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Comentários

Ainda não iniciei o meu estágio, mas acredito que algumas situações na época em que eu era criança~, era os exercícios decorebas, as cópias de texto, as punições para impor a disciplina, soberania absoluta do professor,isso já está muito mais que claro que não funciona atualmente, lógico que a disciplina deve ser conquistada por questões de ordem e não de imposição, fazer o aluno ir em busca de sua concepção e construir o conhecimento é muito prazeroso tanto para ele quanto pra nós educadores pesquisadores, pois não exite educador sem pesquisa, estar atento ao que acontece, as mudanças metodológicas, os processos de aprendizagem etc. devemos sempre levar em conta que estamos formando cidadãos para o mundo, e que por sua vez está inserido em sociedade devendo ser ciente que toda ação tem uma reação, embora muito se confunde escolarização com educação.
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Ana Carine: não há dúvida que nossas experiências enquanto alunos influenciam muito a forma como concebemos a escola, a aprendizagem e a prática pedagógica. Todavia, assim como você disse, muitas delas já não condizem com os tempos atuais. Nesse sentido, buscar alternativas fundamentadas e experimentadas ou, mesmo, realizarmos nossas próprias pesquisas em busca de soluções são procedimentos que se alinham à escola de hoje.
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Tenho muitas lembranças do meu tempo de Colégio algumas boas outras más,porém nunca pensei em usar experiências minhas nas minhas práticas como estagiário ou como professor.São leituras totalmente diferentes, que não teriam significado e utilização hoje.Até porque ja tenho alguns conhecimentos teóricos que contrariam a postura adotada nos meus tempos de aluno.
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Perfeito Ben Hur. O professor que consegue romper com as práticas que viveu enquanto aluno se permite reinventar-se e criar alternativas inovadoras. Diante disso, os conhecimentos acessados na universidade ou em outras instâncias podem funcionar como molas propulsoras para o desenvolvimento de uma docência revolucionária.
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Durante minha vida de aluna no ensino básico, sempre achei que uma aula proveitosa era aquela em que copiavamos toda a matéria e depois fazíamos exercícios. Hoje percebo como essa metodologia é excludente e só dá certo para um dos diversos tipos de aprendizagens existentes em uma turma. Esse tipo de aula só funciona para quem aprende escrevendo e fazendo exercícios. E quem aprende debatendo? Ou vendo um vídeo sobre o assunto? Ou escutando? Hoje, como professora no estágio, tento diversificar ao máximo minhas metodologias para abranjer mais tipos de aprendizagem presentes na minha turma. Outra situação que hajo diferente é sobre a autoridade do professor: na escola, como aluna, confundia muito autoridade com autoritarismo e achava que não tinha problema um professor ser autoritário ao não deixar um aluno ir ao banheiro, por exemplo. Essa é uma prática que tento evitar: meus alunos são donos de sua indecência e tem autonomia para saírem de sala para ir ao banheiro, é só me avisar. Acredito que uma relação de confiança evita conflitos devido a essa liberdade e nunca tive problemas com essa prática de liberdade de ir e vir. Claro que isso é possível pois meus alunos são do 8 ano e já tem um pouco mais de autonomia, mas a ideia de ser autoridade sem ser autoritário pode transbordar essa ideia do banheiro e passar para todas as relações construídas entre aluno-professor.
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Letícia, você nos apresenta um bom exemplo em que as vivências de aluna foram desconstruídas para a adoção de outras práticas. Também concordo que algumas das técnicas adotadas pelos nossos professores beneficiavam uma parcela dos alunos. Diversificar os métodos, sem dúvida, trará a possibilidade de abranger a turma toda. Só não entendi quando afirma que seus alunos são donos de suas indecências. Poderia explicar?
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Acredito que a metodologia da minha época de escola não se aplica ao tempos atuais. E nós futuros educadores devemos aplicar uma metodologia mais voltada ao aprendizado de forma atraente, interessante e inclusiva.
