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17/03/18
SOBRE O CURSO Discutir os principais aspectos do...
Joice Lamb
publicou no grupo Recuperação o ano todo

Atividade 2- Análise das dúvidas sobre recuperação

Mesmo que a recuperação paralela ao período letivo já esteja expressa na Lei de Diretrizes e Bases desde 1996, ainda restam muitas dúvidas aos professores que estão atuando em sala de aula sobre como proceder para conseguir cumprir com esta determinação. Anteriormente, a recuperação chamada “terapêutica” era realizada, na maioria das redes, nas duas últimas semanas de aula. Atualmente,  deve acontecer durante os 200 dias letivos.

A reportagem 11 respostas para as questões mais comuns sobre recuperação, da revista NOVA ESCOLA, pretende discutir algumas dúvidas frequentes sobre o tema.

A partir dessa leitura, proponho uma conversa sobre nossa prática em sala de aula. Quais são os maiores problemas encontrados por vocês para diagnosticar as dificuldades dos alunos e também para oferecer a possibilidade de recuperação? Lembrando que experiências positivas também podem e devem ser divididas aqui.

 

-Não se esqueçam de comentar aqui nesse mesmo post, clicando em "comentar" no final da atividade.

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Comentários

As maiores dificuldades que enfrentamos no colégio da polícia militar do ceará é fazer com que os alunos compareçam para o reforço escolar, apesar de ser no contra-turno, muitos alunos faltam, mesmo o colégio informando aos pais através de informativos, ligação telefônica e e-mails, porém o trabalho é árduo e nós não desistimos de trazê-los para o ambiente escolar para que não sofram no final de ano, como aconteceu em 2015, muitos atrás de reforço no último período.
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Claudionor, parece que você pintou a cena que se repete por muitas escolas do Brasil. Os alunos não comparecem no contraturno! O que fazer para que venham? O que fazer para que compreendam que precisam vir? E suas famílias, porque não insistem para que venham? Creio que não há sala de professores que não se discuta isso e que não se diga que "eles" estão perdendo o que "nós" podemos oferecer. Não que eu diga que isso porque sei o que se fala lá no Ceará, mas porque ouço constantemente na sala dos professores daqui do Rio Grande do Sul. Muitas vezes, ouço dos alunos que eles não vem porque é só repetir exercícios, fazer mais do mesmo que se faz em sala de aula. Mesmo assim, nós não desistimos de trazê-los como você diz. Penso que discutir na escola, com professores e alunos, como se faz recuperação e porque se faz, pode ser um começo para encontrar outras possibilidades.
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Muitas vezes a questão da recuperação em si, já é vista pelos alunos como simbolo de fracasso escolar pela questão de não haver conseguido acompanhar a turma eles sentem-se desmotivados a frequentar no período de recuperarão. Mesmo em família, parece inaceitável esta palavra recuperação. A questão do diagnostico inicial e o esquema exemplificado na reportagem da NOVA ESCOLA, é um começo para a realização da recuperação sem traumas!
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Nossa cultura escolar, tanto dentro dos ambiente escolares como ao seu redor, está firmada sobre o conceito de seriação, de conteúdos programáticos, de acerto e erro, de comparação e competição. Isso favorece o sentimento de fracasso do qual você fala, Maria Elizabeth. Cada professor precisa desenvolver, junto com seus alunos, a melhor maneira de desenvolver suas habilidades cooperativamente, sem colocá-los em competição. Vejo que isso é difícil, mas não é impossível, não é. Como disse o colega Claudionor, "seguimos tentando".
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Analisar as habilidades e acompanhar os avanços alcançados é o momento quer requer mas atenção do professor pois neste momento se traça o caminho a percorrer com o aluno, permite que professor busque estratégias para alcançar os objetivos com o aluno. É a partir dessas análises que o professor estabelece no seu plano de ação os nivelamentos necessários para a turma, revendo conteúdos, avançando necessários e acompanhando os alunos de forma minuciosos.
