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17/03/18
SOBRE O CURSO Discutir os principais aspectos do...
Joice Lamb
publicou no grupo Recuperação o ano todo

Atividade 3

Na atividade 2, o texto de discussão dava ênfase para as possibilidades de trabalho em sala de aula, mostrando o professor como protagonista das propostas. Para esta atividade, selecionei três textos que focam na ação dos Gestores Escolares em relação à recuperação durante o ano letivo na escola ou na rede.

 

Sugiro que vocês leiam materiais sugeridos a seguir e nos contem: de que forma os gestores participam deste processo em sua escola? Como ele é feito? 

 

Recuperar o ano todo

 

A escola pode formular outra forma de acompanhamento da aprendizagem dos alunos que não seja a recuperação paralela?

 

Apoiar para não ter de recuperar

 

As experiências positivas e negativas servirão de base para a nossa reflexão. E os comentários feitos nas postagens dos colegas também serão muito bem-vindos.

 

-Não se esqueçam de comentar aqui nesse mesmo post, clicando em "comentar" no final da atividade.

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Comentários

Boa noite, Fiz uma leitura global de cada um desses textos e quanta coisa boa!! Vou usar na próxima formação dos diretores e coordenadores. Inclusive fui lendo o texto e colocando comentários, e perguntas para que eu possa re-instaurar a reflexão das duplas gestoras acerca das estratégias de apoio continuo á aprendizagem dos alunos com baixo rendimento. A respeito disso, a palavra recuperação e apoio pedagógico realmente muda a configuração e o entendimento... Não se recupera o que não foi totalmente ensinado... é preciso de apoio continuo para superar as desigualdades de ensino e de aprendizagem. Outro fato que fiquei me perguntando sobre o segundo texto, do Juca Gil... entendi perfeitamente a lógica - as escolas podem organizar formas de acompanhamento e estrategias de apoio que não seja a recuperação paralela, porém penso que é isso que estamos fazendo aqui na maioria das escolas, porque não usamos outra carga horária - isso ocorre nas 800 horas obrigatórias, porque não temos condições estruturais de realizar aulas no contraturno, a não ser as aulas do programa mais Educação, em algumas escolas. Ao ter essa clareza em outras leitura orientadas por Juca Gil fiquei atônita com essas informações: (...) primeiramente esclarecemos que a recuperação paralela, segundo o Parecer CNE/CEB nº 12/97, não pode ser confundida ou entendida como "ao mesmo tempo", não podendo ser desenvolvida dentro da carga horária da disciplina... E ai, como devemos proceder agora?? Algo já sei que precisamos mudar o nome dos projetos de recuperação paralela, porque não o são... No terceiro texto, muito revelador, os cinco pontos: Apoiar para não ter de recuperar • PPP deve prever ajuda • O que fazer com o diagnóstico • Formação criteriosa do professor • Organização de espaço, tempo, material e pessoal • Envolvimento de pais e alunos Retomo aqui a reflexão que a professora Joice pontua na minha postagem a cerca da formação de professores - oque no FI já e mais assegurado - precisamos avançar aqui no FII. Outros pontos de avanço diz respeito ao PP - ajudar os diretores a dar vida a este importante documento; cuidar melhor dos diagnósticos e tomadas de decisões frente aos mesmos; e envolver pais e alunos nesta intervenção da escola, necessária e decisiva nas aprendizagens de todos! Há um caminho a seguir, ainda há potencialidades e oportunidades de fazer de maneira mais aprofundada, refletida e acertada. Estou gostando muito de participar do debate. Já está me ajudando bastante. Vou compartilhar com a minha equipe ( mais duas colegas), como precisamos intervir na formação dos gestores escolares para conseguir maior êxito nesta nossa intervenção iniciada em 2014... e que segue... Uso do espaço ainda para agradecer a parceria de todos neste debate! Beijos!!
