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Maria da Paz Castro
publicou no grupo Inclusão Escolar

Atividade 2 - Inclusão: do que estamos falando? 
O texto “Fundamentos para uma Educação Inclusiva”, de Lino de Macedo, nos mostra uma série de reflexões importantes sobre a ideia da escola para todos. Além disso, o autor apresenta 4 conceitos essenciais para a nossa discussão - as lógicas das classes e das relações, a co-dependência e a interdependência. Proponho que vocês localizem, nos ambientes escolares onde atuam, situações nas quais é possível identificar uma ou mais ideias presentes nestes conceitos. Lembrem-se de escrever seus apontamentos nos comentários deste post para facilitar a visualização.

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Comentários

Olá colegas, que texto tão maravilhoso, nossa amei fazer a leitura dele, conseguir me debruçar sobre algo que chama tanto minha atenção. Vejo que é de muita importância sempre buscar incluir todos alunos. Percebo em aula que os alunos que tem uma maior dificuldade na aprendizagem sempre se excluem dos demais eles preferem sentar ao final da falar, e não falam em aula. Para tentar trabalhar esses pontos, sempre realizo minhas atividades em grupo, para inclui-los ao máximo na turma. E algo que particularmente errei já em minha docência, acha que sempre o errado era o aluno, e podia a ter ser o que erro estava em seis comportamentos, mas com certeza eu tinha minha parcela de culpa. Penso que quanto mais segurança passamos para esses alunosais eles irão participar e se incluir de ambiente que é de todos, a sala de aula.
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Muito gostoso mesmo ler este texto, né? Esta reflexão que você fez é muito importante: Nós tendemos mesmo a atribuir todas as dificuldades que os alunos apresentam nas síndromes ou quaisquer outras singularidades que eles apresentam, e quase nunca isso é real. Claro, Danilo, nós sempre temos que nos ver e encontrar a nossa parcela de responsabilidade, mas não podemos deixar de ver também o entorno: os outros alunos, as famílias, a sociedade, e a própria instituição nestes momentos.São fatores que sempre influenciam e sempre podem também também ser transformados, assim como nós.
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O texto é realmente uma obra que nos faz refletir sobre muitas coisas a respeito da educação inclusiva. Fazer com que todos de fato sejam inclusos em uma educação de qualidade é dasfiante demais e ao mesmo tempo gratificante quando o educação entende que cada um tem suas limitações, mesmo que aparentemente não perceba, mas existem. Reconhecer essas diferenças é o passo inicial para que a exclusão não ocorra até mesmo na inclusão como relata no texto.
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Oi, Israel, é isso mesmo: o texto vai nos mostrando que não existem incluídos.. o que existe é um mundo, algumas sociedades que necessariamente vivem das relações que acontecem entre todos os seus sujeitos. Ninguém está de fora. Quando a gente fala em "inclusão", já estamos pressupondo que alguém está de fora, e não é assim que a gente quer que seja...
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Refletindo sobre o texto "Fundamentos para uma escola inclusiva" nos remete a pensar nas diversas formas de exclusão existente em meio a sociedade. Seja no âmbito educacional, familiar ou social, todas as formas levam a um entendimento detalhado pelo qual devemos analisa-las uma a uma separadamente e depois procurar uma forma de trabalhar em todas as áreas de nossas vidas a inclusão como um todo. Desta forma devemos nos avaliar e procurar nos incluir a cada situação existente ao meio. Percebe-se que por algum momento estamos também excluídos dependendo do momento e da situação, quando não fazemos parte da opinião ou estilo de vida do outro estamos sendo excluídos, sempre que não estamos em concordância com o pensamento ou a ideologia de um grupo também aparece a exclusão. Realmente este texto nos abre a visão para abrirmos portas e caminhos que nos inclua no assunto da inclusão!
