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Gustavo Killner
publicou no grupo Base Nacional Comum Curricular

ATIVIDADE 3
 
O artigo 3º da LDB, em seu parágrafo II, afirma que o ensino será ministrado com base na liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
Assim sendo, a existência de uma Base Nacional Comum Curricular não é contraditória com esse artigo, já que impõe uma série de aprendizagens que serão obrigatórias em todas as escolas brasileiras?
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Comentários

A Educação no Brasil vive o dilema de "ranços e avanços". No artigo que indicou para leitura "Desconstrução do discurso hegemônico..." pude entender melhor "os ranços", a repetição das intenções políticas por trás do currículo (LDB71/96). Me chama a atenção as alianças políticas entre as parcerias do Movimento pela Base, não como novidade, mas reproduzindo/reforçando anseios... Quanto a pergunta: é contraditório, em parte. Por isso disse na atividade 1 ou 2 que implicará em mudança em demais documentos. Mas "ao pé da letra", "tirando" toda ideologia (vislumbrando a possibilidade)- em minha opinião, ter uma base comum não impedirá a efeitivação deste artigo, na prática.
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Pois é, Maiana, por trás das boas intenções sempre há opções ideológicas, seja de direita ou centro ou esquerda. Pensar a educação como prática da liberdade também é ajudar a perceber estas nuances e possibilitar ao outro fazer suas escolhas. Senão, seja qual for a ideologia, haverá doutrinação.
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A Educação no Brasil vive o dilema de "ranços e avanços". No artigo que indicou para leitura "Desconstrução do discurso hegemônico..." pude entender melhor "os ranços", a repetição das intenções políticas por trás do currículo (LDB71/96). Me chama a atenção as alianças políticas entre as parcerias do Movimento pela Base, não como novidade, mas reproduzindo/reforçando anseios... Quanto a pergunta: é contraditório, em parte. Por isso disse na atividade 1 ou 2 que implicará em mudança em demais documentos. Mas "ao pé da letra", "tirando" toda ideologia (vislumbrando a possibilidade)- em minha opinião, ter uma base comum não impedirá a efetivação deste artigo 3°, na prática.
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A Educação no Brasil vive o dilema de "ranços e avanços". No artigo que indicou para leitura "Desconstrução do discurso hegemônico..." pude entender melhor "os ranços", a repetição das intenções políticas por trás do currículo (LDB71/96). Me chama a atenção as alianças políticas entre as parcerias do Movimento pela Base, não como novidade, mas reproduzindo/reforçando anseios... Quanto a pergunta: é contraditório, em parte. Por isso disse na atividade 1 ou 2 que implicará em mudança em demais documentos. Mas "ao pé da letra", "tirando" toda ideologia (vislumbrando a possibilidade)- em minha opinião, ter uma base comum não impedirá a efetivação deste artigo 3°, na prática.
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Liberdade requer responsabilidade, acredito que essa é a concepção na LDB. A Escola é responsável pela aprendizagem das crianças, TODAS tem direito de acesso ao conhecimento acumulado pela humanidade, à cultura a à arte. Acredito que a liberdade é de aprender tudo, sem limites, é no direito do aluno e não no direito de selecionar o que se quer ensinar. Assim sendo não existe contradição,existe o direto de aprender não só o mínimo mas partir de um mínimo.
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Leninha, é fundamental perceber que a escola (nem qualquer outra instituição) tem condições de transformar toda cultura universal em cultura escolar, pois a cultura universal é imensa e não pode ser condensada num currículo. Nesse sentido, a seleção de conteúdos sempre será necessária. A questão, como você coloca, é quem faz a seleção. É a sociedade, a família, o sujeito ou seriam os especialistas?
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É muito contraditório e a liberdade de aprender nunca poderá existir pois muitos alunos vão para a escola por causa do bolsa família que os pais só obrigam por ter dinheiro envolvido, se aprender fosse escolha o mundo nunca diminuiria as taxas de analfabetismo em especial nosso país. No lugar da liberdade de aprender deveria ser apenas direito de aprender, liberdade de ensinar e seguintes.
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