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Karina, quando o professor consegue acompanhar e analisar os avanços alcançados pelos alunos com atenção, ele já está promovendo esta recuperação paralela de que falamos. Concordo com você que este é um momento muito importante. Muitas vezes, os professores não conseguem sozinhos dar conta desta empreitada. Aí, é preciso que a coordenação pedagógica acompanhe e oriente. Tudo na escola é uma questão de cooperar. Ninguém pode estar sozinho, não acha?
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Primeiramente, estou amando tudo isso, tinha muitas dúvidas na hora de avaliar os meus alunos. sem busco corre da forma tradicional. As maiores dificuldades que encontro na sala de aula para avaliar são com os alunos mais tímidos, os mesmo não relatam 100% se estão entendendo o conteúdo. Também acredito que seja um problema diagnosticar quando temos um grande número de alunos em única sala. Mesmo lecionando a disciplinar de matemática tento avaliar meus alunos de vária formas, com trabalhos em grupos, prova, exercícios em sala, atividade para casa, e também sua participação em aula.
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Danilo, a reportagem está mesmo muito boa, ajudando os professores a construírem uma própria organização. Creio que você está no caminho certo, utilizando diversos instrumentos de avaliação para conseguir perceber seus alunos. Não são todos os professores que conseguem perceber que a diferença entre uma resposta a outra possa ter origem na timidez, não na falta de conhecimento. É preciso olhar para os alunos sem os filtros do preconceito e ver o que eles realmente sabem ou o que eles ainda não sabem ou ainda, o que ele escondem. Vejo muitos tímidos serem tachado de preguiçosos... Acho que podemos aprofundar um pouco mais este assunto, não é?
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A reportagem da NOVA ESCOLA responde a algumas duvidas, pois o maior problema é trabalhar toda a turma sendo que o objetivo é recuperar alguns alunos. Muito satisfatória as dicas, levo-as agora para a escola esperando os resultados da pratica.
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Apesar da legislação prevê a recuperação durante o ano letivo acredito que esse procedimento ainda não tem alcançado a prática dos docentes. Talvez a dificuldade maior seja agrupar os alunos com as dificuldades que precisam ser sanadas e também tempo para prepará-las. Acredito que atualmente os professores tem buscado atualização individual para superar e melhorar sua atuação. A reportagem trouxe informação esclarecedoras e importantes.
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Hoje, em uma comunidade de aprendizagem, percebo que as intervenções nas defasagens dos alunos é vital para que o protagonismo estudantil se firme por meio da pesquisa. É gratificante perceber que o aluno copista quer aprender a ler, que o aluno que não tem habilidades matemáticas assuma o que consegue fazer e o que não consegue fazer. No meu agrupamento com 12 estudantes frequentes foi um processo mais rápido tais percepções e já encaminhamentos das intervenções de letramento e numeramento. Nas escolas anteriores, as quais passei, com a metodologia de ensino tradicional, o professor como mediador do conhecimento por meio de conteúdos tal percepção é mais lenta, pois, o número de alunos por sala chega ao 33, no meu caso passando por até 14 a 18 salas por turmas por semana, em cada turno. Enfim, a interferência do professor por meio da recuperação o ano todo para ser eficiente necessita de muitos fatores: a aceitação do aluno e familiares, o apoio e garantia da continuidade do trabalho interventivo pelo professor pela gestão escolar, utilização dos materiais adequados e muita afetividade na relação professor aluno.
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Concordo com você, Espedita. A prática da recuperação paralela ou preventiva ainda não está impregnada na prática dos docentes. Talvez, não seja um problema com o conceito de recuperação, mas, de avaliação. A avaliação ainda está muito focada na punição, no castigo, principalmente nos Anos Finais do Fundamental. Mantemos os adolescentes "no caminho", assustando-os com a possibilidade de reprovação. Como disse a Maria Elisabeth mais acima, estar de recuperação já simboliza um fracasso. A discussão destes temas precisa perpassar sempre as reuniões nas escolas. Hoje, os professores devem ter um terço de hora atividade semanal. Utilizemos então este tempo para preparar atividades diferenciadas para serem aplicadas na sala de aula.
