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Comentários

Como eu já havia comentado antes,vejo o estágio praticado hoje como algo bem estático, o estagiário vai para escola em que ira fazer o seu estagio ele é apresentado ao professores ao quais ele ira acompanhar, entra na sala senta e fica lá ate o final da aula sem participar em nada.Vejo um certo receio do professor que esta ministrando a aula de que estamos ali para avaliar a sua forma de ensinar.Um sentimento imaturo, porque o nosso papel e participar,conhecer e interagir com o professor e os alunos,porém essa não é a realidade.Não acredito que essa seja a ralidade de todos os estagiários, mas foi a minha.Portando não tenho como destacar algo que tenha sido bom para o meu aprendizado profissional.Assim, sei que ate poderia provocar mudanças nessa situação,contudo não tive esse comportamento compactuei com uma situação errada.
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Prezado Ben Hur, a reflexão que faz sobre seu desempenho não deixa de ser uma aprendizagem. É sempre bom lembrar que o professor de hoje foi o estagiário de ontem e o estagiário de ontem será o professor amanhã. Logo, quando estiver em sala de aula e receber estagiários, terá um bom ponto de partida para gerar a mudança.
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Como comentei anteriormente ainda não trabalhei na área da educação, mas em meu ultimo estagio, eu reportei um numero muito grande errado, porque não tinha feito todas as conferências necessárias, hoje sou MUITO mais cuidadosa com tudo que produzo.
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Ótimo Michely, essa foi uma boa aprendizagem. Provavelmente, não deixará passar mas nenhum número errado, podendo transferir esse zelo para a área da educação.
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Já me deparei em vários erros durante meu curto período de estágio. Tanto meu quanto da instituição. Porém, sempre tentando acertar. De ambos os lados. Mas posso mencionar um deles, que considerei mais grave, pois me deixou realmente transtornada por não saber como agir. Monitoro uma sala de estudo para alunos do EF2 e, num belo dia, uma aluna portadora de síndrome de down, do 8o ano, foi levada para o espaço a fim de estudar. Até aí ok, mas a menina não parava um minuto, tentava abrir janelas (que não têm grades de proteção!), agarrava outros alunos, gritava, enfim, tinha atitudes com as quais eu ainda não havia tido oportunidade de lidar. Foi muito preocupante, avisei à coordenação, porque para ficar de olho somente nela eu teria de negligenciar com os outros alunos. No fim das contas, me foi dito que houve uma falha na secretaria por permitir que a aluna fosse sozinha à sala de estudos, para ficar mais de 3h seguidas, pois o correto seria ela ir com a educadora que trabalha especialmente com alunos portadores de necessidades especiais. A escola reconheceu e o erro, ainda bem, nunca mais se repetiu. Aprendi que lidar com esses alunos pode ser muito mais delicado do que eu imaginava!
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Olá, Fernanda, a presença justa e relevante de estudantes com deficiências em todas as escolas vem nos obrigando a reaprender a trabalhar. Seu relato já indica que a própria instituição também necessita aprender. Penso que tudo o que puder estudar e saber sobre o assunto será de grande ajuda, pois, felizmente, crianças, jovens e adultos de todas as características estão frequentando a escola.
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