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17/03/18
SOBRE O CURSO Discutir os principais aspectos do...
CÁSSIA MARIA VIEIRA SILVA
publicou no grupo Organização do espaço na creche

Atividade 1: Apresentação

Olá, meu nome é Cassia Vieira Silva e sou formadora de gestores e professores da Educação Infantil. Trabalhei como professora e Coordenadora nas escolas da Rede Municipal de Educação Infantil de São José dos Campos por 29 anos, onde atuei como Coordenadora de Creche por 13 anos. Nesse tempo de creche, juntamente com a Equipe da Secretaria de Educação e outras Coordenadoras, além de outras atribuições, realizei estudos e pesquisas sobre a faixa etária de 0 a 3 anos para elaboração da Proposta Curricular de São José dos Campos, período em que pude me aprofundar muito a respeito do trabalho com os bebês.

Como atividade inicial, gostaria que vocês também se apresentassem, falando um pouco de sua atuação na escola e como é a organizado os espaços dos bebês onde trabalham. Principalmente, eu gostaria que compartilhassem quais são os seus maiores desafios sobre este assunto. Este é o momento de falar sobre nossas dificuldades e dúvidas, assim conseguiremos ter como objetivo, nas próximas semanas, resolver essas questões.

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Comentários

Boa noite, meu nome é Lidia de Melo Karklis e sou professora de Educação Infantil numa creche da Rede Municipal.O maior desafio é o espaço e também a resistência da gestora em mudar o layout da sala para melhor comodidade dos bebês.
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Olá Lidia, prazer em conhecê-la. Os estudos sobre a aprendizagem dos bebês e as suas necessidades num ambiente coletivo, ainda é bem recente no Brasil. Se aprofundar para ter conhecimentos sobre esse assunto é apaixonar-se ainda mais pela nossa profissão e consequentemente proporcionar aos pequenos, um ambiente aconchegante e rico em aprendizagem. Vamos fazer um pouco disso aqui, e quem sabe você poderá influenciar os gestores da creche que você trabalha, para que em parceria vocês possam transformar os espaços dos bebês. Essa semana estreou o documentário “O Começo da Vida”, da diretora Estela Renner baseado nas recentes descobertas da neurociência sobre a primeira infância. Será exibido em algumas salas de cinemas em todo país e estará disponível gratuitamente na plataforma online VIDEOCAMP. Seria muito interessante assisti-lo para enriquecer nossos estudos.
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Bom dia, me chamo Gizely Muirragui e atualmente trabalho com o ensino médio, estou participando do grupo, pois estou fazendo o curso de pedagogia em séries inicias e pretendo me informar cada vez mais.
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Olá! Sou a Marcia Regina Vicentin, professora de Educação Infantil na Prefeitura Municipal de Campinas-SP há mais de 12 anos. Atualmente trabalho com crianças de 4 meses à 1 ano e 4 meses, denominado como Agrupamento I na Rede Municipal. Sou fascinada por esta faixa etária e procuro me empenhar ao máximo para que esses pequenos se encantem como me encanto por eles, porém, as dificuldades às vezes atrapalha e me vejo muitas vezes frustada em não conseguir realizar o meu trabalho com os bebês. Uma das maiores dificuldades é o número de crianças: 25, com 4 adultos de manhã e 3 adultos à tarde, sem contar na estrutura física, principalmente do banheiro inadequado. Espero que neste espaço podemos debater sobre o assunto e pensar em como podemos melhorar as nossas condições de trabalho e que nós, que trabalhamos com esta faixa etária, e principalmente os bebês sejamos respeitados.
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Olá Marcia, bem-vinda ao grupo! Nossa, você já tem bastante experiencia com os bebês, irá contribuir muito em nossas discussões. Nessa faixa etária, muitas vezes achamos que o nosso trabalho não está acontecendo, mas quando se passa algum tempo e avaliamos cada um dos bebês é que verificamos o quanto avançaram. Não é assim? Pense também que o educar e o cuidar estão sempre juntos, já que o tempo todo acontece troca de fraldas, banho, alimentação, sono, etc. Nesse meio tempo, muita coisa acontece, inclusive a aprendizagem. Nossos estudos possibilitará que você reflita sobre a sua prática considerando as especificidades da creche em que trabalha, e consequentemente como melhorar os espaços dos seus bebês. Além de desenvolver um trabalho planejado de acordo com o desenvolvimento dos bebês, é preciso investir na parceria da equipe da sala, onde as funções dos adultos devem estar claras. Temos que considerar também que o espaço atua como um terceiro educador, pois se as crianças interagem nele com autonomia, desde que esteja dentro do campo de visão do adulto, ao mesmo tempo é possível interagir com outras crianças em pequenos grupos e ou até individualmente.