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Celma, você leu atentamente todos os textos e conseguiu observar pontos importantes. A recuperação paralela é assegurada por lei, mas nem sempre acontece, não é? Também outras coisas são asseguradas e nem mesmo assim vemos acontecer. Creio que cada unidade escolar, respeitando a lei e as diretrizes da sua rede de ensino, deve criar sua forma de recuperação dentro do necessário e do possível. A equipe pedagógica da escola precisa ajudar e criar possibilidades para que essa recuperação aconteça. Garantir apoio para que os professores façam um acompanhamento adequado de cada aluno, garantir que entre os anos escolares os registros dos alunos não se percam, sugerir possibilidades, atividades e intercâmbios entre os professores e turmas, são alguma ações possíveis. Mas não é só isso. Os professores olham para a sua turma e seus alunos, mas o gestores precisam ver a escola inteira, mapear dificuldades e pontos fracos, observar quais professores estão tendo mais êxito e fazer sua experiências ser multiplicada pelos outros. Cada escola é única e precisa ser estudada, precisa ser conhecida. Por exemplo, os índices de reprovação precisam ser analisados a cada ano para que se possa ver onde estão as maiores dificuldades. Na escola onde trabalho, observamos que muitos alunos estavam chegando ao Fundamental II sem estarem completamente alfabetizados, mesmo tendo reprovado muitos anos. Ou seja, sem aprendizagem e sem aprovação. Neste caso é não é possível considerar o lugar comum de que os alunos e suas famílias são culpados. Não, a responsabilidade é da escola! Então primeiro olhamos as turmas iniciais e percebemos que muito alunos chegavam ao segundo ano pré-silábicos. Observamos primeiro ano e percebemos um problema de método. Com formação continuada, fortalecemos os professores neste ponto. Por outro lado, monitoramos os alunos e comprovamos que no ano seguinte pouquíssimos alunos iniciaram o segundo ano ainda pré-silábicos. Com observação, ação e acompanhamento conseguimos melhorar muito a aprendizagem nos anos iniciais. Não dá para achar que os professores sozinhos conseguem perceber e dar conta da totalidade da escola ou que "já fizemos de tudo" e nada dá certo. Se um problema é detectado, precisa ser resolvido. Enquanto o problema existir, não foi feito tudo.
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Olá, como foi percebido é preciso o envolvimento de todos ( professores, gestão, politicas publicas, etc) para a construção de uma escola de qualidade e dessa forma evitar que um grande contingente de alunos necessitem da recuperação de aprendizagem. Pois esta se não for bem trabalhada poderá gerar um sentimento de insucesso e contribuir menos do que deveria. A escola precisa aprender a ensinar a todos e a cada um
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Isso mesmo, Rosilene, a escola precisa aprender a ensinar a todos e a cada um. A escola são todos. Muitas vezes, os professores se sentem sozinhos nessa jornada. Por exemplo, foi detectada uma dificuldade em leitura nos terceiros anos. Esse não é um problema só das professoras que lecionam para estas turmas, mas dá escola toda. É preciso analisar o problema sob todos os ângulos, levantar hipóteses e procurar soluções. Talvez, a solução para este caso esteja em fazer oficinas, misturando alunos de segundo e terceiros anos de acordo com os níveis de leitura e desenvolver atividades diferenciadas para cada nível. Não é necessário que todos estejam sempre dentro de uma caixinha, ou é?
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Isso mesmo Rosiliene... Por isso que eu enfatizei em outras postagens, a necessidade de acompanhamento e monitoramento dentro dos anos, entre os anos, para ir resolvendo os possíveis índices de baixo rendimento... e fazer dessa estratégia também na formação dos professores... que conteúdos de avaliação e ensino focalizar nas etapas de HTPC e o que é preciso seguir fazendo com os professores de manira também individual? Muitas vezes em nossos planos de formação a gente generaliza as estratégias formativas e não consegue ajudar os professores na gestão da docência em sala de aula... Sigo aqui pensando sobre isso, em como ajudar os meus coordenadores pedagógicos, de maneira a possibilitar a supervisão, em duplas, em trios, individuais, para além dos encontros coletivos de formação e como seguir pensando no plano de acompanhamento de todos - coordenadores, professores e estudantes...
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Bom dia Prof Joice e amados colegas, acredito que qualquer assunto que envolva recuperação e dificuldade na aprendizagem, está diretamente ligado a educação em um todo. Cada questionamento feito aqui será louvável para analise de novas metodologias que venham de encontro a estas questões! A educação caminha buscando a perfeição, faltando lhe apenas envolvimento total dos autores deste cenário. Os cinco pontos frisados no texto, são de primordial importância para o bom andamento da escola se forem utilizados na integra. Se todos os educadores soubessem a riqueza que é seguir um mapa como o PPP, não precisaríamos está hoje discutindo este assunto. Estaríamos