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Miruna Kayano
publicou no grupo Alfabetizar a todos respeitando o tempo de cada um

Atividade 1 – Apresentação: os desafios mais comuns quando lidamos com alfabetização

Olá participantes, bem-vindas e bem-vindos a este grupo de estudos! O tema da alfabetização é sempre um foco muito importante de discussões e reflexões dentro do ambiente escolar e muito já se pesquisou e se pensou sobre este trabalho. Levando em conta que hoje em dia considera-se fundamental partir do conhecimento de cada aluno sobre o sistema de escrita, gostaria que vocês expusessem as dúvidas e desafios que surgem no cotidiano escolar quando é necessário conhecer e utilizar as hipóteses de escrita dos alunos para planejar atividades e buscar avanços, ainda mais quando se trabalha em uma classe heterogênea, onde cada aluno tem um tempo de aprendizado diferente. Compartilhe abaixo, nos comentários!

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Comentários

Olá, bom dia! Sou professora da Eja de uma turma multiseriada. Estou um pouco ansiosa em relação aos avanços.Tenho alunos que já estão na hipótese alfabética na escrita mas não avançam na leitura. O que você sugere?
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Olá Maria Aparecida, esta ansiedade é natural, pois esperamos que nossos alunos avancem a todo momento, mas é preciso sempre lembrar de como alfabetizar dentro de uma visão que considera o sujeito demanda acompanhar um processo de idas e vindas, de avanços e momentos que são apenas de estabilidade. Assim, há situações ao longo do ano em que mostram avançar, e outras em que é preciso manter propostas de leitura e de escrita para que estabilizem as suas conquistas. Para a leitura sugiro que você faça propostas voltadas ao trabalho com textos informativos, onde podem buscar informações específicas, e registrar o que encontraram em tabelas, esquemas, etc. Por exemplo, uma possibilidade é fazer uma pesquisa sobre festas populares no Brasil e pedir que leiam uma lista de diferentes festas e grifem apenas aquelas que são importantes no Brasil, depois pedir que leiam mais sobre uma delas, etc. Um abraço!
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Olá, boa tarde Gosto muito desse assunto! Eu sou Celma de Ibitiara, sou supervisora técnica dos anos finais, mas meu tempo de atuação maior é com professores de FI. Esse é um ponto muito crucial - alfabetizar a todos, respeitando o tempo de cada um... Bom, sobre o que já temos assegurado na rede é o diagnóstico de sistema de escrita para conhecer o que pensa cada um acerca do sistema alfabético - asseguramos institucionalmente 4 durante o anos- mas as escolas realizam outros, a depender da demanda que se apresenta. O embasamento teórico que tem nos apoiado é o livro Psicogênese da língua escrita - ferreiro e o livro - o ingresso no escrito e nas culturas do escrito, da mesma autora. Esse consideramos um grande avanço, pois já realizamos há 16 anos. Outro avanço que consideramos são as situações fundamentais para alfabetizar - leitura pelo professor, escrita pelo aluno, leitura pelo aluno e produção oral com destino escrito, também bem evidenciadas nas práticas dos professores, desde 2001, ainda que com necessidades de ressignificação dessas práticas ao longo desse processo formativo( termos a parceria do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa, desde 2000); Quanto aos desafios, citamos: 1. Conseguir alfabetizar TODOS os estudantes até no máximo o 3º ano - temos uma porcentagem 5.5% dos estudantes de 1º até o 5º ano que não estão alfabéticos, neste II bimestre.Temos notado também que o avanço é maior nas turmas do 1º ano, assim um outro ponto a ser sinalizado como um desafio é - como cuidamos da progressão, já que o 1º ano se alfabetiza mais intensamente do que o 2º e 3º respectivamente? 2. Assegurar a continuidade de práticas e professores alfabetizadores em todas as escolas de médio porte da rede; 3. garantir que os professores realizem transposição didática do que realizam em língua portuguesa para outras áreas, ao que concernem atividades de leitura, produção e revisão de textos e um aprofundamento da didática da alfabetização nas mesmas( disciplinas X didáticas especificas); Vamos conversando...