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Elaine: inclusão é um posicionamento político e pedagógico que precisa ser urgentemente adotado por todos os professores. Na escola de ontem vigorava a meritocracia e a exclusão. Quando defendemos que todos os alunos têm direito ao percurso escolar, estamos simultaneamente afirmando uma pedagogia diferenciada que agregue a turma toda.
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Considero que aquilo que mais deu ressignificado no meu estágio com relação ao meu tempo de aluna foi o uso das tecnologias. Um simples projetor pode causar um impacto incrível na aula, pode tornar o aprendizado muito mais fácil e significativo diante da atração que é esse tipo de recurso.
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Daiany. Em pleno século XXI não há como desconsiderar a importância do uso das tecnologias na educação sob vários pontos de vista: enquanto recursos, fontes de informação e, principalmente, meio de disseminação de discursos, concepções e visões de mundo que devem ser objeto de análise na sala de aula, com o intuito de formar cidadãos atentos e críticos ao que é divulgado.
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Tenho diversas lembranças, que na verdade nem considero como ruins, pois à época me serviam. Entretanto, entendo impossíveis de adaptar para os tempos atuais quando eu estiver à frente de uma sala de aula. Isso porque nunca houve abertura para discussões, diálogos, reflexões para que tirássemos nossas próprias conclusões. Ao contrário, os professores eram os detentores de todo o saber e nós, alunos, devíamos simplesmente ouvir e aprender. É exatamente o contrário do que considero importante nos dias atuais, na educação que desejo ao meu filho de 6 anos e aos meus futuros alunos.
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Olá, Fernanda. Mesmo que essas situações tenham, como disse, "servido" à época. Hoje você concorda que elas não parecem apropriadas. Pois bem, essa análise provavelmente impedirá que você reproduza essas situações nem queira vê-las reproduzidas pelos professores do seu filho.
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Como ainda não trabalho na área da educação, vou tentar fazer um paralelo sobre o que imagino ser esse processo versus minhas experiências pessoais (vida e estágios em outras áreas). Primeiramente, temos que romper com o comportamento de falta de compromisso e responsabilidade, que muitas vezes temos como aluno, como por exemplo: deixar de estudar, faltar com os horários, postergar a conclusão de atividades. Entendo que a responsabilidade/compromisso, é requisito essencial no meio profissional. A preguiça e o pouco esforço dado no período de estudo, pode vir a se refletir no comportamento profissional. Mesmo que tenhamos evoluído em muitos conceitos/técnicas/tecnologias, pelo motivo citado acima, a grande maioria continua operando num padrão mínimo de ensino. Em minha opinião, procurar casos de sucesso e fazer bons diagnósticos, contribui como diferencial em relação às décadas passadas. Entender que cada aluno traz suas experiências e têm uma visão e um tempo diferente de aprendizado, torna o ensino mais evoluído do que os livros do passado propunham.
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Prezada Michely, suas colocações são acertadas e cabem em qualquer área. No campo educacional tendemos a reproduzir as mesmas situações vividas enquanto alunos, mesmo na condição de professores. Compreendê-las como produtos de um contexto é o primeiro passo para ressignificá-las e transformá-las.
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Uma prática muito comum na Educação Física é o famoso largobol, onde o professor larga uma bola de futebol para os meninos e uma de vôlei para as meninas. Na minha época de escola isso era muito comum, mas o ponto mais delicado é que eu sempre queria jogar o futebol junto com os meninos e o professor não permitia. Atualmente, a prática de futebol por mulheres já quebrou muitos tabus e se tornou aceita. Nas minhas aulas como estagiária sempre achei importante discutir essas questões de gênero com os alunos e mostrar que não é a prática de um determinado esporte que vai fazer com que a pessoa seja menos homem ou menos mulher, e que a escolha de cada ser humano deve ser respeitada independentemente de qual seja ela.
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Olá, Tairine, excelente posicionamento. Você sabia que a prática do futebol era oficialmente proibida às mulheres até 1979? Pois é, veja só como estamos nos transformando. Entretanto, isso ainda precisa chegar a todas as escolas e, principalmente, desencadear uma mudança na postura dos professores como o que você relatou.
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