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Ola, sou professora de creche no município de Itanhaém, trabalho há quatro anos com crianças de 2 anos.Um dos maiores desafios talvez seja o espaço em relação a quantidade de alunos. Proporcionar um ambiente aconchegante e de aprendizagem em salas com espaço físico pequeno.
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Olá Priscila! Durante nossos estudos veremos que a observação das ações das crianças dentro dos espaços é um grande aliado do professor, pois esta muitas vezes nos mostra quais desafios propor aos pequenos. É importante pensar também, sobre quais materiais e móveis seriam relevantes ter nesse pequeno espaço e quais propostas serão interessantes realizar nele, pois não deixe de incluir os outros locais acessíveis da creche, como por exemplo, os espaços ao ar livre.
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Olá! É um prazer está participando do grupo de discurssão, feliz em poder trocar experiência na área de Educação Infantil com todos vocês. Trabalho em uma Creche Municipal da cidade de Manaus a 8 anos, e esse ano estou atuando com o maternal II. Um abraço a todas.
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Boa tarde! Sou a Aline e atuo como professora na Educação Infantil há 8 anos, passei por algumas instituições que me instigaram muito à pesquisa sobre esta faixa etária,e nos últimos dois anos desenvolvendo um trabalho muito bacana com Arte Contemporânea junto ao Instituto Avisa-lá e IMPAES, o que contribuiu muito para minha formação. Gostaria de ver nas discussões do grupo como podemos contribuir para o desenvolvimento destas crianças, como podemos oferecer vivências que enriqueçam a rotina no espaço escolar, levando em consideração o planejamento semanal, visto que ainda há grande resistência de algumas Instituições e profissionais em considerar as necessidades das crianças, imprimindo uma rotina "engessada" e como podemos adaptar os ambientes.
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Olá Aline! Bem-vinda ao grupo! Vejo que você investe na sua formação e esse é o caminho, buscar conhecimento para saber lidar com os desafios. Quando estes estão nas pessoas é um processo ainda mais demorado, mas não impossível, pois podemos encantá-las mostrando o que os nossos pequenos são capazes, e o registro de imagens é um grande aliado nesse encantamento. Conforme discutiremos sobre as possibilidades de organização dos espaços, você poderá pensar sobre a sua realidade e fazer as adequações, para que aos poucos consiga chegar numa rotina ideal. Você já tem um grande começo, pois a arte é uma linguagem fundamental a ser contemplada na rotina e nos espaços da creche.
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Olá, meu nome é Daiane Garcia e sou estudante do terceiro semestre de Pedagogia. Não tenho experiência como professora, porém estou em busca de qualificação para exercer com qualidade a profissão. Como mãe, tenho experiência com bebês, mas sei que certamente em sala de aula, deve ser bem mais desafiador. Meu maior desafio, creio que seja, conseguir atuar em sala com tranquilidade e domínio. Gostaria que este grupo me trouxesse dicas para conseguir vencer este desafio.
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Bem-vinda ao grupo Daine! Parabéns, esse é um grande começo, buscar informações para atuar em sala de aula. Para trabalhar com crianças na faixa etária de berçário, a sua experiência como mãe vai contar muito, mas vai exigir muita busca de conhecimento sobre como o bebês aprendem e como trabalhar com eles num ambiente coletivo. Os desafios nunca cessam, sempre teremos algo a esolver, faz parte da vida. Quanto a tranquilidade e domínio para atuar em sala, você só vai conquistar realmente na prática, mas as informações que você já possui, irão contribuir muito para amenizá-los
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Olá, Meu nome é Celma Alves Da Silva, sou professora na cidade de Ibitiara desde 199, mas atuei apenas dois anos, também na educação infantil. A minha trajetória maior foi com formação de professores, quando atuando como coordenadora.Há cinco anos atuo como formadora de educadores de educação Infantil da Chapada Diamantina pelo Instituto Chapada de Educação e Pesquisa. Dentro da minha rede atuo com formação de coordenadores dos anos finais, mas aprecio bastante o trabalho com a creche, porque atuei como coordenadora por 1 ano e tenho contato com professores de Creche também, aqui em em outras cidades. Bom, falar sobre as potencialidades de trabalhar em Creches é do perfil das educadoras ( isso mesmo, só vi até agora meninas e mulheres)todas elas apreciam bastante o trabalho com bebês; assim estamos em um terreno fértil. Rs. Dos desafios, elas pontuam os espaços, como transformá-los, apesar de já realizar algumas possibilidades, a exemplo dos contos de atividades diversificadas e na área externa o planejamento de obstáculos para desafiar e observar como os bebês reagem. As professoras trazem sobre o trabalho com projetos, que a maioria já realizam, porém tem algumas incertezas frente a este trabalho, especialmente quando se trata da linguagem oral e escrita na creche. Bom, vamos conversando...
