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Maria da Paz Castro
publicou no grupo Inclusão Escolar

Atividade 3 – Análise de situações
Apresento duas situações que costumam acontecer na escola, sendo a primeira mais comum nos primeiros anos da escolaridade, e a segunda, um pouco mais tarde, nos anos finais do Ensino Fundamental 1. Convido vocês a escolher e analisar uma delas, compartilhando suas ideias com nosso grupo.
 

SITUAÇÃO 1
Marisa tem 4 anos, frequenta uma escola de Educação Infantil e apresenta algumas características relacionadas ao espectro autista. Ela costuma, em muitos momentos do dia, girar em torno de si mesma, permanecendo assim por bastante tempo. Isso causa certa estranheza nos colegas, que começaram a perguntar à professora por que isso acontece. O que você responderia a elas?
 

SITUAÇÃO 2
Zeca tem 10 anos, apresenta um severo comprometimento motor, e ainda não é capaz de locomover-se com autonomia. Sua família e a equipe de profissionais que o atende consideram importante exercitá-lo nas idas à biblioteca e ao pátio de recreio, ainda que ele demore muito tempo para chegar aos locais. Mas, a professora prefere que ele use a cadeira de rodas. O que você considera mais proveitoso para ele?

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Comentários

Situação 2 Zeca necessita exercitar-se e mesmo demorando com o seu trajeto, torna-se necessário para sua coordenação motora a execução de exercícios . A escola entra com a responsabilidade da inclusão de um ajudador na sala em que Zeca está matriculado para que o mesmo tenha condições de desenvolvimento em todos os aspectos! Não havendo a possibilidade de uma pessoa para ajudá-la, a professora deve procurar métodos de trabalho com a turma que envolva o desenvolvimento motor do aluno incluído-o em tarefas prazerosas e positivas para todo o grupo! O importante e que Zeca use a cadeira de rodas o mínimo possível.
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Oi, Maria Elizabeth, concordo com você no que diz respeito à necessidade deste aluno exercitar-se bastante. O que eu gostaria de pensar junto a você é o fato de ele não acompanhar a turma no momento do deslocamento e perder os primeiros minutos das atividades feitas na biblioteca ou das brincadeiras do parque. Muitas vezes, a cadeira de rodas cumpre para estas crianças o papel de pernas, fazendo com que elas possam acompanhar a dinâmica da escola e de seu grupo o tempo todo. Talvez ele possa exercitar-se em outros momentos, ou algumas vezes ao fazer este trajeto e, mas isto, na verdade, é uma prática que pertence ao campo de seu tratamento e, por mais que a escola possa e deva contribuir, não pode deixar o que é prioritário no espaço escolar de lado.
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Na situação 1: é perceptível que deve-se te tuma atenção bem delicada em relação a o roda essa turma. Acredito que em primeiro momento jamais poderia reprimir a criança autista, e para responder aí dais alunos deve ser bastante claro, explicar o que é autismo e que é devemos vê aqueles sitomas com algo que normal. Par um melhor entendimento das crianças pode-se usar exemplos.
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Olá, Danilo, o questão relevante a discutir aqui é o fato de nós, professores, estarmos sempre preocupados em responder às crianças as questões que eles levantam quando algum de seus colegas causam um certo estranhamento.A verdade é que a gente não sabe explicar algumas coisas, mas, ainda assim, tenta de todas as maneiras dar uma resposta nossa. Às vezes, a melhor resposta é mesmo um "não sei". Eu, de fato, não sei por que isso acontece, assim como não sei explicar muitas das atitudes que alguns alunos apresentam na sala.Outra coisa importante para pensarmos, é que quando a gente responde às perguntas que as crianças fazem sobre estes alunos, ao invés de conduzirmos as questões para ele mesmo, nós reforçamos para todos a ideia de que ele é incapaz, concorda?
