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Miruna Kayano
publicou no grupo Alfabetizar a todos respeitando o tempo de cada um

Atividade 2 -Como cada criança pensa sua escrita? As hipóteses de escrita 
Texto de referência: Emília Ferreiro, Hipóteses de escrita

Os professores alfabetizadores sabem que tudo o que se pensava à respeito da escrita alfabética se alterou profundamente com pesquisas que Emília Ferreiro realizou em parceria com Ana Teberosky. Assim sendo, um grande desafio ao longo destes quase 40 anos, desde a publicação do livro Psicogênese da linguagem escrita (Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, 300 págs., Ed. Artmed, 46 reais), tem sido compreender o que estas pesquisadoras elaboraram a respeito dos saberes dos alunos e suas hipóteses de escrita.

Desta forma, para esta próxima semana de reflexões vocês deverão ler este trecho do livro Reflexões sobre alfabetização (Emília Ferreiro, 141 págs., Ed. Cortez, 31 reais) e responder, considerando o texto e sua experiência profissional: qual é o maior desafio para o professor quando trabalha considerando as diferentes hipóteses de escrita? Qual hipótese é mais desafiadora de identificar? Boa semana a todos!

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Comentários

Acho o maior desafio avançar nos níveis da escrita, principalmente quando a criança está em conflito entre dois níveis. Acho o mais desafiador para identificar o nível alfabético.
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Olá Indiara, é verdade o que você coloca, existem momentos em que o aluno está vivendo um conflito que faz com que ele acabe produzindo a partir de diferentes perspectivas. Lembre-se porém, de que mesmo em conflito há uma hipótese que é central na análise da criança, e que é um indicativo mais claro de como ela está pensando naquele momento; geralmente conseguimos definir isso observando o que produzem espontaneamente, sem intervenção do adulto. Sobre como identificar quando estão escrevendo já alfabeticamente é importante observar se já fazem uma análise interna à sílaba (ou seja, mais de uma letra por sílaba), em todas as partes das palavras. Um abraço!
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Penso que as crianças sempre estarão em hipóteses diferentes, pois elas são diferentes, vem de meios diferentes e culturas diferentes, assim acho que cabe a nós professores, criar oportunidades que venham a favorecer o desenvolvimento da escrita através das próprias experiências que os alunos trazem do meio onde vive ocasionando assim uma situação de ensino aprendizagem, promover o uso social dos diversos textos apresentados aos alunos, mostrar significados nas atividades diárias com ênfase na contextualidade do educando e ler para eles todos os dias!
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Olá Tânia, realmente a diversidade de saberes é marca do processo de alfabetização! Algo a destacar-se, neste sentido, é que a partir do que Emília Ferreiro coloca em seu texto, podemos relacionar os diferentes saberes dos nossos alunos, e isso ajuda a organizar as situações de interação. Ainda que dois alunos silábicos escrevam uma lista juntos, cada um tem seu percurso próprio, e por isso poderão trocar ideias e com isso avançar em sua escrita. O professor, por sua vez, precisa sempre garantir que existam ao longo da semana, atividades com desafios concretos, que mobilizem o aluno a buscar novos e diferentes conhecimentos. Um abraço!
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Para mim, o maior desafio é trabalhar com as diferentes hipóteses da escrita em sala de aula, como oferecer desafios adequados ao grupo, que é heterogêneo e com tantas individualidades. Como dar a atenção necessária para cada criança. Acho a fase silábica alfabética mais complicada de identificar, pois as vezes a confundo com o silábico com valor e outras com a fase alfabética.