discutindo ações mais ousadas como, por exemplo: Quantos livros o aluno leu durante o ano letivo, quantos resumos este fez? não é mesmo prof Joice? Na realidade na maioria das escolas o PPP que é a identidade da escola o qual deve ser o mapa desta, são engavetados só fazem parte da burocracia e só são revistos em necessidades extremas. Sabemos que um documento como o PPP deveria ser, o manual de instrução,a bíblia diária para o educador. O diagnostico escolar no inicio do ano letivo, serve de guia para o professor trilhar o caminho certo na educação e aprendizagem do seu aluno, alem de criar um elo entre educador e educando é ali que o mestre começa uma amizade com seu aluno. Uma boa conversa antes, ira ativar o aluno a pensar e escrever. Quando o diagnostico é feito em forma de texto, seria interessante o professor pedir que o aluno escreva falando um pouco de si. Não há nada melhor que o professor conhecer bem o seu aluno a partir do primeiro encontro! Seguindo as palavras da coordenadora pedagógica da Comunidade Educativa Cedac.Fátima Fonseca, “ O principal problema, contudo, é que as palavras "recuperação" e "reforço" enfatizam o fracasso da criança ou do jovem e isentam a escola de responsabilidade” . Um grupo de apoio o ano inteiro, esta seria mais uma ação a ser pensada e realizada pelos gestores e equipe pedagógica onde, todo corpo escolar se envolveria recuperando suas falhas não sendo necessário usar a palavra recuperação. Abraço: Elizabeth
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Nem sempre os professores procuram ter acesso a estes documentos nem tampouco procuram conhecer as leis que regem a educação e que muito tem a somar para o bom funcionamento da educação!
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É verdade Maria Elisabeth - nessa reflexão da Fátima Fonseca - as palavras recuperação e reforço enfatizam o FRACASSO... e não é isso que estamos buscando. Buscamos êxito, aprendizagem significativa, melhores desempenhos, equidade e qualidade, excelência enfim... a velha história de não querer deixar ninguém para trás...porém como reflete conosco UM GRUPO DE APOIO O ANO INTEIRO - ser a ação a ser pensada e realizada pela escola, com apoio das equipes pedagógicas das secretarias, pensamos neste espaço ser o caminho, depois de ler tanto sobre o assunto. Que possamos a partir dessas nossas reflexões, buscas, e ações efetivas no chão das salas de aula e das escolas, transformar o artigo da lei em uma constante, para ganhar o tão sonhado título de boa escola - Escola boa é aquela que não deixa nenhum para trás....
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Realmente, Elisabeth, a proposta de recuperação da escola deveria estar expressa no PPP. E também ir além... Penso que já é possível que uma escola escreva no PPP seu conceito de avaliação e estabeleça que não existe recuperação ou reforço, mas tão somente ACOMPANHAMENTO. Ao final, pode dar no mesmo, mas vislumbra uma outra interpretação subjetiva. Ao acompanhar e não recuperar, compreende-se que o aluno não está atrasado em relação aos outros, mas trilhando um caminho próprio.
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Querida Professora Joice, Que discussão bacana! Muito propositiva as postagens de todos!! Bem verdade a sua colocação diante do que postei... é uma necessidade criar meios para que o apoio pedagógico continuo aconteça; apoiar o professor em todo esse processo - planejamento das situações didáticas, intervenções em aula, replanejamento, avaliação e monitoramento; na parte de avaliação não perder de vista a documentação que é necessária dos estudantes dentro do ano e entre os anos;o diálgo entre os professores é fundamental! esse ano retomamos essa ultima ação aqui em nossa rede na transição dos estudantes de uma série para outra, anos iniciais e finais(5º ano para 6º ano) e foi bem avaliado pelos professores na jornada; Outro ponto de sua reflexão que faço, no final da postagem você cita: "Se um problema é detectado, precisa ser resolvido. Enquanto o problema existir, não foi feito tudo." Agora é buscar os melhores meios/estratégias para superar a fragmentação e conseguir melhores resultados em rede, a partir deste foco! Um abraço querida!!