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Situação 1: acredito que a criança ainda não tenha um diagnóstico fechado (apresenta algumas características..) então o primeiro passo é não rotulá-la. Quando as perguntas acontecerem a professora pode responder que todas as pessoas são diferentes e gostam de fazer coisas diferentes e que Marisa se sente bem girando, talvez porque se sinta mais calma e organizada, mas que poderiam tentar questioná-la, junto com a professora, pois ela poderia explicar melhor porque gosta tanto de rodar. Situação 2: se a família e os profissionais especialistas consideram importante, a escola deve atender a solicitação sempre que possível, orientando as crianças da classe para que tenham paciência e auxiliem o colega, explicando o motivo da dificuldade de locomoção. Também é importante que toda a comunidade escolar participe do processo de inclusão deste aluno e auxiliem a professora e a criança sempre que necessário. Eu tenho um aluno com paralisia cerebral, com o lado esquerdo do corpo comprometido, e consequentemente, a marcha. Combinei com a turma que sempre faremos fila e ele sempre será o primeiro, para que possamos acompanhar o seu ritmo, do contrário sairíamos todos andando, esquecendo ele para trás. Sua maior dificuldade são as escadas. Então todos paramos e esperamos que ele suba ou desça para podermos continuar. Também mudei o trajeto de locomoção,realizando um percurso menor e com menos alunos, para que possamos subir com tranquilidade. Todos os dias relembramos os combinados e reforçamos o compromisso em cuidar uns dos outros.
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Gostei dos seus comentários, Pablia. Isso mesmo, é muito importante a gente não rotular e não deixar que as crianças rotulem seus colegas, mesmo que ele tivesse um "diagnóstico fechado". Dizer a eles que todo mundo é diferente e que nem todos se comportam ou se divertem da mesma maneira, nunca é demais, né? Quanto à situação 2, de novo concordo com você, que os colegas devem ajudá-lo, para que a situações possa se configurar como uma interdependência, mas é preciso considerar também a importância de ele estar na biblioteca ou no espaço de recreio nos momentos em que as atividades acontecem nestes espaços, concorda comigo?
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Pablia, Muito legal a sua estratégia! Li logo abaixo sobre o comportamento do gestor. É lamentável! É difícil para perceberem que o aluno é nosso! Ma vamos em frente, não é mesmo?! Abs
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Na minha humilde opinião, ele deve ir caminhando, pois se ele pode caminhar com ajuda ou auxilio de alguém por que deveria ir de cadeira de roda? Acho que a cadeira vai deixa-lo mais constrangido ainda, já não basta ir ao banheiro acompanhado ainda na cadeira. Ele caminhando por mais que seja com auxílio de alguém ele se sentira com mais autonomia.
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Olá Silvana, mutas vezes, a cadeira de rodas tem um papel importante para estes alunos, quase que cumprindo o papel de "pernas". Se, por um lado é bacana que ele se exercite, eu eu concordo com isso, por outro, é importante que ele possa acompanhar seu grupo. Outra coisa sobre a qual vale a pena a gente conversar é o constrangimento que uma cadeira de rodas pode causar. Tudo vai depender de como lidamos com isso. Trata-se de um instrumento de apoio, tão importante quanto os óculos de uma pessoa, e em algumas situações, o fato de chegar depois de todo mundo aos espaços de trabalho pode causar um constrangimento ainda maior, não acha?
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Olá. Situação 2: como a criança tem comprometimento motor severo e sua família e especialistas orientaram para que ele possa se locomover, então seguiria essa orientação. Respeitando os limites dele e fazendo isso sempre que possível
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Sim, Laise, é importante estarmos atentos e tentar contribuir com as demandas dele, sobretudo aquelas que podem melhorar seu desempenho, mas como falei para outras de nossas colegas, vale a pena considerar também os minutos que ele vem a perder quando custa tanto a alcançar os espaços de trabalho do grupo. O que acha?