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Olá Elaine, acho que você mencionou um momento chave para os educadores, que gera mesmo muita dúvida. A hipótese silábico alfabética é desafiadora pois configura-se como uma etapa de transição, às vezes falamos que a criança está entre o silábico e o silábico alfabético, mas na verdade é a hipótese silábico alfabética que se configura como este momento de passagem. Lembre-se de observar se o aluno já está pensando internamente à sílaba, ou seja, se já completa algumas sílabas das palavras com mais de uma letra, ou se continua apenas escrevendo com uma letra por sílaba. Vale destacar que no começo o aluno silábico alfabético faz isso em apenas uma parte da palavra, e é mantendo-se como produtor de escritas que ele continuará avançando e assim seguirá pensando nas demais sílabas. Um abraço!
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Trabalhar com alfabetização é um desafio constante, mas também é muito recompensador! De acordo com o trecho lido e minha pequena experiência na alfabetização, meu maior desafio tem sido reconhecer quando o aluno está no nível silábico sem valor sonoro ou com valor sonoro. Algumas vezes meus alunos demonstram ter avançado para o nível silábico com valor sonoro, mas de repente, em nova testagem, parecem ter retornado ao silábico sem valor sonoro. Fico com muita dúvida para identificar qual o nível correto. Afinal, ela ja evoluiu ou está na metade do caminho?
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Olá Luiza, muito interessante o seu questionamento! O que acho importante destacar a partir de sua reflexão é que, segundo Emília Ferreiro, além das hipóteses é importante pensar sobre as conquistas conceituais de nossos alunos. Assim, uma conquista importante é a da relação sonora, e ela acontece quando começam a escrever silabicamente, mesmo que sem valor sonoro, pois já conseguem considerar a quantidade de sílabas - o que é em si um controle sonoro - para decidir quais letras usar. Quando o aluno alterna as letras que usa, está ainda tentando compreender o uso do sistema de escrita, e no caso que você comenta seria importante: 1) Pedir que ele retome sua escrita e que leia de sua forma a palavra. Ao ler, muitas vezes vai se incomodar se tiver colocado um T para PO de SAPO, e decide trocar pelo O, ou seja, está já considerando o valor sonoro das letras. 2) Observe as palavras apresentadas em cada sondagem. São similares? Lembre-se de que palavras muito desafiadoras podem gerar mais insegurança na criança e com isso ela acaba decidindo escrever com ideias anteriores às que mostrou em outras produções. Finalmente considere que estes momentos de idas e vindas nas hipóteses são importantes para que a estabilização sobre o que estão aprendendo seja efetiva. Mantenha seu aluno escrevendo para que ele consolide sua análise e siga avançando. Abraços!
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O maior desafio para o professor é justamente trabalhar com essa diversidade em sala de aula. Considero a hipótese silábica alfabética a mais complexa, visto que é uma etapa em que os alunos demonstram estar em conflito. Mas, vejo o trabalho com os alfabéticos iniciais mais desafiadora, pois se o professor não propor desafios em que os alunos leiam e escrevam não ocorrem avanços e teremos alunos que não produzirão textos
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Olá Ana Paula, é verdade o que você aponta: é fundamental cuidar do olhar para a hipótese silábico alfabética como um momento de conflito, no qual as escritas se alternam muito a depender de como o aluno lida com estas situações. Nesta etapa é muito importante consolidar o uso de palavras de referência, como nomes próprios e uso de listas de palavras que sejam conhecidas pelos alunos. Seu apontamento sobre os alfabéticos é bem importante, temos sempre que ter metas de avanços, e eles podem avançar na escrita das sílabas complexas, no cuidado com a separabilidade entre as palavras e mesmo a ortografia. Um abraço!
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É muito difícil julgar o nível conceitual de uma criança, considerando unicamente os resultados, sem levar em conta o processo de construção. Só a consideração conjunta do resultado e do processo permite-nos estabelecer interpretações significativas. Devemos introduzir diversos gêneros textuais, pois este é o caminho para o desenvolvimento da leitura e da escrita. O nível silábico-alfabético é muito desafiador dispor de materias e metodologias inovadoras ajudam a simplificar às necessidades da criança a qual está alfabetizando.