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Celma, acredito que suas reflexões estão sendo muito úteis para o grupo e para você mesma. Os grupos de discussão são muito importantes, mas muito mais pelo o que escrevemos do que pelo que lemos. Quando pensamos em trabalhar com os professores ou gestores é muito importante que possamos permitir que falem, ou escrevam. As crenças que carregamos em relação à escola, à aprendizagem, à avaliação não serão questionadas se não nos permitirmos falar sobre elas e ouvir o que outros pensam sobre aquilo que dissemos. Quando apostamos em novas propostas que queremos difundir, nunca podemos esquecer que outros irão colocá-las em prática e estes "outros" precisam acreditar nelas para que funcionem. Não acreditar nelas porque nós queremos, mas porque também consideram fazer parte das decisões. Desejo muito sucesso para você com o seu trabalho. Um abraço.
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Bem, é como sempre falo aos meus alunos " problemas não são vinhos. Vinhos quanto mais velhos melhores, problemas não. Acredito que se há lacunas na aprendizagem do aluno, as mesmas necessitam serem sanvionadas, antes que adversidades maiores possam vir sobre o conhecimento daqueles discentes. A gestão da escola que trabalho ainda está iniciando, penso que muitas coisas ainda estamos aprendendo juntos, infelizmente a gestão ao todo não nos porcocionar trabalhar das diversas maneiras como foi visto nos artigos. Embora, eu sempre tento durante minhas aulas, mesmo no mesmo turno fazer diferente, divido a sala em grupos para um pode ajudar ao outro, e também dou todo apoio necessário aos mesmos.
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Meu colega Danilo, quero parabeniza-lo pelo esforço pois percebe-se que você está buscando e nesta busca encontrarás respostas e apoio. O importante é dar o primeiro passo. E estamos aqui não é? creio que juntos podemos fazer algo bem grande e você ira progredir muito a partir do momento que compartilhar com os outros suas experiencias Todo aquele que busca encontra. um abraço!
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Danilo, como nossa colega Maria Elisabeth muito bem colocou "é importante dar o primeiro passo". Como você diz que a gestão da escola que você está trabalhando ainda está começando, não há melhor hora para sugestões e novas idéias vindas de pessoas realmente comprometidas. Lembro de quando iniciamos na nossa escola em 2012, haviam tantos problemas que nem sabíamos por onde começar. Mas uma coisa tínhamos certeza, não é bom estar sozinho. Então procuramos sempre ter a opinião de todos para podermos ir em frente com nossos projetos, e fazíamos isso em assembleias. Uma Gestão Democrática permite que nunca estejamos sozinhos.
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Após a leitura dos textos vimos que mesmo garantida a recuperação paralela não acontece na maioria das escolas; pelo menos nas que conheço sua realidade.O motivo todos sabemos; a escola continua apostando nos alunos que avançam, recuperação feita nos dos bimestres ou semestres;mesmos assuntos estudados, através de novas provas com questões parecidíssimas. Peneira feita, mais evasão, mais abandono escolar,etc Na educação infantil já vivencio essa prática da escolarização precoce, de práticas inadequadas,EX:crianças com 5 anos aprendendo as famílias sem contextualização, com palavras soltas, é claro que não todos os professores que utilizam essa metodologia.Gente,mas existe,é uma coisa arraigada; sabem como fazer e não fazem e pregam um discurso como se fizessem.É uma opinião...
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Bom dia Claudete! Isto mesmo, você falou tudo. Também concordo sabemos que os autores escolares são parte de um corpo e este corpo precisa caminhar junto. Nenhum dos membros deste corpo pode caminhar separadamente tem que haver sintonia e a iniciativa precisa ser da cabeça e membros superiores sem o cérebro as pernas não andam! A realidade escolar só mudara completamente quando todos se empenharem e fizerem acontecer, não é bom que fiquemos de braços cruzados esperando mudanças acontecerem. A educação anseia por membros mais audaciosos, ativos e com responsabilidades sociais. Pessoas com entusiasmo e competência para segurar firme o leme deste grande barco que é a educação. Não é interessante ver um barco cheio de crianças ,jovens e adolescentes ir a deriva!
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Um cenário doloroso, não é Claudete. Parece que todos sabem o que devem fazer, nas não fazem, por outro lado, agem como se fizessem... Como comentei como o Danilo, na postagem anterior, quando começamos na gestão da nossa escola, também nos sentíamos assim, parecendo ser os únicos com visão em terra de cegos. Não temos o poder de abrir os olhos de ninguém, mas, com certeza, muitas pessoas conseguem vislumbrar outras possibilidades quando são chamadas a participarem e serem protagonistas. Não podemos nunca perder a oportunidade de falar, principalmente em reuniões pedagógicas ou assembleias. Pode ser que um professor sinta-se impotente no meio de tantos problemas, mas a indiferença de uns não pode apagar a ação de outros.
