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Gustavo Killner
publicou no grupo Base Nacional Comum Curricular

ATIVIDADE 2
 
“A reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria/Prática sem a qual a teoria pode ir virando blábláblá e a prática, ativismo” Paulo Freire
 
Para pensar criticamente sobre a Base Nacional Comum é necessário conhecer um pouco mais sobre ela. Por que ter uma Base Nacional Comum? Ela é necessária? Ela é apenas uma lista de conteúdos que deverão ser tratados nas escolas brasileiras ou é mais do que isso? Outros países tem uma Base Nacional Comum? A quais interesses ela atende? É obrigatória ou optativa? Define todo o currículo escolar ou apenas uma parte dele?
 
Para aprofundar este debate, podemos ler os textos:
- Documento oficial do MEC
- Base Nacional Comum Curricular: O Que É Isso?
- O que seus alunos deveriam aprender a cada ano?
- Base Nacional Comum: Desconstrução de Discursos Hegemônicos Sobre Currículo Mínimo
 
Após as leituras, deixem aqui neste post seus comentários e reflexões sobre as perguntas postas acima.
 
Um feriado proveitoso para todos nós.
Boa leitura, boa reflexão e bom debate de ideias entre nós!

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Comentários

Olá, Gustavo! Acredito que a BCN é necessária para nortear ações pedagógicas exequíveis a medida em que reajustamos demais documentos orientadores. Até porque essa mudança implica em muitas outras. Creio que esta tem sido a nossa maior preocupação. A BCN colabora na garantia de componentes mínimos a serem contemplados no currículo, falando mais simploriamente. Nós, que buscamos contemplar os P/RCN'S nos esquecemos daqueles que ainda não possuem seus direitos educacionais básicos garantidos... E como existem! Ao que vejo a “nova” proposta vai além do que o conteúdo específico para abordar em cada ano... Além da mudança na nomenclatura dos eixos... Eu acredito, de fato, que é um largo passo que daremos. Quanto o percentual de 60% para base comum e 40% para contemplar as especificidades regionais, acho um bom aspecto a ser discutido. Agradeço a indicação de leitura do artigo "Base Nacional Comum: Desconstrução de Discursos Hegemônicos Sobre Currículo Mínimo" . Fiz uma leitura dinâmica e me interessei. Está em meus arquivos... Até!
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Olá Maiana! Que bom que gostou do artigo! Ele remete a uma reflexão crítica sobre a BNCC. Seria bom mesmo Que a BNCC remetesse a "ações pedagógicas exequíveis", como você mesma escreve. Mas será que ela remete? Os P/RCN também tinham essa intenção, mas sabemos que, após quase 20 anos, seu impacto foi mínimo, infelizmente. Será que a BNCC será diferente? Por quê?
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Não há a menor dúvida de que a Educação precisa ser qualificada, que as crianças de todo o Brasil precisariam ter assegurado que aprenderão a ler, escrever, calcular, pesquisar, conhecer, apreciar e se expressar em diferentes linguagens artísticas. Se o MEC vai sugerir um currículo mínimo e as escolas poderão ampliar, ótimo! Mas acredito que o problema é anterior e está na formação do professor. Para que isso seja possível, ter uma Base Comum mínima, seria necessário que o professor tenha conhecimento de todas essas áreas de conhecimento,conheça as pesquisas didáticas de cada uma, participe de formação continuada com tempo real de estudo/reflexão/debate sobre a prática. Infelizmente são poucas as escolas que disponibilizam essa formação, existe a regulamentação mas a viabilização é complicada e, muitas vezes, lamentável. Ora o HTPC acontece no horário de almoço, ora no final da tarde, em ambos alguns professores acabaram de dar aula e precisam se alimentar e ir para a jornada do outro período ou, o contrário, chegam correndo porque estavam em outra escola. Alguns coordenadores relatam que o tempo real de formação é mínimo, já que são vários os entraves e problemas que precisam ser resolvidos nesse tempo. Trabalhei muitos anos numa rede pública onde os professores tem 6 horas de HTPC, e o tempo totalmente utilizado para formação, mas infelizmente também está deixando de ser tamanha é a interferência da política e a falta de formação da equipe gestora. Acredito que empresas/editoras controlam ou interferem nas políticas públicas, agora a acreditar que nada vale a pena por conta disso acho demais; com mais conhecimento em todos os âmbitos, (pais de alunos, funcionários, professores e gestores) esse fato poderia ser mais neutralizado.
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Leninha, você tem toda razão no que se refere às condições objetivas de trabalho do professor. Sua formação inicial (a dos professores) é frágil pois foi sendo mercantilizada e transferida para a rede privada, sendo sistematicamente diminuída. Contudo, a resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015, que define novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada já visa alterar essa realidade. Quanto à formação continuada, mesmo que o Estado até invista nela, um pouco, ela é, como você bem apontou, precária. Tudo isso nos leva a pensar: Qual é, de fato, a função social da escola?
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