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Olá Quezia, obrigada por sua contribuição. O trabalho com os gêneros textuais é mesmo muito importante, mas sempre considerando que ele terá impactos diferentes em processos de leitura e de escrita; em leitura, investimos bastante na variedade, mas em escrita é preciso cuidar e ver quais os alunos dão conta em cada momento e estabelecer progressões, que avancem conforme o que já fizeram anteriormente. Um abraço!
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Bom dia todas Significativa as discussões visualizadas. Compreender o processo de construção do conhecimento das crianças a cerca do sistema de escrita é gratificante e ao mesmo tempo desafiador para o professor. Mas a colega Quezia ressalta um ponto chave para nos atermos que é levarmos em consideração o processo de construção da escrita. O que nos remete pensar em que condições nossas crianças escreve. Partindo do pressuposto da heterogeneidade das salas de aula nas unidades escolares e buscando relacionar as situações vivenciadas com o que aponta Emília Ferreiro e Ana Teberosky, a reflexão e compreensão dos saberes de cada criança tem sido importante para o fazer pedagógico do professor em apoiar cada uma na compreensão e reflexão do sistema de escrita. Sistema este que é complexo sua apropriação. E daí a importância de oferecer boas condições de ensino para uma aprendizagem significativa.Todas as hipóteses sitadas pelas autoras tem complexidade e por isso necessita muito estudo e compreensão para melhor identificar os saberes das crianças. Dessa forma, compreendendo a concepção das autoras e se atendo a todo o processo de construção que perpassa a escrita da criança, a visualização dos saberes é mais consistente. Portanto, as condições oferecidas durante o processo de ensino e a escrita dos alunos de forma conjunta estará possibilitando melhor compreensão do saber de cada criança e o que ainda investir para ajudar no processo de consolidação do sistema de escrita, além da compreensão de cada hipótese apresentada pelas autoras. Niraildes Medrado
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Bom dia todas Significativa as discussões visualizadas. Compreender o processo de construção do conhecimento das crianças a cerca do sistema de escrita é gratificante e ao mesmo tempo desafiador para o professor. Mas a colega Quezia ressalta um ponto chave para nos atermos que é levarmos em consideração o processo de construção da escrita. O que nos remete pensar em que condições nossas crianças escreve. Partindo do pressuposto da heterogeneidade das salas de aula nas unidades escolares e buscando relacionar as situações vivenciadas com o que aponta Emília Ferreiro e Ana Teberosky, a reflexão e compreensão dos saberes de cada criança tem sido importante para o fazer pedagógico do professor em apoiar cada uma na compreensão e reflexão do sistema de escrita. Sistema este que é complexo sua apropriação. E daí a importância de oferecer boas condições de ensino para uma aprendizagem significativa. Todas as hipóteses citadas pelas autoras tem complexidade e por isso necessita muito estudo e compreensão para melhor identificar os saberes das crianças. Dessa forma, compreendendo a concepção das autoras e se atendo a todo o processo de construção que perpassa a escrita da criança, a visualização dos saberes é mais consistente. Portanto, as condições oferecidas durante o processo de ensino e a escrita dos alunos de forma conjunta estará possibilitando melhor compreensão do saber de cada criança e o que ainda investir para ajudar no processo de consolidação do sistema de escrita, além da compreensão de cada hipótese apresentada pelas autoras. Niraildes Medrado
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Olá Niraildes, você faz uma reflexão muito importante que realmente deve ser levada em consideração pelo educador de forma permanentemente em sala de aula; efetivamente não basta um retrato de um momento específico da alfabetização, é preciso olhar todo o processo. Assim, é diferente um aluno que na educação infantil passa o ano todo com a hipótese silábica do que um aluno de 1º ou 2º ano do ensino fundamental 1, que permanece na mesma hipótese pelo mesmo intervalo de tempo, pois sabe-se que a cada segmento o tempo de trabalho dos alunos se intensifica. Considero, assim, que o professor precisa fazer análises dos avanços dos alunos após um "bloco" de intervenções, ou seja, depois de uma sequência ou projeto, pois assim será capaz de avaliar o quanto os alunos modificaram seus esquemas de pensamento após as situações organizadas pelo docente. Um abraço!