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Boa tarde colegas,que bom interagir minhas angústias com voçês sobre os problemas da qualidade da educação do nosso país.Maria voçê parece uma jovem professora, tem todo o entusiasmo da idade,eu também quando comecei achava que ia mudar o mundo; e o nosso fazer depende do fazer do outro;e não se educa sem afetividade.Antigamente muitos professores eram vocacionados pra isso; hoje temos que ser profissionais e a realidade das escolas melhorou muito,mas a responsabilidade social com o outro deixa bastante a desejar; e o que será de nossas crianças?
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Após leitura dos artigos indicados, posso contribuir com algumas reflexões de alguns pontos que me chamaram atenção e de que forma a equipe gestora e eu enquanto profissional da educação podemos construções estratégias de orientação e colaboração com os grupos de apoios pedagógicos. - Garantir local adequado Durante as visitas as escolas como trabalho na função de Psicopedagoga, ouço dos gestores que não há oferecimento do Projeto de Recuperação Paralela por não haver espaço/local disponíveis para atender as turmas. Ou se há local nem todas as turmas são contempladas, exemplo, oferecem recuperação paralela para as turmas de 3/5/7 anos e os demais anos 5/6/8 ficam de fora, ou seja, se um aluno matriculado neste anos estiver necessitando de participar de atividades que auxiliem em seu desenvolvimento educacional para ajudar a avançar no processo de aprendizagem por conta de alguma dificuldade, não lhe dá o direito de participar por não ser oferecida pela escola. - Alunos que são avaliados para participar do Projeto de Recuperação Paralela, participam das atividades de contraturno, porém não há avaliações para compreender que há alunos que já conseguiram atingir e sanar suas dificuldades e não precisariam estar participando dando oportunidades a outros alunos em dificuldades, ou seja há avaliações para entrar, mas não há avaliações para sair dos projetos. - Definir as melhores estratégias de ensino em conjunto com os professores regentes do aluno, tanto os professores das aulas regulares, quanto os professores que trabalham no contraturno. Garantia de tempos e espaços para analisar e avaliar quais são as atividades que estão sendo propostas, uma vez que as pessoas aprendem em modos diferentes. - O apoio existe para garantir o aprendizado do aluno As famílias devem estar cientes de que o aluno necessita participar do apoio pedagógico, para garantir que avance em suas dificuldades, que lhe sejam propostas outras formas e estratégias de aprender, ou que seja compreendido como utilizar metodologias diversificados para que avance na compreensão dos conteúdos ensinados. - Nomear de Grupo de apoio pedagógico e não de "Recuperação", os alunos se sentem constrangido de estar participando de um grupo de recuperação, dar outro nome ao projeto ajuda o aluno a compreender que está participando de grupos de apoio com profissionais e colegas que trabalham juntos para todos avançar.
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Eliane, ressaltaste pontos muito importantes. Quando se refere que "há avaliações para entrar, mas não há avaliações para sair dos projetos", percebo que você tocou num ponto muito importante. Quando discuto com os professores que atendem os grupos de apoio nesta escola, percebo que têm resistência a deixar ir aos alunos. Parece que uma vez com dificuldade, sempre... estes alunos são taxados de lentos, fraquinhos, etc. Essas denominações também não são favoráveis a auto estima de ninguém. Outra coisa que me faz pensar também, é que, muitas vezes, o trabalho nas aulas de recuperação é mais do mesmo. Por exemplo, quando um aluno apresenta dificuldade para conseguir se alfabetizar, as atividades da recuperação sempre se focam em apresentar muito "mais letras", repetindo o que se faz na sala de aula regular. Tivemos um experiência proveitosa na nossa escola, quando uma professora propôs um grupo que realizasse atividades corporais e de psicomotricidade ao atender alunos com dificuldade de aprendizagem. Tentamos olhar para um outro lado. Talvez, as respostas não estejam sempre a frente, mas em volta.
