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17/03/18
SOBRE O CURSO Discutir os principais aspectos do...
Joice Lamb
publicou no grupo Recuperação o ano todo

Atividade 1- Apresentação

 

Olá, meu nome é Joice Lamb e sou professora da Rede Municipal de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, desde 1991. Já fui professora tanto dos anos iniciais quanto dos anos finais, além de ter assumido a direção de uma escola por 3 anos e estar desde 2012 ocupando a função de Coordenadora Pedagógica na EMEF Profa Adolfina J. M. Diefenthäler, também em Novo Hamburgo. Minha formação inicial foi no curso de Magistério, quando realmente compreendi que queria ser professora. Depois, formei-me em Letras e fiz especialização em Gestão Escolar. Atualmente, curso a especialização em Coordenação Escolar pela UFRGS. Também gosto de trabalhar com a formação de professores. Já ocupei a função de formadora no Gestar II de Língua Portuguesa e agora sou Orientadora de estudos do PNAIC. Sempre me preocupei com a questão da reprovação e com o fato de que poderia ser considerado comum ou normal na escola se alguns alunos não aprendessem. Acredito que este grupo poderá ajudar a todos na busca de uma Educação mais igualitária!

 

Gostaria que agora vocês pudessem também apresentar-se falando um pouco da sua atuação na escola, lembrando e refletindo também sobre o que cada um entende por recuperação escolar e como ela deve se desenvolver dentro da sala de aula e na escola como um todo. Vamos lá?

 

 

Não se esqueçam de comentar neste post, para facilitar a organização do grupo.

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Comentários

Olá! Meu nome é Patrícia Scarabel, professora efetiva da Rede Municipal de Mogi Guaçu/SP. Cursei Magistério e em seguida Pedagogia. Já atuei como diretora de escola, coordenadora pedagógica no Ensino fundamental I e II, bem como formadora do PROFA e do PNAIC. Atualmente ocupo o cargo de coordenação da equipe de professores do apoio pedagógico em nossa rede de ensino. Uma tarefa difícil! Estou muito feliz por participar desse grupo e das discussões acerca da recuperação escolar dos nossos alunos.
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Olá, Patrícia, seja bem-vinda a este grupo. Cada um de nós tentará lançar uma luz a este tema, a partir do seu lugar. Acredito que sua experiência na coordenação de uma rede será muito importante, principalmente quando discutirmos as propostas institucionais para o tema.
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Sou Luciana Dida da Silva, professora da rede municipal de ensino, em Padre Bernardo, Goiás. Trabalho com crianças de 8 a 10 anos, em uma turma de 4º ano, e com adolescentes, com aulas de Português. O Magistério é a maior paixão da minha vida, e acredito que a Educação transforma positivamente a vida de alguém, dando oportunidades de crescimento iguais a todos.
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Luciana, penso que não há nenhum bom profissional sem um pouco de paixão, não é? Dizem muito para os professores que eles devem ser profissionais, concordo com isso, mas, eu diria também aos outros profissionais que deveriam ter um pouco mais de paixão. Seja bem-vinda a este grupo.
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Oi, Boa Noite! Sou Tamires Riceli, estudante de Pedagogia (UERJ), decidi entrar nesse fórum para aprender mais sobre esse tema bem instigante, pois agora a rede municipal do meu estado, RJ, decidiu trazer novamente o "Integral" para as escolas, onde as crianças receberão aulas de reforço ou uma recuperação paralela.
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Olá, Tamires! O turno integral é um avanço importante considerando a necessidade cada vez maior de manter as crianças e os jovens mais tempo na escola. Poderemos discutir adiante sobre como é que este "integral" pode ajudar a garantir uma aprendizagem significativa a todos os alunos. Seja bem-vinda ao grupo.
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Oi, sou Claudete Medeiros,tenho magistério,sou graduada em Letras pela UFRN e pós-graduada em Educação Infantil e Coordenação Pedagógica também pela UFRN.Iniciei minha docência em 1985 ensinando pré-escola e 3°ano primário, de lá prá cá fiz de tudo nas escolas, saí do primário e fui para o ensino médio lecionando língua portuguesa e redação. Depois migrei para uma direção de escola onde permaneci 6 anos; e lá se vão 31 anos.Atualmente estou aguardando minha aposentadoria na rede estadual de ensino e na rede municipal estou numa coordenação pedagógica a qual muito me satisfaz por apaixonar-me pelo segmento quando fiz minha pós-graduação.Entendo recuperação escolar como algo que deve acontecer durante todo o ano e dependendo do que o professor quer recuperar de acordo com o significado da palavra reaver o que se perdeu;adquirir novamente o que se perdeu ou deixou de aprender.Sabemos que somos diferentes e aprendemos também diferentemente, e dependendo do que o professor acha que aquele aluno precisa saber na ano em que está e com a idade ele precisa refletir sua prática buscando estratégias de conseguir motivar aquele ou aqueles alunos a ir mais além do que já sabe.