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Hednamar, sua postagem nos dá muitos elementos para a discussão. Quase nem sei como começar... Seria muito bom se você pudesse nos contar mais sobre sua prática e como se enquadra "seu agrupamento de 12 estudantes" na escola regular, que idade eles têm, que cidade você trabalha e tudo mais. De todos os pontos, sua menção a importância da Gestão garantir a continuidade do trabalho é o que eu vou pontuar. Indo mais além, a Gestão não deve apenas garantir a continuidade do trabalho de um professor, mas organizar a escola para que todos os professores conheçam ou possam conseguir informações sobre seus alunos no início do ano letivo. Para alguns alunos, o acompanhamento mais próximo da aprendizagem deve ser feito ao longo de toda a sua vida escolar e não depender de um ou outro professor mais atento. Aguardo suas novas informações para continuarmos a conversa, Hednamar.
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Estimada Professora Joice Lamb, e colegas também concordo que haja mais participação da familia nos assuntos que se diz respeito a seus filhos em sala de aula e principalmente que seja repassado pelos professores e equipe pedagógica a importância do apoio familiar e em reunião seja esclarecido o que realmente a escola quer em termos de participação enfocando o assunto recuperação e que a escola também tenha a sensibilidade de ouvir o que os pais tem a dizer. Seus limites e o motivo de seus fracassos para que juntos possam chegar a um caminho onde alunos, professores, família e escola se entendam!
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Em nossa Rede Pública o (Projeto de Recuperação Paralela) acontece no período de contraturno às aulas regulares dos alunos. Como Psicopedagoga visito as escolas para acompanhar alunos que não avançam no processo de escolarização e encontro as mais diversas cenas: - A unidade escolar oferece o PRP ao aluno, porém a família não acompanha a criança em seu horário de estudo, pois este acontece em horário contraturno e os pais alegam não poder levar as crianças; - O aluno é inserido em um grupo diferente de sua faixa etária, não conseguindo interação com outras faixas etárias acabam desmotivados e param de frequentar; - São oferecidos aos alunos atividades identicas aquelas trabalhadas na sala de aula e que o aluno não consegue participar pois têm dificuldades em acompanhar, professor regente de recuperação paralela, não atento às necessidades de aprendizagens dos alunos; - Alunos que necessitam de estar no PRP mas não foram indicados pela unidade escolar; - Professores regentes de PRP não conseguem dialogar com professores regentes das turmas regulares, não consegue-se articulação de estratégias de ensino que vão de encontro as necessidades dos alunos com dificuldades; A Recuperação Paralela é uma forma do professor acompanhar o aluno em suas especificidades, uma vez que o Projeto de Recuperação Paralela acontece com turmas menores e agrupados conforme suas necessidades de aprendizagem, o professor consegue estar mais próximo dos alunos por ter turmas menores, questões de afetividades também são favoráveis para avanço do processo de escolarização dos alunos. Quando se trabalha com atividades apropriadas e se consegue entender como que o aluno em dificuldades de leitura, escrita e raciocínio lógico matemático aprende é mais fácil conseguir com que o aluno avance. Neste parceria escola, família tem que estarem junto para que aulas regulares e recuperação paralela se torne ferramentas de acesso ao conhecimento e estratégia para avanço nas dificuldades.
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As dificuldades que você cita, Elaine, são encontradas em muitas escolas do Brasil. Infelizmente, a falta de trabalho conjunto dentro da escola afeta, não só a recuperação paralela, mas todo o processo de ensino aprendizagem que possa ser proposto. Quando não há integração entre todos os professores e os gestores, todos saem perdendo. Volto a lembra que nestes casos, os gestores da escola, principalmente a coordenação pedagógica precisa ser este elo que permite que todos possam se entender. Quando você acompanha as escolas, consegue interferir neste quadro? Pareceu-me que você assessora as equipes das escolas. Atende também os alunos?