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Olá Celma, quantas questões importantes e fundamentais você apresenta! Gostei muito de saber sobre o percurso de trabalho de vocês em Ibitiara, parece muito favorecedor de um olhar cuidadoso para a formação de professores e para a aprendizagem dos alunos. Tocando no aspecto de vocês notarem um maior avanço no 1º ano, não seria porque nesta série os professores habitualmente fazem propostas diversificadas, ou seja, considerando as hipóteses de cada um, e depois por vezes os professores passam a fazer muito mais atividades iguais a todos? Este seria um ponto a observar. Sobre a continuidade de práticas é fundamental que exista um espaço de trocas entre professores, e caso seja possível, até entre escolas; o trabalho do professor dentro de sala de aula pode ser muito solitário, e para repensar nossa prática nada mais importante do que conhecer o que os colegas estão fazendo. Sua última questão da transposição didática é mesmo algo que precisa ser trazido à reflexão urgentemente, no caso do processo com a produção textual é importante verificar como a escola vai ao longo dos alunos garantindo o eixo de escrita e leitura em contexto de estudo, em um primeiro momento mais focado em Língua Portuguesa, para depois ampliar para as áreas. Seguimos pensando. Um abraço!
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Boa noite! Sou professora de Língua Portuguesa do 7 ano, ensino fund. II. Recentemente, passei uma produção de texto para os alunos e um deles me surpreendeu, com 12 anos de idade, escreve fazendo separação silábica das palavras, por exemplo, "rá dio", "mã e", além disso a estrutura semântica de sua escrita é comprometida, visto que ele não consegue completar a ideia das orações, simplesmente muda de assunto. Eu conversei com o coordenador pedagógico da escola e ele me sugeriu dar aulas de reforço para esse aluno, mas eu realmente não sei como poderia ajudá-lo.
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Olá Tayanne, o trabalho no Ensino Fundamental II tem algumas especificidades da área de Língua Portuguesa que normalmente demandam uma gama maior de conteúdos que devem ser trabalhados junto aos alunos, mas você está correta em querer buscar algo mais específico para seu aluno que apresenta questões ainda iniciais. Considero que para eleo, em linhas gerais, seria importante por um lado trabalhar com a separabilidade entre as palavras; ele parece não estar sabendo onde colocar os espaços entre as palavras, por isso precisa de atividades em que tenha que pensar sobre isso: um texto onde todas as palavras estão juntas, e ele tenha que separar, com sua ajuda. E por outro lado, para a questão da estrutura do texto, seria interessante fazer situações também dele ditar a você suas ideias, para que assim você possa observar o que ele consegue organizar em termos de estrutura do texto, para depois poder escrever por si só. Seguiremos refletindo juntas. Um abraço!
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Bom dia! Atuo como coordenadora pedagógica nas séries iniciais do Ensino Fundamental I. Gosto muito do assunto em questão e gostaria de sugestões de atividades para que os alunos evoluam em cada fase da escrita.
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Olá Elaine, teremos a oportunidade de pensar mais nas atividades para a etapa de alfabetização na semana 3 de nosso grupo de estudos, mas por ora acho que é importante considerar que todos os alunos devem ter momentos de escrita e leitura coordenados em sala de aula, e que neste sentido os projetos ajudam muito. Projetos onde tenham que escrever um livro de parlendas, por exemplo, que são textos memorizados pelas crianças, ajuda bastante a que escrevam algo mais extenso, releiam o que escreveram e façam os ajustes necessários para que possam avançar. Seguiremos pensando. Abraços!
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Bom dia! Atuo como coordenadora pedagógica nas séries iniciais do Ensino Fundamental I. Gosto muito do assunto em questão e gostaria de sugestões de atividades para que os alunos evoluam em cada fase da escrita.
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Olá boa tarde... Estou na função de coordenadora pedagógica há 5 anos em uma escola municipal que atende crianças do 1º ao 5º ano. Gosto muito do assunto em questão e gostaria de sugestões de atividades para que os alunos evoluam em cada fase da escrita e consequentemente na leitura e também em suas produções de textos, enquanto coordenadora quero ajudar meu grupo de professores a desenvolver um trabalho significativo de alfabetização dentro de sala de aula. Abraço amigo Glaucia.