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Olá Celma, bem vinda ao grupo! Muito bacana que já houve mudanças nos espaços dessas creches que você cita, onde as educadoras já promovem situações diversificadas para atender os diferentes interesses das crianças, inclusive utilizam a área externa para realizar atividades com desafios de movimento. Um dos principais eixos de trabalho com as crianças de berçário é a oralidade, pois nessa fase a linguagem ainda está em desenvolvimento. A escrita é utilizada somente na função social, em que o educador vai ser um modelo/referência quando anota o nome da criança nos pertences pessoais delas, conta histórias utilizando livros, escreve bilhetes na agenda, etc., pois nesse momento os pequenos necessitam apenas vivenciar situações desse mundo social letrado. Assim, vamos conversando... rss.
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Olá meu nome é Danilo Siqueira, sou graduando do curso de Licenciatura em Química pelo IFPE, trabalho como docente das disciplinas de matemática e ciências na rede privada no ensino fundamental II, também leciono Química no Ensino Médio em rede privada. Mesmo parecendo bastante distante minha formação com o grupo aqui formado, quero dizer que muito me interesso pelo assunto, em uma das escolas que trabalho tem a Educação Infantil, e mesmo só observando os pequenos quando passo pelos corredores, posso contribuir com uma visão que acha que precisava sim de uma grande melhoria nos espaços. Por almeja ter uma formação em pedagogia, faz com que eu tenha um olhar diferenciado a algumas situações. Enfim, quero contribuir ao máximo com o grupo e com certeza aprender mais ainda.
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Olá Danilo, td bem? Muito interessante esse seu interesse por essa faixa etária tão encantadora. Não basta observar, temos que compreender e participar... rsss. Realmente, quanto mais se conhece sobre os bebês, mais podemos fazer por eles, principalmente realizar intervenções nos espaços, que é um de seus maiores focos de interesse, e assim torná-los desafiadores. Durante nossas conversas, vá comentando sobre o que você observa e tem dúvidas, assim vamos fazendo relação com a nossa prática de educadoras para poder ajudá-lo. Para saber um pouco mais, sugiro que assista ao documentário que indiquei Lídia Karklis, “O Começo da Vida”, da diretora Estela Renner baseado nas recentes descobertas da neurociência sobre a primeira infância. Será exibido em algumas salas de cinemas em todo país e estará disponível gratuitamente na plataforma online VIDEOCAMP.
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Realmente Cássia, preciso aprender muito com eles e compreende-los. Já assistir o filme, muito encantador. Jamais tinha parado e refletido da forma que fiz após asisti-lo. Sou o único professor da escola que leciono, todas são professoras, e as criancinhas ao me ver, correm, me abraçam, fazem uma festa porque o professor de matemática chegou. Kkkk Nunca parei realmente para ouvi-las, as tias delas algumas até reclamam porque eles correm até o meu encontro. Mas hoje fiz diferente, ao chegar na escola, passei perto da sala deles, e parei e escutei algumas conversas, todos agoniados, mesmo sem entender direito mais ouvi-los e disse a professora deles: "É importante ouvi-los."
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Olá, meu nome é Angélica sou vice diretora de uma escola municipal.A escola a qual trabalho é um complexo com salas de Educação Infantil e Ensino Fundamental e neste ano tivemos que abrir uma turma de 3 anos, e por esse motivo estou em busca formação para melhor atendê-los.
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Olá Angélica, nada como conhecer melhor sobre o trabalho dessa faixa etária para poder atender a criança de acordo com o seu desenvolvimento. Bem-vinda ao grupo!