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O que podemos perceber segundo a fala de alguns educadores, que a maioria dos alunos não aprende devido a sua classe social, ou seja, pais separados, moram com os avos, moram com tios, são de baixa renda, etc.; não consegue ver a criança num todo. Temos que ter a convicção que aprendizagem se dá por diversos fatores, nós educadores temos que aproveitar as oportunidades que nos aparece, e estarmos embasados em teóricos, em metodologias e também, com os nossos próprios colegas, caminhos para superarmos esses desafios aprendizagem. Na hora da avaliação, necessitamos trabalhar com os erros, por exemplo: Por que será que a criança não fez? Será que ela compreendeu o que estava pedindo? Será que essa atividade está de acordo com o conhecimento do aluno? Etc.; precisamos ter clareza que avaliação também, é verificar a qualidade e a eficiência do nosso trabalho pedagógico.
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Boa noite meu grupo!!! Que discussão bacana! Bem, conheço este texto de longas datas, já trabalhamos muito com ele aqui em nosso município com os professores. Inclusive usamos como uma boa referencia para a elaboração de projetos de recuperação paralela nas escolas. Vou falar do lugar mais de organização destes projetos. No ano de 2014 na pré-jornada, que é a semana que antecede a Jornada Pedagógica, realizamos com diretores e coordenadores um estudo sobre a recuperação paralela - as bases legais - e analisamos experiências de outros estados que já realizavam esta intervenção na escola a partir dos seus projetos. Em um destes dias de pré-jornada os diretores e coordenadores juntamente com a equipe Técnica se corresponsabilizaram pela estratégia de um júri ( júri simulado) sobre a mesma, de forma a debater sobre A recuperação paralela aos estudos e a recuperação paralela ao final de cada bimestre escolar, ou seja ao final de cada unidade. Essa foi uma estratégia bastante importante, pois foi replicada com os professores na jornada pedagógica deste ano(2014) e o produto final da mesma fora o inicio à escrita dos projetos de cada escola para a implementação da recuperação paralela com a participação efetiva de todos os professores. Neste percurso as escolas usaram 16 horas de carga horária formativa para a consolidação da escrita dos projetos, que foram comentados pela Equipe Técnica ao final do ano letivo de 2014. 90% das escolas escolheram realizar a recuperação paralela aos estudos e apenas uma ao final de cada unidade didática. No geral dos projetos de recuperação paralela temos as seguintes ações/intervenções de apoio aos estudantes com baixo rendimento: 1. Responsabilidade de diretores, coordenadores, professores, alunos(objetivos); 2. definição da avaliação inicial, intermediária e final a cada bimestre; 3. Mapeamento das dificuldades dos estudantes, das estratégias dos professores; 4.Antecipação de estratégias de intervenções, a exemplo de: Atendimento individualizado em sala de aula, quando os demais alunos realizam outra atividade, trabalho em grupo criteriosamente organizados - níveis próximos de conhecimento, trabalho com o conjunto da classe, agrupamentos produtivos( com atividades diversificadas); Todas essas atividades acontecem nas escolas que escolheram fazer a recuperação paralela aos estudos. A escola que escolheu realizar ao final do processo, realizam algumas destas estratégias e uma semana antes de finalizar a unidade didática os alunos que já asseguram conteúdos básicos da unidade são remanejados para uma atividade de leitura compreensiva com alguns professores escolhidos para esta tarefa em qualquer área, que não seja a área/disciplina que demanda maior recuperação( geralmente língua portuguesa e matemática), isso nos anos finais. Os alunos com baixo rendimento passam uma semana com atividades para desenvolver as habilidades mapeadas como frágeis, com o monitoramento do coordenador pedagógico a estas atividades. vale ressaltar