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Sim, Laise, é importante estarmos atentos e tentar contribuir com as demandas dele, sobretudo aquelas que podem melhorar seu desempenho, mas como falei para outras de nossas colegas, vale a pena considerar também os minutos que ele vem a perder quando custa tanto a alcançar os espaços de trabalho do grupo. O que acha?
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Sim, Laise, é importante estarmos atentos e tentar contribuir com as demandas dele, sobretudo aquelas que podem melhorar seu desempenho, mas como falei para outras de nossas colegas, vale a pena considerar também os minutos que ele vem a perder quando custa tanto a alcançar os espaços de trabalho do grupo. O que acha?
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Sim, Laise, é importante estarmos atentos e tentar contribuir com as demandas dele, sobretudo aquelas que podem melhorar seu desempenho, mas como falei para outras de nossas colegas, vale a pena considerar também os minutos que ele vem a perder quando custa tanto a alcançar os espaços de trabalho do grupo. O que acha?
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Sim, Laise, é importante estarmos atentos e tentar contribuir com as demandas dele, sobretudo aquelas que podem melhorar seu desempenho, mas como falei para outras de nossas colegas, vale a pena considerar também os minutos que ele vem a perder quando custa tanto a alcançar os espaços de trabalho do grupo. O que acha?
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Situação 1: A criança autista em sala de aula. Nesse caso logo apos os questionamentos da turma, eu organizaria uma roda de conversa sobre o que cada um destes alunos gostam de fazer, depois das respcostas de todos eu diria pronto: Nós somos todos iguais com gostos e vontades diferentes, assim: ada um de nos fazemos coisas diferentes por que nos sentimos bem com isso e gostamos. A marisa gosta de rodar em torno dela mesma isso é bom para ela. Claro que para esta intervenção temos que ter ferramentas necessárias como por exemplo: fantoches e uma historia interessante que fosse contada com movimentos e entusiasmo eles são pequenos para uma explicação mais detalhada.
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Olá, Elizabeth, é mesmo muito bom que a crianças possam perceber que cada um gosta de uma coisa diferente, mas às vezes, o melhor que temos fazer é responder a elas com bastante sinceridade: "eu não sei". Eu mesma não saberia responder a esta pergunta. A gente não abe tudo, não é?
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Como é uma turma de 4 anos eu diria que ela faz isso porque gosta, porque tem vontade de rodar em torno de si mesma e temos que respeitar isso. Assim que ela quiser parar pode retornar ao grupo. Também sugeriria que a turma toda girasse como a Marisa para ver se era bom ou não.
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Esta ideia de convidar todo mundo a girar é muito boa... talvez a gente pudesse responder assim: "eu não sei, mas vai lá e roda um pouquinho com ela pra ver se é bom". Aí, a pergunta estaria respondida: ela roda por que é gostso!! Simples assim!
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Diante do que foi exposto na situação 2 temos que pensar porque o Zeca deve se exercitar somente nesses dois momentos. Ir até a biblioteca e ao pátio sem a cadeira de rodas poderá acarretar perda destes tempos corriqueiramente. E qual é então o objetivo para ele? Se exercitar e perder atividades importantes? ou participar do tempo na biblioteca e pátio e ter conjuntamente atividades planejadas para que ele desenvolva sua autonomia? Promover atividades em que ele se locomova em diferentes momentos é essencial para que ele adquira autonomia e não deixe de fazer parte dos momentos em grupo.
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Isso aí, Amanda... muito bom. Ótima ideia, só é bom a gente tomar cuidado para que os momentos reservados para ele fazer exercícios não o afaste do grupo também, né?
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Diante do que foi exposto na situação 2 temos que pensar porque o Zeca deve se exercitar somente nesses dois momentos. Ir até a biblioteca e ao pátio sem a cadeira de rodas poderá acarretar perda destes tempos corriqueiramente. E qual é então o objetivo para ele? Se exercitar e perder atividades importantes? ou participar do tempo na biblioteca e pátio e ter conjuntamente atividades planejadas para que ele desenvolva sua autonomia? Promover atividades em que ele se locomova em diferentes momentos é essencial para que ele adquira autonomia e não deixe de fazer parte dos momentos em grupo.
