter tantos problemas:filhos especiais ou de colo;trabalhos desgastantes durante o dia;dificuldades na família ,envolvimento com drogas entre outros.O cansaço físico e emocional da correria diária.Imagine alguém que fez todo esforço para não perder a aula ,mas mesmo assim encontra a escola fechada ,lugar onde busca,talvez, uma saída ou que amenize os seus problemas.Claro que nada justifica a violência,mas as injustiças doem ,doem muito e ,na dor ,você grita ,você reage.
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Devia, você disse tudo!!! Nossas Escolas necessitam "dar amor a nossos adolescentes", aquele amor que muitas vezes eles nao encontram e casa. Sim podemos, se unirmos os esforços de Escolas; comunidade e Autoridades locais, dar a estes jovens o que eles mais necessitam...AMOR! Não custa nada e muda qualquer realidade. "Todos podemos ser um agente de transformação da nossa Sociedade"
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Dêvia concordo com você, esse é o caminho aproximar os funcionários para que possam se sentir cuidados. É preciso trabalhar os próprios sentimentos para saber lidar com os sentimentos dos outros.
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João você tem razão, nossos jovens querem ser ouvidos, por isso, chamam atenção de forma agressiva. E vamos unir esforços para reverter tal situação.
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Já vivenciei um pai jogando uma carteira na diretora da escola em que trabalho. Para que não acontecesse uma tragédia foi necessário chamar a polícia. As pessoas, ultimamente, não estão sabendo resolver as dificuldades encontradas com tranquilidade, com diálogo. Estão tentando resolver os problemas desrespeitando as regras e normas. Muitas pessoas consideram a falta de conduta situação normal, e até contam vantagem por ter gritado, chutado, xingado alguém. Alunos e funcionários devem falar com respeito, um com o outro. Fico pensando no caso em questão: O que pode ter acontecido para que uma aluna de 23 anos, do supletivo, tenha surtado por não poder entrar na escola, no cumprimento de uma regra? Será que essa regra foi construída com todos? Foi imposta? Era necessário partir para agressividade? Uma conversa não resolveria o problema? Para opinar era preciso saber todo o contexto deste fato, pois há muitas variáveis.
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Na escola que trabalho presenciei cenas de agressão de um pai jogando uma cadeira na ex diretora por causa do filho que também era muito agressivo com colegas e com todos que trabalhavam nesta instituição. Pensando na reportagem lida penso que talvez a escola utilizou-se de regras muito rudez para com a aluna. Considero de extrema importância que haja regras e tempo limite de tolerância para entrada e saida de alunos. Acredito que poderiam ter utilizado do diálogo com a aluna perguntando o motivo do atraso,advertindo-a verbalmente. É claro que não justifica a ação da garota perante o fato, mas o que a fez agir assim?
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Os funcionários da escola agiram corretamente. A escola como instituição é comumente desrespeitada graças a tolerância e descompromisso dos agentes escolares com o que é público. A mudança de mentalidade dos membros e responsáveis pela escola no sentido de fazer-se respeitar o ambiente escolar é fundamental para termos diminuído os casos de vandalismo e bandidagem em nossas escolas.Se a delinquente não tinha dinheiro para a fiança, que não cresse na impunidade e se portasse respeitando o regimento no que diz respeito à pontualidade.
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A violência é um problema social que reflete em nossas escolas, espaço de relações sociais, convivência, participação e cidadania, dessa forma, esse ambiente múltiplo de significados é desafiador para qualquer segmento que dele participe. A escola precisa ser mais humana, acolhedora e atraente, é preciso a escola se pautar no DIÁLOGO como princípio educativo, as situações que acontecem no cotidiano de desrespeito, indisciplina, agressividade, entre outros, são o desfecho final de uma situação social de violência que as pessoas sofrem na sociedade, a VIOLÊNCIA SIMBÓLICA, tratada por Bordieu deve ser estudada e refletida por nós para nos apoderarmos do discurso de combate à violência
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Acredito que as regras da escola, devem ser cumpridas. Nada justifica a reação da aluna, a atitude de se chamar a policia foi correta mas penso que se este fato ocorrido com a aluna foi o único ou se a aluna já tem algum precedente, a pena poderia ser como serviço social.
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"Não tenho família em Campinas e não tenho dinheiro". Observamos que o quanto o afeto, a presença da família esta fazendo falta na vida dessa estudante, no segundo momento a falta financeira, assim,o que faltou no momento foi um escutar o outro, o dar a chance, porém, uma atitude para inserção no mundo da violência...
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Quando fui realizar o estágio do Mágistério (curso normal), na primeira reunião de professores onde a diretora convidou alguns pais para participar, ocorreram discussões e agressões físicas por questões do professor pontuar falta de postura de uma aluna cujo a mãe estava presente e não aceitou as observações. No momento, fiquei muito nervoso, sem reação... Em relação a atitude da escola na reportagem, considero correto pois é preciso que o aluno tenha ciência de que todas nossas ações geram consequências... Não podemos deixar que ele perceba isso cometendo atos mais graves na rua.
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este caso e muitos outros as vezes se tornam comum na comunidade escolar.nesse caso o correto seria chamar a policia para conter a aluna entretanto prezando a boa convivência em comunidade(família, escola e sociedade)a melhor forma de resolver seria que a aluna prestasse serviços voluntario a escola para se retratar com a comunidade escolar.
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