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Claudete, concordo com você quando se refere ao trabalho na coordenação pedagógica. Eu também me realizo com este trabalho. O olhar atento do coordenador pedagógico faz uma diferença enorme na construção de uma escola mais próxima das necessidades dos alunos. Acredito que teremos muito para trocar neste grupo. Seja bem-vinda!
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Olá, eu sou Celma Alves da Silva, professora da rede pública de Ibitiara, BA. Atuo como supervisora técnica do ensino fundamental anos finais. Sou pedagoga e psicopedagoga e também especialista em gestão escolar. Pelo Instituto Chapada de Educação e Pesquisa sou formadora de educadores do segmento da educação infantil. Tenho experiencia em formação de professores desde 2001. O meu interesse em participar do grupo é pensar em quais impactos nas aprendizagens das crianças podem ser gerados quando se zela pela aprendizagem de cada um e de todos. Iniciamos em nossa rede em 2014 a discussão sobre recuperação paralela e orientamos os diretores e coordenadores a elaborarem os projetos de recuperação juntamente com os professores nas escolas. A tarefa agora é acompanhar mais de perto e monitorar as ações desenhadas por cada grupo para que nenhum aluno fique para trás, pois o fantasma do fracasso escolar ainda circunda a rede, especialmente nos anos finais - 6º e 7º ano. Assim penso que a nossa troca de experiencias favorecerá outras possibilidades de trabalho em prol desta causa. Abraços!!
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Celma, estou muito entusiasmada com as possibilidades que a discussão neste grupo pode gerar. Trocar experiências é muito positivo. Estou ansiosa para saber mais sobre os projetos desenvolvidos nas escolas da rede em que atuas. Na atividade 3 teremos o espaço de discussão das ações institucionais. Seja muito bem-vinda a este grupo.
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Bom dia, sou Elaine Scarpioni, Professora de Português/Inglês nas Redes Públicas de SP. Atualmente atuo como Psicopedagoga na PMSP e desenvolvo o trabalho com profissionais multidisciplinares (Psicólogos, Fonoaudiólogos, Assistente Social, Pedagogos) atendendo as escolas municipais da Rede Municipal de Ensino. O foco do trabalho é apoiar e acompanhar alunos que por algum motivo não tenha avançado no processo de alfabetização (leitura, escrita, raciocínio lógico matemático) ao longo dos ciclos escolares. O núcleo por nome NAAPA (Núcleo de Apoio e Acompanhamento a Aprendizagem) recebe as queixas escolares e avalia multidisciplinarmente atendendo o aluno, escola, família e se necessário articulando com a Rede de Proteção Social (Saúde, Assistência Social, Justiça). Uma das ações é apoiar a escola na oferta da Recuperação Paralela e Projetos no contraturno para que os alunos além de frequentar as aulas regulares possa ser atendido em projetos que visem melhorar a qualidade do ensino e atender as necessidades pedagógicas dos alunos. Esse debate me interessa para esclarecer formas de trabalhar a recuperação escolar para que os alunos possa ter oportunidade de frequenta mais um espaço disponível para avançar no processo de escolarização.
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Eliane, sua experiência será muito importante na nossa discussão. Os professoras regentes das turmas não podem ser o únicos responsáveis pelo acompanhamento da aprendizagem. Em Novo Hamburgo, onde trabalho, também temos centros de atendimento multidisciplinar. S
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Olá! Meu nome é Talitta, graduada e pós-graduada em Educação Infantil e SI, pela UNOESC. Moro em Treze Tílias, um município turístico com aproximadamente 8.000 habitantes. Trabalhei 10 anos no Pré escolar e 5 no quarto ano. Atualmente sou gerente de educação e cuido da parte pedagógica das instituições de ensino do município. Como estamos revendo nosso sistema de avaliação, achei o tema recup[eração interessante. Pois entendo que recuperar é voltar e pegar novamente o que não conseguimos pegar anteriormente. Mas o que percebo, é que muitos professores recuperam somente a nota, dando uma outra avaliação, sem preocupar-se em reaplicar o mesmo conteúdo utilizando-se de outras metodologias, para aqueles alunos que não aprenderam, apropriar-se dele de uma outra forma. Sou totalmente contra, também, da reprovação!!! Minhas colegas ficam loucas comigo! Mas, penso que, reprovar é dizer para o aluno que ele não aprendeu nada durante um ano inteiro! Além disso, a carga emocional de uma reprovação é enorme. Todos os seus colegas vão e ele fica para trás, com alunos de outra faixa etária, em outra fase do desenvolvimento. Isso não é ajudar o indivíduo! Desculpem o desabafo!
