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Gustavo Killner
publicou no grupo Base Nacional Comum Curricular

ATIVIDADE 4

O MEC marcou o dia 2 de dezembro como data simbólica para que as escolas de todo Brasil realizem uma discussão sobre a Base Nacional Comum Curricular, a fim de que possam colaborar com a revisão do documento em sua versão atual.

Ampliar a discussão é importante e, para isso, as escolas devem buscar envolver não somente os profissionais da Educação, mas também os educandos e toda a comunidade.

Será que a participação popular é possível ou se trata de mais um ato de "pseudodemocracia"? Ou seja, quando se conclama a participação de todos, mas não se criam as condições objetivas para tal, o que acaba legitimando como democrático um processo e um documento duvidoso, quando não autoritário.

O que vocês acham?

Sobre essa questão, vale acessar o kit de apoio à mobilização.

Vamos refletir e discutir sobre isso?

COMPARTILHEM A OPINIÃO DE VOCÊS AQUI NESTE MESMO POST.

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Comentários

A Conferência Nacional de Educação de 2014 propõe no Eixo IV (Qualidade da educação: democratização do acesso, permanência, avaliação, condições de participação e aprendizagem) do seu documento final, que cabe à União, em articulação com demais instâncias, Elaborar, MEDIANTE CONSULTA PÚBLICA NACIONAL, a proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os alunos do ensino fundamental e médio, nas diversas modalidades a serem atingidas nos tempos e etapas de organização destes níveis de ensino, com vistas a garantir formação básica comum, garantindo assistência técnica e financeira. (CONAE, 2014, item 2.4) Mediante ao exposto podemos dizer que o MEC tem o dever de ouvir a sociedade, estabelecido na CONAE. Mobilizar os educadores é garantir que este seu papel se cumpra, daí o desejo de massificar a divulgação nesta "reta final". Quanto ao KIT, há dias que fiz o cadastro e aguardo retorno, sem sucesso... PARA ELES, JÁ SOU UM "PARTICIPANTE". Enfim, querendo ou não nos ouvir, meu papel é ler, entender, conhecer, opinar... e esperar. Mas há duas formas de esperar: como muitos, desacreditados suficientes a ponto de se quer lerem o que está acontecendo; como poucos, lendo, pesquisando, estudando, levando a temática para reunião de pais, como fizemos esta semana em uma reunião pedagógica. Explanei um pouco sobre o assunto, indiquei leituras... a passos curtos, mas progressivos, caminhamos.
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É isso mesmo, Maiana. Como já escreveu Paulo Freire, pensar certo é agir certo! Ser coerente entre o que pensa e o que faz. Muitos falam coisas bonitas, declaram boas intenções, mas não se modifica a realidade com discursos. Apenas com ações! Vamos fazer a nossa parte!
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