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Oi, Maria Elizabeth o texto nos remete a pensar em muitas formas de relação que produzem a exclusão de algum sujeito. Isso mesmo. Na medida em que a gente se põe a analisar e a enxergar cada situação separadamente, como você bem sugere, acabamos por nos deparar com a ideia de que não existe mesmo um grupo de pessoas "diferentes", por assim dizer; isso vai depender do contexto e, como o Lino diz das relações que os sujeitos travam. Sim, em alguns (muitos) momentos, estamos de verdade excluídos de algumas situações ou até grupos, tudo vai depender do critério utilizado para classificar, não é? Eu penso que na escola, existem dois grupos, para mim, organizados a partir das funções dos sujeitos no ambiente escolar e das relações que se estabelecem entre as pessoas. Trata-se do grupo de alunos e do grupo de professores. Que e aluno é aluno e pronto! Está lá para aprender e fazer papel de aluno, independentemente de suas características, concorda? A escola não pode se furtar de trabalhar com nenhum deles, ainda que muitos demandem uma atenção e algumas intervenções um tando específicas. É isso!
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Olá Colegas! Excelente Texto! Dentre os conceitos apresentados por Lino de Macedo, acredito que a co-dependência está mais presente quando o aluno com deficiência é uma criança. Presencio em minha atuação (jovens e adultos) que quando entram na vida adulta os pais transcendem o medo desta dependência e começam a se preocupar com a autonomia do filho. Em relação ao professor, ao orientá-los sobre as limitações de determinado aluno sempre refletimos se a prática adotada não pode ser estendida para toda turma já que nela temos alunos com diferentes modalidades de aprendizagem. Por exemplo: tempo estendido para fazer as provas. Muitos alunos típicos demoram para fazer prova, porque não pensar em um tempo que atenda a todos? Afinal inclusão é proporcionar um ambiente em que todos aprendam, certo? Associo este fato ao que o autor aponta como raciocínio da Relação. Os professores em geral tem medo de pensar "fora da caixinha" são anos utilizando os mesmos instrumentos de avaliação, as mesmas metodologias, os mesmos recursos, que utilizar outros para que o maior número de alunos aprendam parece dar chance demais para os alunos que são impulsivos, não querem nada com os estudos e são "facilitistas" demais, não é mesmo? Não é fácil convencer o outro de que precisamos mudar e muito! Mas inclusão é um passo de cada vez! é persistência!
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Olá, Cláudia, você citou aqui uma série de aspectos importantes relacionados à educação inclusiva, abordados no texto. Vamos começar pela co-dependência: é verdade que muitos pais passam a se preocupar com a autonomia de seus filhos que apresentam algum tipo de deficiência, a partir de uma certa idade, ainda que não sejam todo, mas o importante para nós é ficarmos atentas às situações deste tipo que acontecem nas escolas. Veja: nem sempre é simples para nós, fazer a passagem de alunos para os quais nos dedicamos ao longo de um ano inteiro,para outro professor, não é? Podemos também observar na escola, algumas cenas muito comuns: estas crianças são as que costumam ocupar o colo do professor quando a classe está em roda, andam de mãos dadas com o professor quando o grupo se desloca pela escola, contam com uma série de ajudas desnecessárias... é importante prestarmos atenção a estas situações. Você levanta também outra questão importante muito legal: por que não pensamos em todos os alunos quando criamos estratégias para atender aqueles que estão em situação de desvantagem? Com certeza, todos os alunos podem tirar proveito destas intervenções, estejam elas relacionadas a uma questão física, de gestão, ou mesmo à didática. Por último, é claro: quem precisa mudar somos nós, que temos que nos relacionar com todos, e não as crianças com deficiência. Concordo plenamente!!
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Sempre temos alunos laudados nas nossas turmas, no ano de 2015 em uma única sala haviam dois.Sinto que os professores têm dificuldade quanto ao conteúdo, mas a recepção é inclusiva. Vejo que na periferia essas crianças não têm o apoio da família e com isso mesmo o professor dando atenção a própria família precisa de apoio. Os alunos desse jeito mesmo tendo em alguns momentos alterações comportamentais eles querem um olhar diferenciado pra eles, paciência, atenção. Pena que as escolas no geral não têm estrutura para recebe-los, mas é um trabalho gratificante. Mostrar que todos nós somos capazes de nos superarmos em alguma coisa.