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Talitta, o tema da reprovação é muito complexo e gera algumas batalhas. Eu, particularmente, defendo todas as possibilidades de não reprovação. Também considero que quando um aluno reprova, reprovam junto com ele professores, coordenadores, gestores, família... Mas é sobre o aluno e sua família que recaem as recriminações e os pesares. Vejo isso como um processo injusto e excludente e me incomoda demais o argumento de que não havendo mais a possibilidade de reprovação, ninguém aprenderá mais. Argumento raso e preconceituoso, não acha? Por outro lado, existem sim muitas crianças que precisam de um acompanhamento mais próximo para poderem desenvolver suas habilidades a contento.Acredito que poderemos falar mais sobre isso durante as atividades do grupo. Sua participação será muito importante.
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Olá Professora Joice e colegas! Sou pedagoga, trabalhei na educação infantil por 8 anos e como alfabetizadora durante 5 anos. Fiz especialização em Psicopedagogia e em Educação Inclusiva. Através desta ultima atuei na sala de AEE por dois anos. Desde 2012 estou na direção. Nossa escola pertence a rede estadual de educação de Goiás e trabalhamos com a primeira fase do Ensino Fundamental. Em nossa primeira formação este ano discutimos muito sobre a recuperação contínua dos alunos e ressaltamos a importância do processo de avaliação para fazer os diagnósticos e assim oferecer a recuperação para os aqueles que não alcançaram as expectativas de aprendizagem. Essa recuperação será um de nossos objetivos para fortalecer a aprendizagem dos alunos.
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Juliana, fico imensamente feliz com o seu relato. Penso que é dever dos gestores colocar este tema em pauta e o fato que você já o tenha feito na sua escola será de grande valia para a discussão neste grupo.
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Olá, meu nome é Daniela, sou professora de Língua Portuguesa, atuo no ensino médio, em uma escola estadual e também ministro aulas particulares. Creio que o trabalho que efetuo com alunos particulares se enquadre com recuperação dos conceitos vistos em sala de aula, porém penso que esse trabalho de revisão dos conceitos ministrados em sala de aula deveriam ocorrer dentro da escola, de modo individualizado, seja no turno inverso, bem como em qualquer outra plataforma que a tecnologia oferece.
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Olá! Meu nome é Espedita Iva da Silva, professora efetiva da Rede Estadual de São Paulo/SP. Cursei Letras, posteriormente fiz Gestão Escolar. Atualmente sou Coordenadora Pedagógica do Ensino Médio. Gostei da oportunidade de participar desse grupo com o objetivo de discutir sobre as possibilidades da recuperação escolar visando o crescimento individual de cada aluno.
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Olá, sou Marta Pires Oliveira, professora do Ensino Fundamental II e coordenadora do Ensino Fundamental I, da Escola Recanto Feliz, Ruy Barbosa/BA. Começamos a discutir desde a semana pedagógica em nossa escola, sobre a recuperação escolar e chegamos a conclusão que podemos e devemos recuperar as dificuldades apresentadas pelo nosso aluno antes do período determinado no calendário escolar, podemos mudar o nosso olhar e começar a agir para que o discente possa avançar.Mas como?Quais estratégias?Como fazer isso no dia a dia, com um tempo tão cronometrado?São esses os meus questionamentos e anseios.
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Marta, quando discutimos com os professores sobre o tema da recuperação sempre nos vem a mente a questão do conteúdo, do tempo, do cronograma. talvez seja preciso olhar para esta questão por outros ângulos. Percebo que este grupo já possui muitas pessoa interessadas nisso. Seja bem-vinda você também.
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Olá! Meu nome é Ivanete Inácia de Abreu, atuo na função de Coordenadora Pedagógica na Rede Estadual de Educação em Santo André.Acredito que terei muito o que aprender com vocês. Abraços.
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Boa noite. Muitas expectativas neste, haja visto que o rendimento e aprendizado em sala de aula demandam alguns cuidados. Ha quem pense ser paliativo, ou seja, funciona apenas como fator complementar às demandas de classe. Acredito piamente e quero fazer parte para resgate da identidade no aprendizado. Vamos aprofundar, conhecer, aperfeiçoar, contribuir com muito amor a formação como um todo.
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Olá, como você diz, o acompanhamento individual dos alunos não é só um trabalho complementar, e, talvez, nem devesse chamar-se recuperação, não é? As crianças e os jovens aprendem de diversas maneiras e em diversos tempos. Os professores e os gestores precisam perceber que cada um precisa ser atendido na sua necessidade, ou seja, não podemos dizer que um está sendo "recuperado" em relação ao outro ou ao conteúdo. Acredito que poderemos discutir isso mais profundamente durante o tempo que durar o grupo, na companhia de muitas pessoas interessantes e interessadas. Seja bem-vinda você também.