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Olá! O meu maior desafio é identificar o nível silábico sem valor sonoro. Por isso é tão importante solicitar o aluno leia imediatamente após a escrita da palavra. Quanto ao maior desafio é agrupar os alunos por níveis próximos em turmas grandes, como as que eu atendo, e fazer-me presente em todos os grupos para auxiliá-los.
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Olá Jacira, é realmente interessante solicitar aos alunos que leiam o que escreveram, mas não sempre, e não com tudo o que produziram pois isso pode desmotivar as crianças. Escolha alguma palavra para que a criança leia depois de escrever, e busque trabalhar com textos memorizados, que ajudam no processo de retomada. No trabalho com os grupos por hipóteses próximas considere que é preciso investir na autonomia de cada grupo, que saibam se ajudar, apoiar uns aos outros, para que assim o professor não tenha que necessariamente estar circulando a todo momento com todos os alunos. Um abraço!
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Boa noite, Penso ser desafiador a identificação das hipóteses de escrita, considerando cada criança e sua bagagem de vivências, saberes e seu tempo. A forma como cada uma percebe a escrita e a desenvolve é muito complexa. Cabe ao professor cautela e perícia para identificar estas hipóteses, pois são muito próximas e ao mesmo tempo distintas. Vejo o nível silábico alfabético como um momento conflitante pois, é quando ocorre a identificação dos sons que compõem uma sílaba.
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Olá Valéria, você tem toda razão, o caminho para identificar as hipóteses de escrita não é focar apenas em uma única atividade, mas pensar em uma análise bastante cuidadosa da criança de uma forma geral. Realmente quando as crianças estão escrevendo de forma silábico alfabética o professor pode sentir bastante dúvida, pois a escrita alterna-se bastante, é possível que o aluno escreva de forma silábica, e em algumas palavras já consegue completar algumas sílabas. Considero que é importante nestes casos propor a escrita de textos memorizados, nos quais as crianças podem retomar o que produzem e assim repensar sua escrita. Um abraço!
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Boa noite! Ainda temos muita dificuldade na análise desses níveis de escrita principalmente no avanço entre os níveis silábico sem pauta sonora e com pauta sonora e o nível silábico alfabético.
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Olá Rossana, para que seja possível identificar as hipóteses do aluno é interessante manter a postura que a Valéria comenta logo acima: uma análise a longo prazo, que constantemente observa a criança em suas produções. Uma sugestão é pensar cuidadosamente na sondagem, escolhendo uma lista de palavras relacionadas entre si, e em outro momento propor a escrita de um texto memorizado, como uma parlenda ou cantiga, na qual seja possível pedir que a criança releia o que escreveu. Um abraço!
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Olá Rossana, para que seja possível identificar as hipóteses do aluno é interessante manter a postura que a Valéria comenta logo acima: uma análise a longo prazo, que constantemente observa a criança em suas produções. Uma sugestão é pensar cuidadosamente na sondagem, escolhendo uma lista de palavras relacionadas entre si, e em outro momento propor a escrita de um texto memorizado, como uma parlenda ou cantiga, na qual seja possível pedir que a criança releia o que escreveu. Um abraço!
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Para mim, o processo inicial da alfabetização é desafiador . As crianças vem da educação infantil acostumadas com uma rotina prazeirosa de brincar, e infelizmente nem todos educadores entendem q ensinar a ler e escrever pode sim ser prazeroso, prevendo momentos de brincadeira. É claro que adaptar a realidade de cada aluno é desafiador, mas se prestarmos atenção no conhecimento q já possuem ficará mais fácil. Também algo que me ajuda é trabalhar com diversos tipos de gêneros textuais, pois as aulas se torna, interessantes e significativas.