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Verdade, Profª Joice, quando analiso as atividades aplicadas no Projeto de Recuperação Paralela é perceptível a repetição das mesmas atividades trabalhadas em sala de aula, quando sento com os professores regentes do Projeto analiso junto quais são as dificuldades que os alunos trazem e quais são as possibilidades de trabalhos com estes alunos sem que para isso necessite de repetir atividades dadas nas aulas regulares. Atividades Lúdicas são excelentes para trabalhar com alunos em dificuldades de aprendizagem, entender como os alunos aprendem, o que prende a atenção dos alunos e os motiva a continuar aprendendo é um dos caminhos que refletimos em conjunto, sem se esquecer de todos os atores que fazem parte do processo de escolarização da criança: professores, equipe gestora, família e especialista.
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Bom dia!! estava lendo as postagens dos demais colegas, quanta riqueza!! e que bom que estamos dando os nossos primeiros passos... Indico este link, com um texto muito interessante acerca da recuperação paralela: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2271_1354.pdf E para quem conhece o programa PROGESTÃO/MEC/CONSED/ Brasília 2011 - O módulo IV caderno de estudo - Como promover o sucesso da aprendizagem do aluno e a sua permanência na escola - são referenciais bem interessantes para nosso aprofundamento teórico e prática... beijos!!!
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Pessoal, segue o Link para o módulo IV do PROGESTÃO: http://seduc.to.gov.br/gestao/processo-de-efetivacao-da-gestao-democratica/conteudo-da-prova-objetiva/progesta-o-cadernos-de-estudos/
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Professora Joice, Já vamos realizar pauta de trabalho com diretores, vice diretores e coordenadores, sobre a recuperação paralela dia 16 de março... Pontuo aqui o que vamos fazer com o uso dos materiais que foram socializados aqui. 1º passo - retomar ás discussões sobre os projetos de recuperação paralela e os planos de apoio pedagógico a partir do que o trio gestor já pontuou na pré-jornada este ano ao analisar os dados acadêmicos - aprovação, reprovação e evasão - nesta avaliação eles trazem que é preciso ressignificar o projeto de recuperação paralela e qualificar os planos de apoio pedagógico; 2º passo -Listar as dificuldades vivenciadas em efetivar a recuperação paralela e as ações que caracterizam a recuperação paralela e o plano de apoio pedagógico; 3º passo -leitura e debate do texto de Juca Gil - “A escola pode formular outra forma de acompanhamento da aprendizagem dos alunos que não seja a recuperação paralela? + Resposta do Conselheiro Luiz Roberto Alves – Brasília, 09 Setembro de 2013 sobre Estudos de Recuperação conforme assegura o Art. 24 da LDB/ Parecer CNE/CEB 12/97 - com o propósito de propósito de estabelecer contraponto com as respostas anteriores e o que o texto traz;4º passo - 22. Formar 3 grupos e entregar os textos da Revista Nova Escola: “Apoiar para não ter de recuperar” de Rosi Rico e “Recuperar o ano todo” de Beatriz Santomauro para leitura com o propósito de listar ações que caracterizam os Projetos de Recuperação Paralela e os Planos de Apoio Pedagógico para preencher o segundo quadro(as dificuldades está em um quadro e as ações em outro, na atividade 01); - 5º passo - Socialização e sistematização – Trechos do texto de Telma Weisz – Quando a maioria da classe vai bem e outros não estes precisam receber ajuda pedagógica/ e o texto Do lampião à luz solar – Lopes e Tremmel - problematizar: Diante das ações listadas nos quadros, à luz destes textos, que conclusões chegaram em relação ao documento que está em evidência em sua escola? Estamos realizando Recuperação Paralela ou Plano de Apoio contínuo às aprendizagens?- 6º passo - Ouvir e sinalizar a urgência de levar a discussão para os espaços de formação com os professores, para que as proposições elencadas pelo grupo – plano de ação desde o inicio do ano – sejam de fato consolidadas.- 7º passo - Em grupos propor a elaboração de uma sequência de 3 pautas de HTPC com duração de 2 a 3 horas cada uma com o foco da recuperação paralela/apoio continuo as aprendizagens- e oferecer material de apoio - 2. Texto 1: 5 Maneiras de evitar a repetência; 3. Texto 02 - 11 respostas para as questões mais comuns sobre recuperação 4. Texto 03 – Superando o fracasso escolar - a intenção é que os professores apoiem na ressignificação dos planos de apoio pedagógico continuo ás aprendizagens a partir da observação de outras práticas.9º passo - Acompanhamento com filmagens das etapas de plano de apoio pedagógico nas escolas, no sentido de tematizar as boas práticas realizadas pelas escolas e fazer a multiplicação das mesmas. Queria desde já antecipar a minha gratidão em participar deste clube!