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Olá Gláucia, tudo bem? Leia o que respondi acima para sua colega do grupo de estudos, Elaine Aparecida, pois ela também questionou sobre as atividades. Como comentei a ela, teremos na 3ª semana um espaço para pensarmos nas atividades que podemos realizar em sala de aula, mas em linhas gerais acho fundamental considerarmos atividades que tenham um propósito social, ou seja, que aconteçam com alguma finalidade: enviar o texto aos pais, à comunidade, conseguir providenciar materiais ou mesmo checar os materiais do estojo. É esta função social, ou seja, ter um fundamento para ler e escrever, o que permite que as propostas sejam significativas, por isso este é um olhar importante a ser analisado junto aos professores: quanto conseguem envolver seus alunos em entender a função do que leem e escrevem? São capazes de vincular atividades entre si ou acabam ficando isoladas no contexto da sala de aula? Seguiremos pensando. Um abraço!
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Olá, bom dia.Leciono para uma turma de segundo ano. O diagnóstico inicial da turma constatou 7 crianças na fase silábica com valor,sendo uma delas inclusão) 2 na fase silábica alfabética , 1 na fase pré-silábica ( inclusão) e os demais (20) alfabéticos. A maior dificuldade é contemplar a todos, com atividades que garantam um desafio possível de fazê-los avançar. Hoje , exceto os alunos de inclusão, estão todos alfabéticos, porém 4 ainda não conseguem produzir textos, além de listas, com autonomia, Entrei nesse grupo de estudo com o intuito de aprender mais como desenvolver atividades e crias rotinas que contemplem a todos, inclusive aqueles que estão mais avançados em relação ao grupo. Até mais!!
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Olá Andrea, tudo bem? Realmente a diversidade presente em salas de alfabetização costuma ser um desafio para os professores. Neste caso, mesmo com muitos alunos escrevendo alfabeticamente, seria interessante verificar as diferentes necessidades de cada um: todos escrevem sustentando a escrita alfabética? Ou omitem letras? todos escrevem separando corretamente as palavras? Ou ainda aglutinam? E a questão ortográfica? Assim, sugeriria que você pensasse em propostas diversificadas que envolvessem textos memorizados, parlendas, ou cantigas, talvez estas últimas sendo até mais potentes pois costumam ter uma grande variedade de extensão que permite desafiar a todos. Assim, é possível oferecer "O cravo e a rosa" e pedir para silábicos e silábicos alfabéticos buscarem e grifarem as palavras "cravo" e "rosa", posso pedir a alunos que precisam estabilizar a escrita alfabética que reescrevam de memória a cantiga toda e que alfabéticos reescrevam colocando espaço entre as palavras. Seguiremos pensando! Um abraço!
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Meu nome é Tânia Regina Borba, sou professora PEBII e PEBI, atualmente desde 2013 atuando na educação infantil, na E. M. Soldadinho de Chumbo, com a 2a Etapa (idade 5/6 anos), com uma turma de 25 alunos, e realmente eles tem tempos diferentes, tenho crianças já conseguem ler pequenas palavras e escrevê-las, e tenho crianças que leem e escrevem seus nomes e conseguem juntar algumas letras e silabas e identificá-las pelo som, ou seja tenho crianças pré-silábicas e silábicas alfabéticas.
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Olá Tânia, este é realmente um grande desafio quando lidamos com a alfabetização: como lidar com conhecimentos tão diferentes? Acredito que é fundamental considerar a todo momento o que cada aluno está pensando sobre o sistema de escrita e que o aluno nunca veja que sua forma de pensar é um problema, é um erro, precisa ser corrigido, mas sim que veja seus saberes como fundamentais e que podem gerar avanços. Conhecendo mais como cada um pensa poderemos sempre intervir melhor e ajudar a todos. Seguiremos pensando! Um abraço!