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Olá! Sou Elizabeth já ensinei em escola publica, hoje estudo pedagogia resolvi fazer parte deste grupo para somar e dividir experiencias! Vejo a recuperação escolar como uma saída justa para os alunos que não conseguem acompanhar a turma, Deve sim ser desenvolvida dentro de sala no final de cada aula. Poderia ser feita em uma reprise da aula ou revisão com o apoio da turma! onde uns ajudariam aos outros.
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Meu nome é Ana Lúcia Dias, hoje, sou técnica em educação da Sedec/Barbacena. Fui professora nas diversas turmas dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O tema discutido neste evento sempre me levou à refletir sobre o contexto a que se refere. Por isso, acho oportuna a reflexão em grupo para que possamos chegar a um consenso. No conceito utilizado na educação, por décadas, a recuperação deve variar conforme a necessidade individual do educando. Como já foi dito anteriormente, a aprendizagem é concebida pelo aluno de forma subjetiva. Assim, a metodologia aplicada deverá atender aos interesses e necessidades de cada aluno, podendo variar entre textos, jogos, brincadeiras etc. Retomando o pensamento inicial, a palavra recuperação significa encontrar algo perdido. No entanto, se a aprendizagem não aconteceu significa que ainda não foi adquirida. Nesse sentido, como recuperar o que nunca foi meu?
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Desde que comecei a mediar este grupo, Ana Lúcia, tenho me perguntado sobre este conceito de "recuperação". Foi importante que você tenha tocado neste ponto. Estamos considerando que é necessário que o aluno seja "recuperado", não em relação a suas própria aprendizagens, mas em relação ao conteúdo programático do ano escolar ou de uma comparação com seus colegas de turma. Não posso dizer ainda se deveremos recomeçar a pensar sobre o conceito de recuperação em si, ou se apenas uma mudança de nome, acompanhamento, por exemplo, poderia resolver esta questão. Acredito que poderemos discutir isso juntos, não é?
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Olá meu Karina.Sou professora há 12 anos e atualmente estou como Professora Coordenadora do anos iniciais, do programa ensino integral.Temos uma grade diferenciada onde temos orientação de estudo é contamos com professores colaborativos bna sala.
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Karina, o programa que você fala é o Mais Educação ou um programa próprio da sua rede? Penso que a Educação Integral deve ser considerada na nossa discussão neste grupo. Seja bem-vinda!
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Bom dia à todos! Sou Silvia dos Reis Bernardes, diretora de uma escola particular Ed.Infantil e FundI. Minha formação é magistério, pedagogia, psicopedagogia e construção da autonomia moral, além de vários outros cursos. Em nosso grupo de estudo no colégio, o assunto recuperação escolar é sempre intrigante, queremos atender os alunos constantemente para que não cheguem na recuperação, mas a rotina diária, nem sempre contribui...Acredito que este grupo será uma oportunidade de muita aprendizagem.
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Então, minha pequena experiência foi em escola particular, com turmas em média de vinte e cinco alunos. Percebo que em turmas maiores as dificuldades serão ainda mais complexas, considerando a diversidade e desigualdade individual e coletiva dos atores. Vamos ao trabalho, temos muito que aprender e apreender.
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Talvez possamos, neste grupo, considerar que a diversidade e a desigualdade individual possa ser um fator de vantagem para o processo de aprendizagem. Seja bem-vinda para expressar suas sugestões e suas dúvidas.
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Olá! Meu nome é Sandra Maria, professora efetiva da rede estadual de Araguari/MG. Trabalho há 29 anos como professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Já fui tutora presencial do Curso de Pedagogia da Universidade Aberta. Recentemente participei do curso de formação PNAIC. atualmente atuo como professora regente do 5º ano do Ensino Fundamental. E como em todos os anos me deparo com o grande desafio de fazer com que todos consolidem suas aprendizagens. Este grupo de estudos com certeza nos ajudará no processo de recuperação escolar dos nossos alunos. Estou feliz por fazer parte dessa iniciativa. Um abraço a todas!
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Olá sou Ana Arlete, já trabalhei em quase todos os cargos dentro da escola e agora trabalho na secretaria de educação na Gerencia de Orientação Educacional e Coordenação Pedagógica...
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Boa noite, meu nome é Marlise Führ. Tenho formação em Magistério, Pedagogia e Psicopedagogia Institucional e Clínica. Atualmente atuo na Coordenação Pedagógica da SEC de Arroio do Meio - RS. Este tema de estudo vem de encontro a uma demanda que temos em nosso município e acredito que participar deste grupo será de grande importância para pensarmos em estratégias de mobilização da comunidade escolar com o objetivo de garantir a todos os estudantes o sucesso em sua trajetória escolar. Bom trabalho a todos.