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Lidiia, a questão da aprendizagem é mesmo a mais complexa e a mais difícil de enfrentar para os professores, de uma forma geral. Eu acredito que, hoje em dia, é este o ponto que devemos priorizar. Com certeza, a grande maioria das escolas já oferece uma recepção e um acolhimento adequados para estas crianças, mas este é apenas um primeiro passo de um processo muito longo. É importante que o professor, antes de mais nada, confie no seu potencial de professor, conte com todos os estudos que fez e experimente estratégias didáticas para oferecer a todos um plano de escolaridade condizente com as possibilidades e necessidades que apresentam. O laudo, por assim dizer, não é o mais importante; não é necessário esperar que ele chegue às nossas mãos para dar início a um processo de investigação acerca do que já sabem e do que é preciso ensiná-los. Por último, em relação às famílias, não são todas que não oferecem apoio aos filhos, muitas nos mostram uma dedicação inesgotável aos filhos. Assim como as famílias de todos os nossos alunos, algumas têm maior facilidades para criar seus filhos, outras menos.
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Partir do pressuposto que todos temos alguma deficiência seria um pontapé inicial para que a sociedade como um todo entendesse que somos todos diferentes, cada um com a sua particularidade. Faz-se necessário entender que o diferente do outro complementa o que falta em nós e é através das relações que podemos nos desenvolver e aprender. A educação tem um papel importante perante as relações, pois a escola é um espaço em que se congrega um número muito grande de diferenças tendo essa toda possibilidade de fazer com que todos convivam e se relacionem com o diferente.
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E isso é exatamente oque o texto diz, não é? A questão é que somos todos diferentes: eficientes num certo sentido, e cheios de déficits em outros, mas os grupos e a sociedade em geral são compostos por todos e por cada um. O que rege as dinâmicas de funcionamento em todas as instâncias são as relações que são travadas entre os indivíduos. Gostei muito do seu comentário, Amanda!!
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POR UM FUTURO MELHOR, DE OLHO NA EDUCAÇÃO! A inclusão familiar, na sociedade, na escola! Fazendo uma retrospectiva no passado e pensando no futuro, nota-se que é necessária uma mudança no presente como prevenção de caos na esfera educacional social, cultural e familiar este é um assunto que preocupa muito, principalmente os autores da educação. Todos os recursos já foram testados a favor de uma organização educacional que venha aliviar os fracassos no âmbito escolar. O educador tem na mente a idéia de mudar o mundo; e todas as suas ações são pautados neste intuito, mas torna-se necessário que seja feita uma retrospectiva em todas as esferas da sociedade. O Brasil precisa urgente de uma recapitulação de seus projetos, analise dos erros cometidos, do que deu certo e o que fracassou no desenvolver das ações! Quais os pontos positivos e negativos para que possa ser corrigido e alterado. Para que exista uma resposta positiva através dos projetos sociais é necessária uma reviravolta nos projetos antigos que deram certo, mesmo que seja necessário mudar alguns pontos para se adaptar a realidade. Sabe-se que a família é à base da sociedade e que deve ser vista com maior ênfase em todos os aspectos. Então por que não criar um projeto que inclua a responsabilidade da família na educação dos filhos, incluindo -a em educação familiar deste o matrimonio que é o inicio de uma construção familiar? Sabe-se que não pode ser cobrado aquilo que não foi apresentado. A família só pode ser cobrada por aquilo que lhe foi entregue. O erro está em querer culpar a escola da irresponsabilidade dos pais e vice versa! A escola já comprovou a preocupação e tem se organizado a manter com responsabilidade o seu papel na sociedade faltando apenas uma política publica que der subsídios a família para tal responsabilidade. Não é com programas isolados com ações caridosas que a família cresce em valores e princípios, não é o prato feito que alimenta a família em seus anseios de responsabilidades e igualdades sociais dando-lhes a possibilidade de crescer com valores e integridade. Olhando para o futuro vem a preocupação com a nova geração. pensa-se que seja necessário um olhar mais amplo sobre a educação infantil, sabendo que é na primeira infância que se desenvolve a indenidade do cidadão. A educação infantil tem o mundo em suas mãos e necessita ser vista por um