que no ano I o projeto de recuperação paralela teve bastante êxito nas escolas, tanto nas escolas de FI, como nesta escola de FII, especialmente. Houve uma redução muito significativa da quantidade de estudantes que ficava, em recuperação final(4ª unidade) e também reduziu o numero de alunos reprovados na escola. Porém em 2015, por conta de escassez de monitoramento estas ações houve avanço no numero de reprovação no FII. Na escola de FI, temos conseguido maior êxito nas ações de recuperação paralela, talvez pela estrutura ser diferenciada - 1 professor, 2 professores, enquanto que na escola de FII tanto muda a estrutura, quanto são mais professores em uma única classe, com cargas horárias diferenciadas para realizar algumas das estratégias mencionadas acima e ainda coloco nesta lista a preocupação tamanha com o programa da série. Em 2015, tivemos um trabalho em parceria do Instituto Natura e do Instituto Chapada de educação e Pesquisa - os grupos interativos da Comunidade de aprendizagem - atuação esta de êxito, que se organiza da seguinte maneira: 1. o que é? Forma de agrupamento inclusivo na qual todos os estudantes participam do processo de aprendizagem com a ajuda do professor e de outros recursos humanos, sem que nenhum deles fique para trás. Assim, os Grupos Interativos trazem os melhores resultados no âmbito da aprendizagem e da convivência. Os grupos interativos prevê a participação de um adulto para mediar o trabalho - o papel dele é fazer os alunos se respeitarem e realizarem a tarefa de maneira colaborativa - não precisam saber ensinar; Em cada grupo, uma pessoa adulta (voluntário) apoia o trabalho, favorecendo as interações entre os alunos. A cada 20 minutos, cada grupo muda de voluntário e de atividade enriquecendo as interações e aumentando o dinamismo. O professor circula pela sala para tirar dúvidas e atender aqueles alunos que apresentam mais dificuldade. Assim, potencializam-se as interações e a aprendizagem entre iguais, mantendo sempre altas expectativas. Como são organizados os grupos? Grupos de 4-5 alunas/os Grupos heterogêneos: nível de conhecimento, habilidades, gênero, cultura, língua, afinidade, etc. Atividades de 20 minutos. Atividades diferentes de uma mesma matéria que trate de conteúdos previamente ensinados(Importante - são conteúdos já vistos pelos estudantes, porém não consolidados!). Tempo destinado: EX: 35 alunos 1 professor 5 voluntários 5 atividades diferentes 1 hora e 40 minutos de aula; Contudo existem 7 princípios para esta atuação de êxito acontecer: São eles: 1. DIÁLOGO IGUALITÁRIO; 2. INTELIGÊNCIA CULTURAL; 3. TRANSFORMAÇÃO; 4. DIMENSÃO INSTRUMENTAL; 5.SOLIDARIEDADE; 6.CRIAÇÃO DE SENTIDO; 7. IGUALDADE DE DIFERENÇAS. os mesmos podem ser acessados no site da comunidade de aprendizagem do Instituto Natura - www.comunidadedeaprendizagem.com - qualquer pessoa pode se cadastrar para conhecer o projeto, e obter mais informações sobre este projeto. Falando mais, sobre, os resultados desta atuação nas escola que implementaram são muito significativas/inspiradoras, onde os professores/coordenadores e diretores que participaram fazem depoimentos muito belos sobre a saída de risco do fracasso dos estudantes que participaram. Sigamos por aqui dialogando e buscando novas oportunidades de aprender com a troca de experiências, do que um e outro faz para conseguir a equidade na educação... Seguimos sonhando... É possível!
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"Ver a criança como um todo". A solução é simples, mesmo que o caminho seja tortuosos e complexo. Eu diria que é muito complexo, porque, afinal, ninguém é simples. Sejam os professores, sejam as crianças. Quando apenas entendemos o processo educativo em linhas retas traçadas perdemos essa complexidade e acreditamos que recuperação é dar "mais do mesmo", como a Eliane retratou antes. O que a Andréa diz é que não existe um modelo pronto a ser aplicado em todas as crianças. Concordo... precisamos ter convicções, não é?