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Olá a todos! Sou Leonardo Saraiva, professor de matemática do ensino fundamental e médio de uma escola estadual em Fortaleza-CE, além de também ter sido professor regente do laboratório de matemática da mesma (até o governo estadual ter cortado a lotação nesse equipamento). Sou licenciado em matemática pela UFC, especialista em educação a distância pelo SENAC. Já fui coordenador pedagógico de uma escola de idiomas. Estou bastante animado por participar desse grupo e imagino que poderemos compartilhar, além de informações, boas experiências.
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São as experiências que carregamos, boas ou más, que nos ensinam, Leonardo. Acredito que esta discussão será muito pertinente para todos.
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Olá, meu nome é Danilo Siqueira sou professor de matemática do Ensino Fundamental 2. Acredito que essa preocupação durante todo o processo de aprendizagem se está havendo total entendimento do conteúdo por parte dos alunos de grande relevância. E penso que na área de exatas é que devemos ter esse olhar mais atento.
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Danilo, um olhar atento é imprescindível para que possamos realmente compreender o processo de aprendizagem dos nossos alunos e, ao mesmo tempo, compreender nosso próprio processo. De repente, a gente também aprende... Seja bem-vindo.
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Olá! Meu nome é Cássia Magaly. Cursei Magistério, depois Biologia. Anos mais tarde fiz Psicopedagogia, Pedagogia e Gestão Escolar. Sou professora de Ciências e Conhecimento Gerais, além de Orientadora de Estudos num Colégio da rede privada em Paulínia, SP. Estou bastante interessada nas discussões que possam surgir a respeito de recuperação escolar. Estou ansiosa para adquirir novos conhecimentos.
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Bom dia! Sou Ana Marta Nunes da Silva de Araujo, desde 2013 estou como orientadora de estudo do PACTOPNAIC na cidade de Itaberaba – BA. Fiz Magistério no Ensino médio, licenciatura em Pedagogia pela UNEB e Psicopedagogia pelo IBPEX. Minha trajetória profissional é bem variada, já atuei como professora de Educação infantil, do Ensino Fundamental I e II e do EJA no Ensino médio; Coordenadora pedagógica de Educação infantil; Supervisora e Coordenadora do Se liga e Acelera Brasil (Instituto Ayrton Senna - IAS), nesse mesmo município. Mas na realidade, sou efetiva como professora do Ensino fundamental I e Coordenadora pedagógica. A preocupação em como realizar de maneira adequada estratégias de ensino com vistas ao aluno adquirir conhecimentos, que não foram possíveis no período da rotina “normal” de aulas, é comum a muitos educadores, inclusive eu. E esta proposta da Nova Escola sobre recuperação, nos dá a oportunidade de discutirmos em pares sobre um assunto tão importante para que o ensino seja de fato de boa qualidade.
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Sou Rosilene Rodrigues de Oliveira Xodas, professora efetiva da rede Estadual de São Paulo, estou como coordenadora dos anos iniciais da E.E. Profª Jocila Pereira Guimarães desde 2007.Feliz por participar desse grupo, pois acredito que seja nosso maior entrave trabalhar recuperação com alguns alunos, proporcionando o avanço de todos.
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Olá à todos do grupo! Sou Elaine Faria, de Bragança Paulista. Atuo à 22 anos na área da educação, comecei no curso de magistério, mas na prática iniciei como brinquedista numa brinquedoteca, o que fez toda a diferença na minha formação como educadora. Depois prestei um concurso publico e estou à 15 anos na rede municipal da minha cidade na modalidade educação Infantil. Tambem já passei pela gestão escolar, como diretora e dei aulas na escola de tempo integral de ensino fundamental. Hoje estou na educação Infantil - 5 anos- e na formação de professores. Me chamou atenção o fato de só mais uma outra professora de educação infantil ter se apresentado no grupo. Defendo muito a importância do olhar do professor, com relação a aprendizagem para esta faixa etária, não com relação à recuperação escolar, mas com a preocupação de oferecer experiencias de qualidade atendendo os variados modos de aprendizagens dessas crianças. Bom estudos à todos!
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Sou professora na rede municipal de ensino de Barueri, SP há 15 anos. Também já fui professora na rede estadual de ensino de SP. Nestes 20 anos, desde minha formação inicial em Magistério, tenho atuado no fund1, e nestes últimos 14 anos sempre trabalhei com a alfabetização.
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Olá, meu nome é Vanessa Azevedo Barboza, leciono há 10 anos, entre escolas particulares e públicas, atualmente estou como Assistente Pedagógica em uma EMEIEF na cidade de Santo André, sou formada em Pedagogia e pós graduada em Psicopedagogia e Alfabetização. Sempre me angustiei como fato de ter ccrianças que não consheguiam aprender, ou o faziam com imensa dificufade, isso sempre me impulsionou a estudar e buscar cada vez mais. Por isso acho que neste grupo irei me identificar bastante. Com certeza faremos trocas muito importantes.