anglo mais responsável, ou seja, os educadores que estão nesta etapa da vida do individuo precisa está preparado, pois é a construção de toda uma vida que começa na primeira infância. Vêem-se muitas ações governamentais preocupadas em formação de professores para a melhoria da educação e isto é um avanço muito significativo, no entanto, a educação infantil ainda se encontra em defasagem na qualidade de ensino precisando de especialistas na área para a construção destes indivíduos. Como cuidar do fracasso e evasão escolar nas series que se segue após a educação infantil se é nesta fase que a criança faz a sua identidade que todo o processo é formulado? Entende-se que, a prevenção é mais significativa que o processo de cura do problema. Nos primeiros anos de vida a criança é um livrinho com paginas escritas apenas com as informações genéticas, precisando ser reformulado adaptado parágrafo por parágrafo ajustado por especialistas que o torne um grande livro com paginas repletas de informações conscientes! Na primeira infância, a criança aprende a lidar com o mundo a sua volta, descobrindo a cada dia as coisas ao seu redor. É neste momento que o adulto entra como um guia neste grande universo que é a vida. Neste momento a criança está pronta para conhecer tudo que o acompanhará durante toda a sua vida. É ali que ele recebe as informações, sobre os princípios e valores que o acompanhará vida afora sabendo que, o que a criança aprende não esquece! “O adulto fracassado foi na realidade uma criança sem estímulos, sem instrução sem guia”. (Elizabeth Silva)
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Nossa..quanta coisa..mas eu concordo com você, sobretudo quando defende a ideia de que a inclusão escolar não é uma questão isolada, e sim um dos reflexos de tudo aquilo que precisa mudar no meio educacional e no meio social, anto do nosso país, quanto de outros.
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Ainda não conheço esse texto. Mas com certeza vou lê-lo em seguida.No entanto posso dizer que as relações entre os alunos inclusos e os outros é de auxílio mútuo. Pude perceber que uns ajudam os outros e com isso passam a conhecer-se melhor e todos saem ganhando
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Considero importante a coletividade. Atividades no qual possam fazer com que os alunos estejam mais próximos.Costumo em minhas aulas conduzir a turma a sentarem em círculo, propor rodas de conversa e trabalhos em grupo para que a interação possa ocorrer.
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Concordo com Macedo quando ele diz que a educação inclusiva veio para desafiar o educador. Todo educador deve ser desafiado sempre, pois o desafio leva à busca do saber, à busca do entendimento. Nós, educadores temos que ser pesquisadores sempre, se quisermos fazer a diferença.
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Olá, dentro do ambiente escolar vemos muitas situações: primeiro o aluno com deficiência necessita, muitas vezes de um suporte maior, o que muitas vezes chamamos de "mão na mão", mas cabe a equipe escolar realizar um planejamento para que o aluno se torne mais autônomo e, gradativamente, realize algumas atividades por si só. Segundo a preocupação com a vida cotidiana e a independência deste aluno, presencio no dia-a-dia escolar um "esquecimento" desta questão, ou seja, os professores costumam se preocupar mais em como fazer o aluno entender os conteúdos escolares do que aproximar estes conteúdos da sua "função social". Por fim, acredito que dentro da escola é importante pensar mais em equidade e menos em igualdade, a fim de garantir que todos os alunos, independente de sua deficiência, aprendam e se desenvolvam.
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Um texto maravilhoso. Nos faz refletir e enxergar a inclusão de outro ângulo. Na verdade como educadora percebi que a limitação pode estar em mim e acabo transferindo esta limitação ao aluno. Como foi citado no trecho " em nome de uma dificuldade nossa em ver o cego além da sua cegueira – ver aquilo que um cego compartilha com os videntes e que, muitas vezes, são todas as outras funções.Então, na verdade, muitas vezes, a nossa cegueira – se eu posso usar essa metáfora – é maior do que a cegueira do cego, nossa surdez maior do que a do surdo, nossa limitação maior do que a do mutilado ou do excepcional."
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Olá! Sou assinante da Revista e gostaria de participar desse grupo, inclusive de realizar o curso e ter acesso ao material. Como devo proceder? Obrigada!
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