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Situação 1: Acredito que antes do primeiro dia de aula os pais e o (a) especialista que acompanha a criança devem informar para a escola (especificamente para o (a) professor (a) que trabalhará com a ela) suas especificidades,inclusive como proceder nos casos dos movimentos repetitivos. Inicialmente explicaria para as crianças que todos gostamos de fazer alguma coisa que nos dá prazer, que é gostoso. A Marisa gosta muito de brincar de girar. Perguntaria o que cada um gosta de fazer. Após os apontamentos iríamos experimentar juntos o que os colegas gostam de fazer (brincar). Aproveitaria para tentar uma interação de Mariza com o grupo, fazê-la perceber que estão fazendo o mesmo que ela e que ela pode fazer outras coisas também. Com a consciência de que movimentos estereotipados não são bons para criança, não podemos reforçá-los. É preciso envolvê-la em outras atividades. Nos próximos dias trabalharia com estórias que abordassem as diferenças. Sobre os movimentos estereotipados de Marisa providenciaria um brinquedo feito com bola de soprar e aquelas bolinhas que colocamos em plantas (elas incham e crescem) assim nos momentos de tensão ela poderia descarregar as energias utilizando esse brinquedo. Além de trabalharmos uma textura diferente.
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Adorei sua ideia, Cláudia. Convidar as crianças fazer junto à aluna os movimentos que ela costuma fazer, pode desmistificar e "desadoecer", por assim dizer, a aluna Marisa. Isso mesmo! Todo mundo procura por algo que dá prazer, esta é uma explicação muito adequada. Não acho necessário e nem produtivo a gente tentar explicar às crianças as questões que Marisa traz com ela. Em primeiro lugar, por que elas não entenderiam; além disso, acho que não é isso que elas querem saber, e , por último, trata-se de uma questão pessoal, que não se discute com todo mundo. Às vezes, como eu disse para outras de nossas colegas também, é melhor a gente dizer que não sabe, não é?
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Maria da Paz concordo com você, a crianças devem estar juntas em todas as atividades, assim tento fazer com as minhas e os meus 2 alunos com deficiência (autismo e paralisia cerebral). Contudo, a mair dificuldade está em fazer com que todos se envolvam no processo de inclusão, pois não é só levá-los ao pátio ou a Sala de Leitura, mas pensar e repensar toda a dinâmica da escola: um recreio mais calmo, mais dirigido, com espaços diferentes e menos correria e agressões, mobiliário acessível em todos os ambientes, funcionários, professores e gestores que conheçam cada aluno e suas limitações. Infelizmente, isto não acontece...hoje mesmo o meu aluno com PC foi questionado pelo Diretor e impedido de subir pelo caminho mais curto. Quando expliquei o motivo ao dito "gestor educacional" recebi como resposta: "mas a senhora é irritadinha, não? Deixa de ser mal-educada, como vou saber que ele tem paralisia, o aluno é seu..."
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Nossa..nem vou comentar a resposta do diretor. Acho que é preciso sim envolver toda a comunidade com o compromisso de transformar a escola para que ela possa atender a todos, e isso é mesmo um trabalho de formiguinha, bem lento, que você não precisa fazer sozinha, visto que não se trata de uma opção, mas sim de uma obrigação de todos os educadores, concorda?
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Acredito que todo professor tem a obrigação de bem atender a todos e todas. Mas que esta obrigação não é dele e deve ser compartilhada entre toda a comunidade escolar. Acredito que uma escola que não atenda bem alunos com deficiência não seja boa para nenhuma criança...