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Boa noite professora Joice Lamb e colegas... Fiz a minha postagem, nossa como ficou grande, rs Agora pontuo as dúvidas: Como conseguir que os professores entendam que a recuperação é do ensino/aprendizagem? Pois se de um lado os alunos não aprenderam, do outro houve algumas condições que não foram consolidadas exatamente para quem mais necessita. Outro ponto - Como ensinar os professores a pensar na consolidação de habilidades ditas frágeis com conteúdos diferentes? Como fazer o monitoramento das ações da recuperação paralela? De quanto em quanto tempo elas precisam ser monitoradas, revistas e replanejadas? Como ajudar a escola que faz recuperação ao final do bimestre a entender o principio primeiro quer a LDB preconiza - estudos de recuperação paralelos aos estudos, de maneira a pensar que a recuperação é todo dia? Sigo aqui pensando sobre... rsrs vamos nos ajudando aqui neste espaço... Abraços em todos!
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Celma, gostaria de convidar você e aos outros colegas de deste grupo a também tentarem responder estas perguntas. Sinto que todas elas levam a um só tema: formação de professores. Não sei exatamente "como", mas para resolver os problemas que elencaste, precisamos de muito estudo, de uma gestão que incentive, oriente, respeite e cobre dos professores. Não consegui responder diretamente na tua postagem anterior, mas percebo que você relatou um caminho trilhado. Não é possível desistir, rever, reorganizar, repensar, mas desistir nunca. Os resultados dentro de uma escola precisam de tempo para se consolidar.
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Bom dia pessoal! Poe é professora Joice, a formação de professores realmente é o caminho mais seguro. Eu incluiria nesta discussão a formação dos gestores no sentido de aprofundar conhecimento sobre o papel da avaliação na gestão das aprendizagens para as tomadas de decisões efetivas e mais acertadas. Ao ler as demais postagens dos colegar, antes de tentar responder à perguntas que me inquietam, penso que uma oportunidade é seguir pensando dentro deste processo quais os papeis de cada um. Por exemplo, a Eliane cita que ao acompanhar as atividades de recuperação paralela percebe que os estudantes realizam atividades iguais às das aulas regulares/ com desafios altos, provavelmente; assim, os estudantes não conseguem realizar e tampouco avançar. Diante desse fato um dos papeis da coordenação pedagógica é apresentar para os professores as principais demandas de aprendizagem das dos estudantes e junto com este mapeamento trazer mais detalhado que tipos de atividades eles ainda não conseguem realizar, para poder abaixar o grau de dificuldade e poder no processo aumentando o grau de complexidade de forma a garantir o avanço. Nesse sentido o monitoramento e replanejamento colaborativo é de fundamental importância ajudar os professores a entender e colocar atividades mais intencionais nas mãos das crianças. Hednamar trouxe bem forte a reflexão que agrega - intervenção( ela é decisiva no processo de ensino aprendizagem), o bom uso dos recursos disponíveis e a afetividade na relação professor-aluno e a aceitação do aluno e da família - pontos muito relevantes; realmente é preciso buscar estratégias para a superação das limitações que ainda vemos em cada um deles, seja pela formação continuada de professores, gestores, até alcançar o sentido e significado da recuperação pelo estudante e pela família. A esse respeito lembrei me de um texto da revista gestão escolar que orienta o papel de cada um no apoio pedagógico - vale a pena dar uma lidinha para podemos debater aqui neste espaço. O que acham? este é o link: http://gestaoescolar.abril.com.br/aprendizagem/papel-cada-apoio-pedagogcio-532761.shtml
