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Gustavo Killner
publicou no grupo Base Nacional Comum Curricular

ATIVIDADE 3 - NOTA DO MEDIADOR
 
Sobre a reflexão proposta na Atividade 3:
Embora possa parecer contraditória, a existência de uma Base Nacional Comum não fere a autonomia do professor. Inicialmente, cabe lembrar que a autonomia só faz sentido quando pensada socialmente. Nesse sentido, uma BNCC que defina uma parte (e não o todo!) do currículo não tolhe a autonomia didática docente nem das unidades educacionais, na medida em que deixa uma boa parcela diversificada para atender às demandas sociais locais.
Além disso, mesmo o “core currículum”, ou seja, a Base Comum, é aberto o suficiente para permitir leituras variadas, abrindo possibilidades de adaptação às práticas sociais realizadas no ambiente escolar.

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Comentários

Perfeito! Há questionamentos sobre os 60% para parte comum e 40% para a parte diversificada é esclarecida ao ponto que enxergamos a "parte comum" como "aberta o suficiente para permitir leituras variadas..." Acredito, por já colocarmos em prática, que as adaptações regionais são fundamentais para o currículo de qualquer instituição.
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