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Bom dia. Meu nome é Sílvia e trabalho em uma Escola de Educação Infantil da rede privada. Tenho interesse em qualificar o trabalho com os pequenos cada vez mais.
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Boa tarde, meu nome é Juliana Martins e trabalho com Ed. Infantil numa creche da Rede Privada. Nosso principal desafio é conseguir realizar mudanças no espaço, e o mesmo é utilizado pelos bebês durante todo dia. Juntamente com uma amiga de trabalho, elaboramos ideias sobre como melhor utilizar o espaço, buscando formas de melhorar a disponibilidade de tudo dentro da sala. Entretanto, nossa diretora e coordenadora não aceitam tais opniões de mudança.
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Bom dia Juliana! Como já relatei aqui no grupo, as mudanças nas pessoas é um processo muitas vezes demorado, mas não impossível . Conforme adquirimos conhecimentos, mais repertório temos para contagiar os outros, esse é um dos caminhos. Comece através de pequenas ações e vá socializando os resultados, assim, aos poucos você pode ir aumentando gradativamente as mudanças. São passos de formiguinha, mas que podem ter grandes resultados. Que bom que já possui uma parceira dentro da escola com quem pode trocar ideias e alimentar essa sua vontade de qualificar cada vez mais o seu trabalho.
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Boa Tarde, meu nome é Tatiane Pereira, sou coordenadora pedagógica de uma escola particular de Educação Infantil, há 8 anos na cidade de São José dos Campos / SP, quero aproveitar a oportunidade de participar deste grupo a fim de trocar experiências, aprofundar conhecimentos e acima de tudo proporcionar novos ambientes e conquistas para minha turminha de berçário. Uma abraço a todas.
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Bom dia Tatiane! Que bacana, você é de minha cidade! Com certeza teremos muito a trocar, suas experiencias também irão contribuir muito em nossas discussões. Bem-vinda ao grupo!
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Boa noite. Meu nome é Cristiane R.Viana, sou educadora infantil em uma creche Municipal a quatro meses. Atualmente estou no berçário I com crianças de 10 meses à 1 ano e 5 meses , estou adorando pois a cada dia me surpreendem.A maior dificuldade é com a adaptação dos bebês recém-chegados.
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Olá Cristiane, boa tarde! É muito apaixonante mesmo esse trabalho, demanda muita observação e busca de conhecimentos, mas quando intervimos nele de maneira significativa, o resultado é bem gratificante. A organização dos espaços é um dos fatores fundamentais nesse processo, principalmente na adaptação, pois esse momento de separação da família, geram nos bebês choros, desconfortos, falta de apetite, até algumas doenças. Realizar uma pesquisa com os pais para conhecer detalhes sobre seus filhos, como por exemplo: alimentação, brincadeiras, cuidados de higiene, com quem se relaciona e outros, nos ajuda a pensar nas ações e na organização dos espaços, e assim, poder aproximar-se mais dos bebês para o estabelecimento de vínculos. Peça aos pais para mandar objetos transitórios (paninhos, bichinhos, cobertas...), brinquedos e os objetos pessoais (chupeta, mamadeira...) para creche, pois oferendo aos bebês objetos que lhes são familiares, amenizará os desconfortos. Se for possível nesse período, dar oportunidade à família de participar nos primeiros dias, se os pais não puderem, sugerir uma pessoa próxima do bebê. Outra boa estratégia é proporcionar a entrada do bebê na creche de forma graduada, em que ele fica menos tempo nos primeiros dias e aos poucos vão sendo ampliados conforme vai sentindo segurança. Esses procedimentos contribuem muito na familiarização do bebê com a creche e com os adultos que irão cuidar dele, favorecendo uma adaptação mais tranquila.