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Olá Mariane, é verdade que esta sua preocupação deve mesmo ser relembrada pelo professor do ensino fundamental 1: é preciso cuidar da passagem de segmento respeitando as necessidades das crianças, seus tempos, sua forma de organizar-se na escola. Veja o texto sobre as atividades para que possamos seguir refletindo à respeito destes aspectos. Um abraço!
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Realmente é importantíssimo trabalharmos com diferentes generos textuais com nossos alunos em processo de alfabetização, não somente, de conhecer os conhecimentos que já trazem paa favorecer uma interação com os amigos ao comporem agrupamentos, para o professor saber de onde e como partir, porém acredito que no processo de aquisição do sistema alfabético não podemos nos descuidar de garantir em nossa rotina atividades permanentes de leitura e escrita para se pensar na aquisição do sistema, atividade de leitura que permitam que os alunos reflitam sobre como os códigos se organizam, e como nos mostram os estudos é perfeitamente possível dentro de atividades significatibvas porém com foco no sistema, sem deixar de cuidar para as atividades de "letramento".
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Olá Aurea, sua reflexão me parece central em salas de alfabetização: o professor precisa buscar continuamente o equilíbrio entre propostas que buscam ampliar o conhecimento dos alunos sobre textos diversos, formas de ler e escrever, mas sem com isso descuidar de momentos pontuais, e sistemáticos nos quais o sistema de escrita entra em jogo de forma clara e específica, ampliando assim a possibilidade de todos de aprender a ler e escrever. Estes momentos de investigar sobre o sistema de escrita são muito potentes e podem ser muito instigantes para todos, a partir de como o professor organiza estas atividades; neste sentido ganham destaque os nomes próprios. Um abraço!
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A alfabetização continua sendo um dos maiores desafios, tanto para o professor como para o aluno, pois muitas crianças fracassam nas primeiras etapas da alfabetização gerando até mesmo um trauma, e muitas vezes sentindo-se incapazes de aprender tal feito, mas se o aluno for bem mediado terá êxito nessa jornada maravilhosa que é os primeiros passos do ser humano rumo à educação e a cultura. Nas salas de aula tem se adotado bastante, a leitura de textos, histórias, parlendas, tudo isso vai criando um vínculo forte com a criança, pois ela passa a se familiarizar com o mundo dos livros, essas primeiras impressões da vida do leitor somam-se aos novos conhecimentos, adquiridos por meio do hábito da leitura que vai se consolidando passando a construir uma nova mentalidade, assim a criança passa a ter uma certa criticidade como cidadão pensante onde pode-se afirmar que ali existe um futuro leitor. Desta forma podemos “alfabetizar” e ao mesmo tempo “letrar” dando início ao processo de alfabetização e participação dos alunos onde os mesmos passam a questionar e produzir textos reais e significativos, pois os textos quando trabalhados na educação infantil, desperta o desejo de conhecimento no alfabetizando estimulando o prazer pela leitura e o desejo de conhecimento.
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Olá Andrea, muito interessante sua reflexão no sentido de valorizar, dentro deste olhar para as hipóteses de escrita proposto pelo texto apresentado nesta semana, o significado das atividades a serem vivenciadas pelos alunos em sala de aula. Uma leitura que deve ter destaque é a de gibis, que possibilitam a relação entre imagem e texto para a compreensão da narrativa e com isso potencializam a familiaridade do leitor. Um abraço!