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Boa noite colegas, boa noite prof.Joice! Pensar em como proceder sobre a questão de recuperação o ano todo que é o assunto no grupo, não pretendendo fugir do foco, particularmente tenho algo que me inquieta sobre a questão. Há uma fórmula mágica que todo educador necessita levar em sua bagagem! AMOR. Se o profissional estiver mesmo comprometido, envolvido em permanente socialização e sintonia com as necessidades humanas e psicológicas de cada ser, a aprendizagem flui naturalmente necessitando apenas de alguns ajustes externos! Muitas vezes em sala de aula o aluno não consegue acompanhar a turma e simplesmente é encaminhado a recuperação no final do bimestre onde mais uma vez é um desastre nos resultados. Onde o seu problema não seria de aprendizagem mas, falta de socialização, auto confiança, auto estima rebaixado por um ou outro motivo fora do espaço escolar ou mesmo por algum tipo de descriminação e nos deparamos com professores se descabelando procurando uma solução rápida para aquele aluno tentando ficar bem na fita. Quando na realidade simplesmente falhou em seus primeiros momentos de mestre! Faltou a atenção necessária, no primeiro encontro! Vivi um problema em meus momentos de professora que e deixou atenta a este assunto. numa sala de quinto ano, com uma turma de 25 alunos entrou um aluno no meio do ano vinha de outra cidade e não foi bem aceito pela turma, o aluno não tinha bons hábitos de higiene e o mais importante de tudo não sabia nem escrever seu nome direito estava ali por não poder ficar nas turmas de alunos menores por já ser um adolescente. Os alunos não o aceitava na sala e foi distanciando da turma. Fui encarregada pelo gestor a tentar pelo menos alfabetizar este aluno. Comecei conversando trocando ideias com ele sobre a vida o mundo em que vivemos e resumindo o fiz enxergar a importância da higiene para o ser humano contando historias de doenças que entram em nosso organismo por falta de tais hábitos, descobri que ele não tinha mesmo com que se cuidar e começamos a dar presentes enfim: Em um belo dia fui surpreendida com este adolescente lendo no quadro de avisos da escola um enunciado e discutindo o assunto com colegas com muita intimidade e desenvoltura. Fica esta cógnita a falha na aprendizagem é do aluno ou do professor? por que um professor consegue e outro não? o que está faltando ?
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Oi Elisabeth... Concordo com a questão da afetividade, do amor, da relação professor-aluno... e também me inquieta por que não há uma equidade entre os professores... penso que eles possuem repertórios diferentes de aprendizagem e de ensino também, e que os professores que não tem conseguido êxito necessitam de apoio pedagógico da equipe da escola, ser ajudado, apoiado... o que muitas vezes também não é tarefa fácil, porem, é necessário enfrentar, por que como bem refletiu, a responsabilidade pelo aluno que não aprende é de todos os adultos, e não dele sozinho... Boa noite...
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Sabe-se que é lei proporcionar a recuperação de aprendizagem. O grande nó é, como fazê-la de forma eficiente e eficaz
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Excelente reportagem e muito esclarecedora. Partilho da mesma opinião de que a chave está na formação dos professores e até mesmo gestores. E, vou além na realidade a qual estou inserida o fio condutor está na aplicabilidade dessas formações em sala de aula, pois as formações aconteceram e estão acontecendo, porém as crianças não estão aprendendo...Portanto, percebe-se a necessidade de acompanhamento por parte dos gestores e maior conscientização dos professores.
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O maior problema encontrado, como já foi citado por vários colegas é o comparecimento do aluno no contraturno, bem como detectar e trabalhar essas diferenças em salas onde o professor passa apenas uma vez por semana. Contudo não devemos desanimar nem esmaecer nossos esforços de fazer com que todos aprendam, não só Português e Matemática e sim todas as disciplinas. Uma experiência exitosa que posso citar é casar as aulas de Educação Física que também acontece no contraturno aqui no meu município com as aulas de reforço, já que os aluno não falta a mesma.
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Acho que os pais não gostam muito de ajudar nessa parte, nem sempre ajudam nas tarefas de casa e levar as crianças em contra-turno é um grande sacrifício. Talvez se durante dois dias da semana as crianças ficassem integralmente na escola seria uma grande solução para essa desfasagem, pois teriam um acompanhamento com a Pedagoga, com uma Psicologa e também a Professora para essa adaptação de reforço, acho que seria uma grande mudança de comportamento em prol desse aluno.
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