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Olá Cristiane, boa tarde! É muito apaixonante mesmo esse trabalho, demanda muita observação e busca de conhecimentos, mas quando intervimos nele de maneira significativa, o resultado é bem gratificante. A organização dos espaços é um dos fatores fundamentais nesse processo, principalmente na adaptação, pois esse momento de separação da família, geram nos bebês choros, desconfortos, falta de apetite, até algumas doenças. Realizar uma pesquisa com os pais para conhecer detalhes sobre seus filhos, como por exemplo: alimentação, brincadeiras, cuidados de higiene, com quem se relaciona e outros, nos ajuda a pensar nas ações e na organização dos espaços, e assim, poder aproximar-se mais dos bebês para o estabelecimento de vínculos. Peça aos pais para mandar objetos transitórios (paninhos, bichinhos, cobertas...), brinquedos e os objetos pessoais (chupeta, mamadeira...) para creche, pois oferendo aos bebês objetos que lhes são familiares, amenizará os desconfortos. Se for possível nesse período, dar oportunidade à família de participar nos primeiros dias, se os pais não puderem, sugerir uma pessoa próxima do bebê. Outra boa estratégia é proporcionar a entrada do bebê na creche de forma graduada, em que ele fica menos tempo nos primeiros dias e aos poucos vão sendo ampliados conforme vai sentindo segurança. Esses procedimentos contribuem muito na familiarização do bebê com a creche e com os adultos que irão cuidar dele, favorecendo uma adaptação mais tranquila.
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Olá Cristiane, boa tarde! É muito apaixonante mesmo esse trabalho, demanda muita observação e busca de conhecimentos, mas quando intervimos nele de maneira significativa, o resultado é bem gratificante. A organização dos espaços é um dos fatores fundamentais nesse processo, principalmente na adaptação, pois esse momento de separação da família, geram nos bebês choros, desconfortos, falta de apetite, até algumas doenças. Realizar uma pesquisa com os pais para conhecer detalhes sobre seus filhos, como por exemplo: alimentação, brincadeiras, cuidados de higiene, com quem se relaciona e outros, nos ajuda a pensar nas ações e na organização dos espaços, e assim, poder aproximar-se mais dos bebês para o estabelecimento de vínculos. Peça aos pais para mandar objetos transitórios (paninhos, bichinhos, cobertas...), brinquedos e os objetos pessoais (chupeta, mamadeira...) para creche, pois oferendo aos bebês objetos que lhes são familiares, amenizará os desconfortos. Se for possível nesse período, dar oportunidade à família de participar nos primeiros dias, se os pais não puderem, sugerir uma pessoa próxima do bebê. Outra boa estratégia é proporcionar a entrada do bebê na creche de forma graduada, em que ele fica menos tempo nos primeiros dias e aos poucos vão sendo ampliados conforme vai sentindo segurança. Esses procedimentos contribuem muito na familiarização do bebê com a creche e com os adultos que irão cuidar dele, favorecendo uma adaptação mais tranquila.
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Olá Cristiane, boa tarde! É muito apaixonante mesmo esse trabalho, demanda muita observação e busca de conhecimentos, mas quando intervimos nele de maneira significativa, o resultado é bem gratificante. A organização dos espaços é um dos fatores fundamentais nesse processo, principalmente na adaptação, pois esse momento de separação da família, geram nos bebês choros, desconfortos, falta de apetite, até algumas doenças. Realizar uma pesquisa com os pais para conhecer detalhes sobre seus filhos, como por exemplo: alimentação, brincadeiras, cuidados de higiene, com quem se relaciona e outros, nos ajuda a pensar nas ações e na organização dos espaços, e assim, poder aproximar-se mais dos bebês para o estabelecimento de vínculos. Peça aos pais para mandar objetos transitórios (paninhos, bichinhos, cobertas...), brinquedos e os objetos pessoais (chupeta, mamadeira...) para creche, pois oferendo aos bebês objetos que lhes são familiares, amenizará os desconfortos. Se for possível nesse período, dar oportunidade à família de participar nos primeiros dias, se os pais não puderem, sugerir uma pessoa próxima do bebê. Outra boa estratégia é proporcionar a entrada do bebê na creche de forma graduada, em que ele fica menos tempo nos primeiros dias e aos poucos vão sendo ampliados conforme vai sentindo segurança. Esses procedimentos contribuem muito na familiarização do bebê com a creche e com os adultos que irão cuidar dele, favorecendo uma adaptação mais tranquila.