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Boa Tarde. Falar de alfabetização é um tanto complexo até mesmo pela diversidade de métodos utilizados, e ainda devido às dificuldades de aprendizagem dos alunos. Caracteriza-se por uma fase muito importante no desenvolvimento do aluno, sendo a base para conhecimentos futuros. Atualmente a minha maior dificuldade é trabalhar com atividades diferenciadas na sala de aula. Os primeiros anos que lecionei a alfabetização o método utilizado era Casinha Feliz. Há 5 anos, participei do curso oferecido pela Secretaria de Educação do Município. Projeto Chapada. Onde conheci as Hipóteses de Escrita, rotina na sala de aula e diversos exemplos de atividades e como “avaliarmos”. Tenho apenas dois anos que trabalho com estas “novidades”, por isso tenho um pouco de dificuldade de trabalhar com as atividades diferenciadas.A hipótese mais desafiadora para mim é a silábico-alfabética, pois, esta hipótese corresponde a um período de transição no qual a criança trabalha simultaneamente com as hipóteses silábica e a alfabética.
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Olá Teana, é verdade que nós professores sempre estaremos imersos em um contexto bastante amplo de metodologias, concepções e formas de organizar o ensino e a aprendizagem de nossos alunos. Neste sentido é fundamental que cada docente busque um foco de aprofundamento, encontrando assim o seu eixo de apoio e sustentação para a sua prática pedagógica, que precisa ser coerente e carregada de significado. Continue estudando e lendo os textos que possam orientar seu caminho para que consiga realizar as escolhas com as quais se identifica. Concordo totalmente com sua análise sobre a hipótese alfabética, e você identifica perfeitamente a complexidade deste momento: alternância entre escritas mais e menos próximas das convencionais. O caminho é, portanto, deixar que os alunos sigam escrevendo, confiando em sua escrita, para que, escrevendo mais, consigam de forma progressiva avançar em suas reflexões sobre a escrita. Um abraço!
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Fazer a criança avançar da hipótese silábica sem valor sonoro para a silábica com valor sonoro eu vejo o maior desafio. Pois entra o aspecto qualitativo das relações grafofônicas. O trabalho com a consciência fonológica através de rimas e aliterações através de poemas, de músicas e histórias infantis. Caso seja bem trabalhado com as crianças desde a Educação Infantil, o ciclo de alfabetização do 1 ao 3 ano do Ensino Fundamental fluirá com muito menos dificuldades.
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Olá Ricardo, interessante sua análise sobre a hipótese silábica e a importância deste olhar relacionado com atividades nas quais as questões sonoras sejam colocadas em jogo. Considero que é fundamental que o professor compreenda o aluno que escreve silabicamente como uma criança que já está considerando a sonoridade, ainda que sem escolher a letra pertinente, iniciou o caminho em analisar fonologicamente as palavras, ao pensar nas sílabas, como se organizam, etc. Desta forma, precisam seguir investindo em momentos nos quais pensam sobre os nomes próprios, palavras de referência, para com isso conseguirem ampliar o que estão trabalhando ao ler e escrever na escola. Um abraço.
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Meu maior desafio é trabalhar as individualidades de cada um, pois sempre busco muito trabalhar partindo do conhecimento prévio dos alunos. Muitos dos quais encontram-se em níveis de alfabetização diferente. Segundo hipótese citada pelos autores precisa integrar a forma de aprendizagem, de ser coletiva, buscando juntos um único objetivo.Integralizando saberes, onde todos parte de um pressuposto teórico ao pratico.
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Olá Dionéia, isso mesmo, temos que manter o olhar para as hipóteses de escrita, as reflexões de cada aluno, mas buscando pontos de apoio que permitam a organização de grupos produtivos, nos quais os alunos que pensam de forma semelhante entre si estejam reunidos, e que depois propiciem retomadas coletivas, onde o caráter do grupo todo como um coletivo único, não se perca. Ao professor cabe valorizar e mostrar contínua confiança no que cada aluno sabe, para que sempre valorizem sua própria escrita e continuem lendo e escrevendo, da sua forma, utilizando quando possível, novos referenciais, como os nomes próprios e palavras de referência. Um abraço!
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O maior desafio é identificar a fase que o aluno esta ...em seguida é consegui fazer com que esse aluno avance principalmente quando se considera outros fatores que são determinantes na vida escolar do aluno com estrutura familiar e emocional..A hipotipose silábica é no meu ver a mais desafiadora pois o aluno identifica faz a grafia e isso nos faz confundir muito com a alfabética-silábica.