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Celma, acho que fiquei um tanto emocionada. Parabéns pelo trabalho! Acredito que nosso grupo pode se beneficiar muito com o projeto de vocês. Penso também que esta postagem já responde a nossa atividade 4. Abraço!
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Nossa Professora Joice!! Eu é quem me sinto agora emocionada!! Estamos desde a semana passada querendo que esta pauta nasça [bem redondinha!! Quando vi esse grupo de estudos me empolguei!! Digo, nos empolgamos! Somos três aqui na equipe técnica de Ibitiara... Divido este trabalho com outra supervisora (Lúcia - Anos iniciais) e com a Diretora Pedagógica(Cleidinéia). A pauta é de 8 horas, no dia 16 deste mês e o trabalho segue no acompanhamento das AC(HTPC) e nas filmagens - para desdobramento nos planos de trabalho de todos - Supervisão, direção pedagógica(PPP com os diretores escolares/vice diretores, mais fortemente)... e coordenadores. Noticias sim desta pauta!! Beijos em todos!!
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Repensar na melhor forma de garantir o direito de aprendizagem ao aluno é a forma ideal de não deixar de atender ao aluno em sua especificidade. Nós quanto Coordenador Pedagógico devemos garantir que o professor tenha clareza das habilidades e competências a serem retomas, intensificadas e consolidadas, para que se possa traçar, seja no contra turno ou na recuperação contínua, um plano de nivelamento aos alunos com dificuldades na aprendizagem. Esse plano deve ser proposto com tempo estipulado e com a analise dos resultados dessas ações para que possa verificar a eficacia, repensando em estrategias para que atinja os objetivos proposto.O professor docente de sala de aula deve se pensar em conjunto com a Equipe docente sobre o melhor caminho a ser traçado, pois assim permite que todos se sintam responsáveis pelo processo de aprendizagem do aluno. AFINAL O ALUNO NÃO É DO ANO, DA SALA E SIM DA ESCOLA, ONDE TODOS SÃO RESPONSÁVEIS POR ELE.
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Para esclarecer estou em uma escola de Ensino Integral, é a recuperação em contra turno não é viável, porem em nossa grade curricular temos a disciplina de Orientação de Estudo onde direcionamos através das análises das sondagens o trabalho a ser desenvolvido durante o bimestres/ semestre e reanalisamos os resultados, juntamento com o professor responsável pelas disciplinas de Matemática/Língua Portuguesa.O trabalho também é direcionado também com a recuperação contínua.
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Karina, creio que você tocou exatamente no ponto... "O aluno é da escola". Muitas vezes, a responsabilidade pela aprendizagem do aluno é deixada apenas a cargo da professora da turma naquele ano. No ano seguinte, o falatório na sala dos professores é de que "os alunos estão chegando cada vez piores". Muitos professores apoiam a repetência porque não querem que os próximos professores digam que ele não conseguiu vencer determinado conteúdo. Quando uma escola consegue ter o entendimento de que todos são responsáveis por cada aluno e pelas ações que devem ser feitas para que o acompanhamento da aprendizagem realmente aconteça, não existirão alunos "atrasados", nem a necessidade de reprovação.
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Creio que o trabalho do docente para recuperar o aluno em suas defasagens devem inicialmente partir de uma sondagem e posteriormente ir adequando as necessidades apresentadas. A formação de grupos podem servir de estrategias para algumas atividades e no decorrer do período elaborar atividades para que o aluno vá se tornando autônomo em sua formação. É importante também que se houver estrutura o aluno fazer parte de um acompanhamento fora do seu horário de estudo, pois sua recuperação poderá ocorrer de uma forma mais rápida desde que haja uma interação entre os docentes.
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Bem, aqui em nosso município, pelo que pude verificar os Gestores participam pegando listas de alunos que precisam participar do reforço, fazendo reunião de pais e cobrando a participação no reforço. Essa participação da gestão poderia ser mais efetiva junto aos professores colaborando, incentivando, traçando metas, etc.
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