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Olá Cristiane, boa tarde! É muito apaixonante mesmo esse trabalho, demanda muita observação e busca de conhecimentos, mas quando intervimos nele de maneira significativa, o resultado é bem gratificante. A organização dos espaços é um dos fatores fundamentais nesse processo, principalmente na adaptação, pois esse momento de separação da família, geram nos bebês choros, desconfortos, falta de apetite, até algumas doenças. Realizar uma pesquisa com os pais para conhecer detalhes sobre seus filhos, como por exemplo: alimentação, brincadeiras, cuidados de higiene, com quem se relaciona e outros, nos ajuda a pensar nas ações e na organização dos espaços, e assim, poder aproximar-se mais dos bebês para o estabelecimento de vínculos. Peça aos pais para mandar objetos transitórios (paninhos, bichinhos, cobertas...), brinquedos e os objetos pessoais (chupeta, mamadeira...) para creche, pois oferendo aos bebês objetos que lhes são familiares, amenizará os desconfortos. Se for possível nesse período, dar oportunidade à família de participar nos primeiros dias, se os pais não puderem, sugerir uma pessoa próxima do bebê. Outra boa estratégia é proporcionar a entrada do bebê na creche de forma graduada, em que ele fica menos tempo nos primeiros dias e aos poucos vão sendo ampliados conforme vai sentindo segurança. Esses procedimentos contribuem muito na familiarização do bebê com a creche e com os adultos que irão cuidar dele, favorecendo uma adaptação mais tranquila.
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Olá Cristiane, boa tarde! É muito apaixonante mesmo esse trabalho, demanda muita observação e busca de conhecimentos, mas quando intervimos nele de maneira significativa, o resultado é bem gratificante. A organização dos espaços é um dos fatores fundamentais nesse processo, principalmente na adaptação, pois esse momento de separação da família, geram nos bebês choros, desconfortos, falta de apetite, até algumas doenças. Realizar uma pesquisa com os pais para conhecer detalhes sobre seus filhos, como por exemplo: alimentação, brincadeiras, cuidados de higiene, com quem se relaciona e outros, nos ajuda a pensar nas ações e na organização dos espaços, e assim, poder aproximar-se mais dos bebês para o estabelecimento de vínculos. Peça aos pais para mandar objetos transitórios (paninhos, bichinhos, cobertas...), brinquedos e os objetos pessoais (chupeta, mamadeira...) para creche, pois oferendo aos bebês objetos que lhes são familiares, amenizará os desconfortos. Se for possível nesse período, dar oportunidade à família de participar nos primeiros dias, se os pais não puderem, sugerir uma pessoa próxima do bebê. Outra boa estratégia é proporcionar a entrada do bebê na creche de forma graduada, em que ele fica menos tempo nos primeiros dias e aos poucos vão sendo ampliados conforme vai sentindo segurança. Esses procedimentos contribuem muito na familiarização do bebê com a creche e com os adultos que irão cuidar dele, favorecendo uma adaptação mais tranquila.
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Boa noite! Meu nome é Maira Mendes, sou estudante do 5º semestre do curso de pedagogia e atualmente sou estagiária na Secretaria da Educação do Município de Guarulhos. Trabalho no Centro de Incentivo à Leitura para creche e ensino infantil de uma escola Municipal. Apesar de não trabalhar diretamente em sala de aula, tenho contato com as crianças e os professores, percebendo as necessidades dos bebês e as dificuldades dos professores para conseguir esta mudança junto aos gestores. Quero me qualificar para quando tiver o meu espaço, faça dele o melhor para os bebês.
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Boa tarde Maira, bem-vinda ao grupo! Muito boa sua iniciativa em conhecer mais sobre os bebês. Apesar de não trabalhar diretamente com eles, sempre vai ter algo a contribuir.
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Olá meu nome é Elisângela, sou professora em um CMEI municipal. No local onde trabalho sempre fazemos o possível com pouco o maior desafio é propiciar um ambiente agradável e que propicie novas aprendizagens com poucos recursos.
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Olá meu nome é Elisângela, sou professora em um CMEI municipal. No local onde trabalho sempre fazemos o possível com pouco o maior desafio é propiciar um ambiente agradável e que propicie novas aprendizagens com poucos recursos.
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Bem-vinda ao grupo Elisângela! Mesmo que o espaço seja pequeno, é preciso dar valor a ele. O importante é que nele tenha afeto e favoreça situações em que a criança brinque. No decorrer dos nossos estudos vamos falar sobre isso.
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Olá! Meu nome é Viviane, atualemnte sou responsável pela educação infantil do Municipio de Santa Rita do Sapucaí, MG. Tenho paixão pela educação infantil e alfabetização. Enfrentamos muitos desafios no nosso dia a dia, como espaço inadequado de nossas creches, pois muitas funcionam em casas alugadas e também número reduzido de funcionários para a quantidade de crianças nos grupos. Com isso, a qualidade do trabalho fica prejudicada e o funcionários desestimulados. Estou muito empolgada com a troca de experiencias e crescimento. Abraços!