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Olá, sou Gabriela Massoni, formada em pedagogia e pós graduada em Coordenação pedagógica e orientação educacional, atuo como coordenadora escolar da educação infantil e ensino fundamental series iniciais e finais a 6 anos e sou professora do Ensino Médio. Quero participar desde grupo de estudo para levar novas discussões para os ACs com os professores, em nossas escolas os principais problemas ou duvidas que os professores tem é como fazer a recuperação sem deixar de lado os alunos que tiveram bom rendimento.
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Gabriela, creio que esta é a dúvida de todos: "como fazer a recuperação sem deixar de lado os alunos que tiveram bom rendimento?" Espero que ao final deste tempo de medidação tenhamos vislumbrado algumas possíveis soluções.
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Cheguei um pouco tarde no grupo, não com menos vontade de refletir sobre o assunto. Sou Andréa Batista, professora há 21 anos lecionando desde a educação infantil na escola particular, Mova, fundamental, fui coordenadora pedagógica por um ano e meio, mas minha vida é sala de aula hoje estando na Prefeitura de São Paulo e Prefeitura de Guarulhos no ensino fundamental, não me canso de estudar e pesquisar apesar das dificuldades do dia a dia. Na minha opinião a recuperação acontece primeiro diariamente em sala de aula mesmo no modo em que apresentamos os assuntos e atividades, o enfoque dado, as atividades em grupo e também poderia se tivéssemos recursos e pessoal suficiente seria bastante eficaz um tempo voltado apenas aos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, com atividades específicas para sanar essas dificuldades.
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Olá, Meu nome é Clécia Paiva, sou professora da rede municipal e estadual do estado da Bahia, sou formada em Letras, com especialização em Língua Portuguesa e Literatura e em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Tenho 20 horas/aula na coordenação de uma escola do ensino fundamental II e por essa razão quis participar da nova escola Clube. Estou gostando das leituras até então realizadas e espero aprender com os colegas.
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Olá pessoal, sou Hednamar, professora Mediadora na Comunidade de Aprendizagem José Mauro de Vasconcelos em Contagem/MG e Professora Pesquisadora no Curso de Especialização no Ensino de Artes Visuais EBA/UFMG. Sou bacharel em Artes e Licenciada em Desenho e plastica pela Escola de Belas Artes/UFMG.Sou especialista em Docência do Ensino Superior pela PUC Minas. Me interessei pela proposta do grupo principalmente pelo novo desafio da mediação da pesquisa em um agrupamento por ciclo. Nesse, do 2º ciclo já notei após o diagnóstico inicial as defasagens de aprendizagem no letramento e no numeramento. Concordo com a recuperação o ano todo, a qual prefiro chamar de intervenções, por ser um termo mais forte e que indica ação e não punição, estímulo à baixa estima aos olhos do aluno. Grande abraço!
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Olá pessoal! Sou Márcia Fernandes, licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e mestranda em Educação pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Atuo na coordenação de educação básica de uma empresa privada, mantenedora de três escolas, e também na rede municipal de Parnaíba, litoral do Piauí, nos anos finais da EJA (4º ciclo). A temática chamou minha atenção por três motivos: primeiro, pelo meu objeto de estudo no mestrado - Planejamento de Ensino, no qual a avaliação/recuperação compõe o processo de planejar; segundo, porque as três escolas que acompanho sentiram a necessidade de discutir e atualizar os processos avaliativos desenvolvidos; e terceiro, porque é muito bom negociar sentidos e compartilhar significados. Acredito que assim nos desenvolvemos como pessoas/profissionais/cidadãos críticos. Agradeço pela oportunidade!
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Oi!! Meu nome é Andréa Perez Leinat, sou professora da rede Estadual do município de Pontes e Lacerda do Estado de Mato Grosso, desde 1990. Já fui professora dos anos iniciais até ao 5º ano, e também coordenadora pedagógica durante 1 ano. Atualmente estou no Cefapro (Centro de Formação e Atualização dos Professores da Educação Básica, trabalhando como professora formadora na área da alfabetização. Minha formação inicial foi Magistério, e o meu magistério foi de quatro anos. Depois me formei em pedagogia e fiz especialização em Conteúdos e Metodologias do 1º ao 4º ano. Já ocupei a função de formadora do Alfabelerar e PNAIC . Tenho a convicção que todos aprendem, independente do seu meio social,e que não se mede o conhecimento de nenhum aluno ou pessoa pela avaliação. Estou feliz em participar deste grupo para estarmos trocando metodologias e conhecimento em prol dos nossos alunos. Abraço a todos!!