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Estou muito feliz por me sentir incluída, na sociedade pedagógica. Sempre gostei de desafios e a educação tem me proporcionado isto! Quando criança me sentia excluída da turminha no jardim de infância. Todos tinham lancheiras recheadas de lanches deliciosos. Nossa!!! tinha um cheirinho tão bom! E eu não tinha nem lancheira nem lanche ficava encolhida no cantinho da parede observando meus colegas rir, brincar e degustar todo aquela riqueza deliciosa.. digo deliciosa por que por algumas vezes a minha colega filha de um homem rico de minha cidade me dava um pouco do lanche dela! Mas um dia eu tomei uma atitude. Fui com minha mãe ao centro da cidade, enquanto ela resolvia suas obrigações na casa da patroa eu fui a loja e comprei minha lancheira linda, rosa com patinhos coloridos kkk Eu disse ao vendedor que mamãe mandou buscar aquela lancheira e ele me entregou sai dali feliz nem imaginava que não havia nada pra colocar dentro o importante é que agora eu tinha uma lancheira. A minha mãe quase fazia eu ir devolver senão fosse a patroa dela eu nunca ia ter uma lancheira. Bom! quero dizer com isto que toda e qualquer dificuldade que uma criança venha a enfrentar, deixa marcas pra vida toda. Se houver uma intervenção no momento daquela dificuldade a criança sentira a diferença aumentando assim a possibilidade de sentir-se parte daquele grupo de pessoas. Para a criança não importa quão pequeno seja o gesto ou intervenção guardara para sempre na memoria aquele rosto, aquele ser que o integrou a sociedade naquele momento! Um abraço a todos os meus colegas que assim como eu também deve ter sua historia!
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Que história, hein, Maria Elizabeth! Será que foi por isso que você escolheu ser professora? Mas eu achei muito interessante a análise que você fez acerca das marcas das experiências que ficam na memória. Por aí, a gente percebe o tamanho da responsabilidade que assumimos!
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Situação 2 - Mesmo com a dificuldade motora o corp dele precisa esta em movimento. é preciso respeitar o tempo dele e valoriza-lo por cada etapa que realiza.
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Sim, Quele, concordo co você, mas acho importante ficarmos atentas à qualidade da participação dele nas atividades realizadas dia a dia na escola. O que acha?
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O deficiente autista, (dependendo do seu grau de autismo) pode apresentar várias catacterísticas aparentemente estranhas para muitas pessoas. Sabendo que as crianças tem naturlamente curiosidades por muitas coisas e, dentre elas, uma situação como apresentada acima, é importante ser o mais sincero com elas explicando a situação do colega afim de que haja um convívio sem traumas, tanto para o deficiente como para os colegas que não estão "acostumados" a presenciar situações dessa natureza.
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Claro, Israel, mas é preciso saber, de fato, o que as crianças querem saber quando nos dirigem este tipo de pergunta. Talvez, elas não estejam interessadas em saber exatamente "o que a colega tem", mas só o porquê de ela estar rodando. Penso também se não estamos sendo invasivos quando explicitamos estas questões para as crianças. Muitas vezes, é preciso deixar que elas mesmas saiam atrás das respostas.
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Olá Maria, tudo bem? Sou coordenadora pedagógica de uma escola que atende do infantil ao 9º ano, e gostaria de saber se teria como estarmos conversando no nosso horário de htpc, seria segunda-feira,a dia 25/04 das 12:00 às 13:00. Seria interessante pois até a semana passada estávamos conversando justamente sobre inclusão, e seria legal trocarmos ideias para fechar nosso trabalho. Pode ser? Agradeço Rita
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Olá, Rita, veja só: nossos encontros acontecerão somente aqui neste espaço de conversa. São muitos os professores que participam deste fórum e, sendo assim, infelizmente, não posso me comprometer a atender nenhuma de vocês de forma individual. Um grande abraço
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Situação 1: Faria uma roda e conversaria que somos diferentes e gostamos de fazer coisas diferentes. O que as crianças fazem para se sentirem mais calmas e etc. Situação 2: Acho que podemos realizar um combinado com a turma para acompanhar o ritmo do aluno.
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