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Olá Viviane! Vou repetir o que disse para Elisângela “Mesmo que o espaço seja pequeno, é preciso dar valor a ele. O importante é que nele tenha afeto e favoreça situações em que a criança brinque”. No espaço é necessário construir contextos interessantes. A criança brinca do que os pais ou as pessoas das suas relações fazem, para isso podemos oferecer a ela objetos de uso real social (utensílios domésticos, sapatos ou roupas de adultos, embalagens de produtos domésticos vazias e limpas, etc). Os elementos da natureza são cheios de desafios, possibilitando muita aprendizagem. Muitas vezes a graça está em converter os objetos em brinquedos, nessa criação ela usa a imaginação (lúdico), passando tempo nessa brincadeira. Durante nossas discussões você verá que é possível organizar ambientes onde a criança tenha autonomia, não necessitando o tempo todo do adulto junto dela. A criança precisa ser deixada livre para poder fazer escolhas, observar e explorar. Ela não só aprende com o adulto, como também com o meio e com as outras crianças.
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Bom dia! Meu nome é Véra Lúcia Andrade e sou Orientadora Pedagógica no município de São João de Meriti, no estado do Rio de Janeiro. Hoje estou trabalhando como coordenadora pedagógica na secretaria de educação. A maior dificuldade que observo nas visitas as creches que estão no atendimento de 0 a 3 anos é a questão dos espaços para o trabalho e quais atividades propor.
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Olá Vera! O investimento na formação de educadores de 0 a 3 anos é fundamental, pois quanto mais nos aprofundamos, mais possibilidade temos de criar situações e organizar espaços mais adequados nas creches
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Olá! Eu sou Elizabeth Silva no momento sou estudante de pedagogia mas já trabalhei fui professora do ensino fundamental de 1º ao 5º ano nunca trabalhei com crianças na creche mas, tenho uma grande afinidade com os pequenos. Estou em pratica III e ontem estive em uma sala de aula de crianças na faixa etária de 4 anos apaixonante a experiencia vivida com eles por que, estão iniciando sua aprendizagem sobre tudo que envolve seu espaço. Acredito que a educação nos primeiros anos de vida seja o alicerce para a vida em sociedade e deve ser bem estruturada!
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Boa tarde Maria Elizabeth! Isso mesmo, os primeiros anos de vida são primordiais para o desenvolvimento pleno de uma pessoa adulta. Hoje em dia, com a rapidez da ampliação de creches e escolas que atendem crianças de berçário, é muito importante que as Instituições invistam cada vez mais em formação, para poder proporcionar um ambiente que atenda as especificidades do desenvolvimento dessa faixa etária.
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Bom dia, meu nome é Deise, sou coordenadora pedagógica em 2 creches que atendem crianças de 0 a 3 anos. Trabalhei como professora de educação infantil por 15 anos e 3 no ensino fundamental. Acredito que a formação de professores para essa faixa etária é urgente, e é um dos principais desafio que enfrentamos. No município em que trabalho, há professores apenas em um período com as crianças, no período contrário elas ficam com os monitores de creche. São ótimos, mas, há a necessidade de profissionais com formação, assim, tanto o espaço quanto o tempo em que as crianças permanecem na creche tem mais possibilidades de um trabalho intencional e teoricamente embasado.
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Olá ,meu nome é Maria Nancy e sou professora de Educação Infantil no município de Nova Friburgo-RJ,trabalho em uma creche há 10 anos com turmas de maternal e II.Sou curiosa e estou sempre pesquisando novos conhecimentos que possam contribuir para o bom desenvolvimento das crianças e do ambiente escolar .A nossa sala do berçario é peq
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Bom dia! Meu nome é Nelci, sou formada em Pedagogia e História e trabalho no CMEI na cidade de Umuarama / PR. Neste ano estou com a turma de Maternal 1 (de 01 a 02 anos) e com os eixos de Artes visuais, Música e Movimento. Gostaria de dicas de como aperfeiçoar o meu trabalho utilizando melhor o espaço da sala de aula.