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Olá Rafaela, alguns trechos de sua mensagem vieram cortados e por isso não sei se consegui compreender inteiramente sua reflexão, mas entendi que você comenta sobre a complexidade envolvida entre as hipóteses silábica e silábico alfabética. O caminho para diferenciar estes momentos é observar se o aluno já passa a pensar internamente às sílabas, para além de uma única letra, ou seja, começa escrevendo sílabas completas utilizando partes de palavras que conhecem bem, como nomes próprios, para que cada vez mais pensem sobre o sistema e consigam analisar mais detalhadamente o sistema de escrita. Um abraço!
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O ato de educar, compartilhando saberes já é um desafio constante para nós educadores, e em uma classe de alfabetização o desafio é ainda maior, já que "atendemos" pessoas de diferentes níveis sociais, objetivando um único "resultado". Na minha opinião o maior desafio é trabalhar com as diferentes hipóteses de escrita que encontro em sala, as diferentes atividades a propor para que meu aluno avance, dando a devida atenção e oportunidades necessárias a cada um. A hipótese mais desafiadora de identificar é a silábica (silábico-alfabético) para alfabética.
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Olá Joice, importante seu olhar para o a necessidade do professor considerar as especificidades dentro de seu grupo, mas sabendo que é preciso mais do que resultado único, metas coletivas comuns entre todos. Assim, ao invés de termos que estabelecer como resultado que todos estejam alfabéticos, esperamos que todos tenham avançado em sua conceitualização sobre leitura e escrita. Você menciona a hipótese silábica para alfabética, colocando a hipótese silábico-alfabética entre elas e efetivamente esta é uma escrita que marca um período de transição, de conflito, por isso ora o aluno escreve mais perto de uma escrita silábica, ora mais perto da escrita alfabética. A forma de que avancem é que sintam-se sempre encorajados a escrever mais e a ler continuamente o que escreveram. Um abraço!
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Realmente a hipótese mais difícil de ser identificada é a transição da silábica para a silábica alfabética, são características bem parecidas, mas com cursos de capacitação e o diagnóstico frequente o professor consegue fazer seu relatório. O maior desafio para o professor que trabalha com a hipótese silábica é tornar a sala mais homogênea possível, sempre respeitando o tempo de cada aluno para essa nova forma de leitura e escrita, pois sabemos que antes de frequentarem a escola já fazem uma leitura particular do mundo, na escola só aprenderão uma outra forma de leitura e escrita.
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O nível silábico-alfabético - pois ele é o nível de transição entre silábico e alfabético . Fiz um estagio em uma 4º ano . um dos alunos escreveu em seu caderno: PERA - AVORE - cza - pedra-árvore-casa no primeiro caso ele não teve a ideia de que a silaba também pode aparecer mais de duas letras . no segundo caso . o aluno tem a ideia que a silaba é formada sempre por uma consoante e uma vogal , mas mesmo assim colocou a vogal de primeiro na palavra . no terceiro caso ele apresenta hipótese silábica representando uma letra para a sílaba , com valor sonoro , logo apresenta a silaba de forma alfabética escrevendo ela de acordo com sua fala ..
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Com base na minha experiência, considero a hipótese de maior desafio daquela criança que não consegue transcrever uma palavra por não conseguir falar esta palavra. A dificuldade na fala prejudica a consciência fonológica do aluno.
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Atuando nas séries iniciais do Ensino Fundamental, percebo que as sondagens para verificação da hipótese de escrita são feitas, mas não há um efetivo uso desse material, pois eu assim como as demais professoras não sabemos bem ao certo como ajudar o aluno a avançar na sua hipótese com a ajuda dos pares e com atividades diferenciadas para cada grupo. Como poderíamos melhorar a nossa prática? Há materiais e vídeos para apoio?
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