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Olá professora o meu nome é Rosilene de Fátima Rocioli Messias sou mestranda e o meu tema de pesquisa é a recuperação de aprendizagem. Atuo como Pedagoga em um municipio do estado de São Paulo. Recuperação escolar ao meu ver, pensando no senso comum, seria a recuperação continua e a paralela. Contudo a indagação. É possível recuperar o que não se tem? Um forte abraço
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Que bom, Rosilene, creio que você poderá contribuir muito para nossas discussões. As outras atividades já estão abertas, aguardaremos a sua participação. Seja bem-vinda!
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Olá professora o meu nome é Rosilene de Fátima Rocioli Messias sou mestranda e o meu tema de pesquisa é a recuperação de aprendizagem. Atuo como Pedagoga em um municipio do estado de São Paulo. Recuperação escolar ao meu ver, pensando no senso comum, seria a recuperação continua e a paralela. Contudo a indagação. É possível recuperar o que não se tem? Um forte abraço
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Olá, muito bom participar desse grupo de discussão! Sou a professora Marizete Queiroz, coordenadora da Escola Técnica EstadualArlindo Ferreira dos Santos,em Sertânia, PE.
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Olá, me chamo Ana Paula Malaquias Pires, sou professora da Rede Municipal de Santo Antonio do Aracangua, São Paulo desde 1998. Já atuei tanto na Educação Infantil quanto nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental (confesso preferir os anos iniciais), além de ter assumido a coordenação do fundamental I por 6 anos, ser supervisora por 1 ano e estar desde o ano passado como professora formadora dos anos iniciais e orientadora do PNAIC. Minha formação inicial também foi no curso de Magistério, depois graduação em Letras e especialização em "O Ensino do texto" teoria e prática em sala de aula, pela UNESP. Atualmente, curso a especialização em Gestão Escolar. Também já ocupei a função de formadora no Ler e Escrever. A questão da recuperação me intriga, pois observo que apesar de algumas crianças reprovarem no final do ciclo a aprendizagem não efetiva, existe uma lacuna no processo de recuperação e reforço dessas crianças.Estou no grupo para compreender melhor esse processo e trocar experiências.
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Olá, me chamo Ana Paula Malaquias Pires, sou professora da Rede Municipal de Santo Antonio do Aracangua, São Paulo desde 1998. Já atuei tanto na Educação Infantil quanto nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental (confesso preferir os anos iniciais), além de ter assumido a coordenação do fundamental I por 6 anos, ser supervisora por 1 ano e estar desde o ano passado como professora formadora dos anos iniciais e orientadora do PNAIC. Minha formação inicial também foi no curso de Magistério, depois graduação em Letras e especialização em "O Ensino do texto" teoria e prática em sala de aula, pela UNESP. Atualmente, curso a especialização em Gestão Escolar. Também já ocupei a função de formadora no Ler e Escrever. A questão da recuperação me intriga, pois observo que apesar de algumas crianças reprovarem no final do ciclo a aprendizagem não efetiva, existe uma lacuna no processo de recuperação e reforço dessas crianças.Estou no grupo para compreender melhor esse processo e trocar experiências.
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Olá, meu nome é Tatiana Emidio e sou professora da Rede Municipal de Aquiraz, no Ceará, desde 1999. Já fui professora tanto dos anos iniciais quanto dos anos finais, estou desde 2013 ocupando a função de Formadora da área das Ciências Humanas e Sociais, ou seja ministro formações mensais para os professores da rede na área de História e Geografia do Ensino Fundamental anos finais. Minha formação inicial foi em História e Geografia, após alguns anos fiz a Pós-graduação no Ensino de Historia e Geografia na UFC e hoje, devido a área em que estou atuando e por não ter o curso de pedagogia, estou cursando um curso de Pós-graduação agora em Gestão e Coordenação Pedagógica pois gosto muito de trabalhar com a formação de professores. Recuperação escolar é um ponto munto relevante pois não se deve compreende-la como recuperar apenas as notas e sim recuperar o conhecimento do aluno isso em relação a todas as disciplinas, não apenas focado em Língua Portuguesa e Matemática.
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Bom dia a todos, meu nome é Claudionor, sou formado em educação física, atualmente trabalho no colégio da polícia militar do ceará, na coordenação do reforço escolar e olimpíadas científicas, nosso reforço é voltado para matemática e português, além das aulas olímpicas que ocorrem aos sábados, no colégio a tarefa as vezes é difícil de fazer aquele aluno que foi reprovado ou que passou pelo conselho vir para as aulas de reforço, no entanto a nossa insistência é maior, procuramos acompanhar esses alunos também através dos resultados das provas parciais, para saber do desenvolvimento dos alunos durante todo o ano escolar e ver se o reforço está surtindo efeito desejado.