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Olá pessoal, meu nome é Flávia Marques Camacam, faço parte da Equipe Técnica da Secretaria de Educação de América Dourada- Bahia. Atualmente atendemos crianças a partir dos 2 anos de idade. Com a recente inauguração da primeira creche do Próinfância, passaremos a atender os bebês. Organizar um espaço desafiador, atrativo e acolhedor, para a nossa rede, será um grande desafio!
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Olá; Meu nome é Fernanda Priscila de Souza Vieira e tenho 21 anos. Sou estudante do curso de Pedagogia do terceiro semestre e em 2017 (ano que vem) concluo o curso. Até o momento não trabalho na área, entretanto devido a matriz curricular do curso da instituição que estudo, já realizei o estágio obrigatório no Centro de Educação Infantil (CEI). Estagiei com crianças de 3 anos a 4 anos incompletos e a experiência foi riquíssima. Então, a minha partilha consiste até o momento nesta rápida experiência de estágio como educação formal, contudo o suficiente para constatar que na Educação Infantil, o educar e cuidar caminham juntos, ou seja, educo cuidando e cuido educando. Ainda nesse primeiro semestre realizei o estágio com crianças de 4 a 5 anos. Outra experiência que tenho e não está vinculado a educação formal, é como catequista de crianças de 2 a 7 anos. Também considero uma experiência riquíssima, pois ajuda-me a fazer um link do conteúdo teórico do curso a minha prática pedagógica na catequese. Participo deste curso com a finalidade de conhecer e enriquecer mais os meus estudos.
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Olá meus nome é Mônica, sou professora de Educação Infantil da rede municipal há mais de 10 anos.Atualmente estou com crianças de 2 a 3 anos . O meu desafio hoje é organizar e usar melhor os espaços e principalmente o que colocamos nele de maneira que venham contribuir para o aprendizado e desenvolvimento social e pedagógico.
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Olá. Sou professora de educação infantil. Dei aulas em creche por vários anos. De 2009 a 2015, atuei como coordenadora pedagógica em escola de ensino fundamental por um ano e posteriormente segui como coordenadora de creche. No final do ano passado fui designada diretora de uma creche. Lá enfrento bastante dificuldades com relação a brinquedos, espaços e aceitação de mudança de hábitos com relação ao brincar. Tenho muito trabalho pela frente e esse grupo irá me ajudar muito. Pena que só hoje encontrei...
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Boa noite! Sou Cláudia e atualmente estou na Coordenação Pedagógica da Educação Infantil no município. Nossa ação está vinculada à formação de educadores, gestores e professores coordenadores de unidade, como também nas questões voltadas ao apoio gerencial administrativos/pedagógicos das escolas. Em nosso município temos creches que atendem crianças de 0 a 3 anos e EMEIs que atendem as crianças de 04 e 05 anos. Nossas escolas e creches são prédios próprios, com arquitetura diversificada, considerando inclusive a década em que foram construídas. Penso que o aspecto físico e estrutural das unidades são importantes, pois inclusive são elementos formadores, mas nada, nada mesmo é mais importante que o educador! Quando temos profissionais que estão preocupados com o desenvolvimento e bem estar dos bebês, os desafios arquitetônicos são superados. Sendo assim.... esses momentos serão riquíssimos para que possamos trocar experiencias e estudar sobre como podemos e poderemos contribuir para que os bebês sejam bem acolhidos, estimulados e desafiados.... Obrigada pela oportunidade!
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Boa tarde, meu nome é Ana Paula, estou no último ano de pedagogia, trabalho em uma escola associada a prefeitura como AG Educadora no inf. I , minha dificuldade é a falta de material, como propor um canto sem materiais? Temos alguns brinquedos, poucos na verdade, mas que não tem ligação um com o outro, Como posso organizar um canto só de materiais recicláveis?
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Bom dia, meu nome é Marilza, trabalho na Creche Mestre Mário Izaldino na cidade de Maceió,e a convite da nova gestão estou coordenadora, assumir agora em abril, estou com muitas dificuldades no trabalho pois além de assumir agora também estou iniciando como coordenadora. Espero junto com vocês tirar muitas das minhas dúvidas principalmente com relação da sala de berçário, nossa Secretaria nos dá um suporte muito bom com formaçoes, cursos e palestras mais é muito bom trocar idéias,e conhecer novas experiências.
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Boa noite,sou professora de creche no município de Nova Trento S/C, e acadêmica do 5° período curso de pedagogia da UDESC. e amo o que faço.
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