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Olá, meu nome é Thais. Sou professora da rede municipal de Poços de Caldas-MG. Pós graduada em Gestão escolar e estudando Pós em Psicomotricidade no momento. Trabalho com uma turma de 20 alunos do 3(terceiro)ano, dentre eles, 6 participam do projeto de recuperação da escola, com outras professoras, a partir das dificuldades diagnosticas em sala de aula. Tenho 2 alunos, que terei que desenvolver um plano diferenciado, pois estão em nível de 1(primeiro)ano. E um trabalho difícil, pois envolve a autoestima da criança.Mas acredito que com dedicação teremos bons resultados e o sucesso desses alunos.
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Boa noite Joice, feliz por fazer parte desse grupo!!! Gostaria de saber onde você coordenou a gestão escolar. Gostaria muito de fazer esse curso! Esse é meu primeiro ano de coordenação, se você puder me indicar cursos ou estudos para estar aperfeiçoando conhecimentos para esse cargo, agradeço imensamente, pois estou tendo muitas dificuldades!!! Obrigada Abraços
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Olá, meu nome é Tatiane sou estagiária na Rede Municipal de Franca - SP, desde o ano passado, concluo a minha Licenciatura em Pedagogia no final do ano. Adoro fazer estágios pois aprendo um pouco mais a cada dia, procurei ficar pelo menos uma semana em cada sala de aula durante o meio do ano passado e esse inicio de ano para eu estar me adequando desde o pré até a 4 série do ensino fundamental a uma grande mudança no comportamento da turma e também das professoras, hoje estou como monitora de uma criança com deficiência intelectual e vejo o quanto foi bom estar convivendo com todas essas mudanças. E sobre a recuperação escolar acho que deveria ter o nome de adaptação escolar pois acho que as crianças tem o seu tempo para aprender e com salas muitos lotadas nem sempre a professoras se empenham em estar criando dinâmicas para ensinar. O que eu acho que é uma pena, pois não vejo que seja um grande sacrifício apesar de que a maioria delas fazem parecer. Eu me orgulho por aquelas que se dedicam e se tivesse uma adaptação constante a evolução escolar seria ótima eu digo isso porque faço parte de um projeto de matemática em paralelo com horário das rep e vejo nesses dois meses que as crianças, estão bem mais aplicadas e com vontade de aprender e em toda as aulas as vezes com didáticas ou com uma forma lúdica e criativa vou ensinando o quanto é fácil e gostoso aprender matemática.
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ola, estou entrando no grupo hoje, meu nome é Marcia Gianne, sou psicopedagoga e dou assessoria a uma escola particular na minha cidade, que se chama Irecê e fica no interior da Bahia (490km de SSA)aproximadamente, estou feliz em fazer parte do grupo e pretendo trocar e aprender com as experiencias desse grupo.
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Olá pessoal.sou Mirian Silvano Pereira, pedagoga da Rede Estadual do Espírito Santo numa escola de ensino médio. Por necessidade de trabalho,conclui o Magistério em 1975 e fui ser professora aos 17 anos. Ao me identificar com a profissão cursei Pedagogia, habilitação em Supervisão Escolar e Magistério das Matérias Pedagógicas.Tenho mais de 35 anos de trabalho na educação e muito ainda a aprender.Já atuei como professora da educação infantil até superior, pedagoga, diretor escolar,coordenador de turno e na formação de professores.A dificuldade de aprendizagem de alguns alunos sempre foi um tema muito intrigante para mim e objeto de estudos e tentativas de ajudá-los a aprender. Não acredito que o aluno persista na situação de não aprendizagem por querer. Acredito que nós, escola é que não conseguimos ainda atender à diversidade, falta-nos condições de trabalho adequadas a esse fim. Cada um tem seu jeito e tempo para aprender,precisamos estudar para descobrir quais metodologias adequadas a cada caso. O fracasso da reprovação NÃO é culpa do aluno e muito menos da família.Espero encontrar aqui cada vez mais conhecimentos que possam enriquecer minha prática.Um grande abraço a todos.
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Olá! Meu nome é Flávio Dias, sou professor de matemática e física da rede pública do estado de São Paulo. Também curso Filosofia pela UFSJ. Atualmente leciono para turmas do 9° ano do ensino fundamental, 2ª e 3ª série do ensino médio, além de integrar um projeto da OBMEP como orientador. Acredito que a recuperação escolar é extremamente importante no processo de ensino, afim de garantir aos nossos alunos reais oportunidades de crescimento de desenvolvimento, superando eventuais defasagens. É algo que deve ocorrer durante todo o processo afim de garantir maior qualidade na aprendizagem e avanço aos alunos.
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Olá, boa tarde! Sou Ana Crústica, supervisora pedagógica do Colégio Paraíso em Juazeiro do Norte.
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