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Boa tarde. Sou estudante de Licenciatura em Pedagogia (2o semestre) e atualmente faço estágio. Porém, não atuo diretamente com alfabetização. Não no trabalho, mas em casa sim. Isso porque tenho um filho de 6 anos que está indo para o EF1 em 2017 e já sabe ler e escrever muito bem. A escola não forçou a barra, tanto que muitos colegas da sala dele (maioria) não sabe ler nem escrever ainda, apenas reconhecem o alfabeto, o nome etc. Também não forcei nada em casa, porém, meu filho sempre teve muito interesse em aprender tudo, tem contato com livros desde bebê, adora brincar de forca etc. Dessa forma, naturalmente, ele aprendeu e tenho uma preocupação: será que agora, entrando de fato na fase de alfabetização, ele poderá perder o interesse nas aulas? Digo isso porque ouço muito que não é bom antecipar etapas. Concordo plenamente e entendo os motivos pelo que estou estudando, mas no caso dele, que não foi forçado... Como agir?
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Olá Fernanda, acredito que no caso de seu filho será fundamental garantir que a escola consiga preparar um trabalho que esteja vinculado aos diferentes conhecimentos dos alunos e que mostre que todos são colocados em jogo a partir de um grande princípio: todos os alunos devem ser desafiados. É habitual que as professoras de 1º ano recebam alunos que já são alfabéticos, e eles também são foco de muito trabalho e intervenção: que saibam trabalhar em dupla, que possam lidar com propostas de produção textual mais extensas, que pensem sobre separabilidade, etc. Ou seja, há muito o que seguir avançando, mesmo no começo do Fundamental I. Seguimos pensando! Abraços!
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Boa Noite, meu nome é Claudia, sou professora do Ensino Fundamental I, principalmente nos três primeiros anos. Minha maior dificuldade é realmente alfabetizar respeitando o tempo de cada um. Porém muitas vezes eu deparo com pressões para que a turma se desenvolva de forma uniforme. Este "tempo de cada um" tem um limite? Como ele se conjuga com a repetência? Parabéns pela iniciativa de criar um espaço para este e outros debates na área da alfabetização.
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Olá Cláudia, você apresenta um questionamento bastante importante e central na alfabetização, pois muitos mitos já foram criados sobre o que Emília Ferreiro nos propõe, e um deles tem sido a ideia de que espera-se que o aluno avance, sem intervenções. De forma alguma! É preciso respeitar o tempo do aluno e saber que cada hipótese será colocada em jogo durante um tempo, para que isso consolide o saber necessário que permita o avanço à hipótese seguinte, mas sempre levando em consideração as intervenções do professor, que geram avanços (oferecer leitura de palavras com começos semelhantes, apresentar nomes de colegas e nomes de personagens para que sejam palavras de referência, etc.). Neste sentido, é preciso fazer sondagens periódicas nas classes para que observemos se o aluno está avançando ao longo do ano, se usa palavras de apoio, etc. Ou seja, o limite é o limite do "estancamento", não deixar que a criança fique estática em sua hipótese, é fundamental. Um abraço!
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Olá sou professor de Matemática na rede privada, leciono no Ensino Fundamental II, nunca trabalhei com o Ensino de Alfabetização, mas constantemente me deparo com a escrita e a leitura dos meus alunos e confesso a vocês em alguns casos me preocupo como aquelas crianças estão lendo e escrevendo. São muitos erros ortográficos e a leitura é tremula, onde eles não respeitam os sinais de pontuação. Sempre que possível tento ajudá-los e peço sempre eles leiam para que aja uma melhor prática.
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Olá Danilo, que interessante que você trabalhe com alunos mais velhos mas tenha o interesse em contribuir com a reflexão sobre alfabetização! Você comenta sobre algumas dificuldades que efetivamente encontramos em produções de alunos mais velhos e que muitas vezes são produto de um processo de alfabetização apressado, apresentado de forma única a todos e no qual apenas se diz que o ponto final é usado para "terminar uma ideia", como se isso fosse suficiente para o aluno saber usá-lo. É preciso, portanto, garantir na escola espaços para o aluno indagar e repensar os conteúdos com os quais lida, para que os compreenda e saiba utilizá-los ao longo de sua vida leitora e escritora. Um abraço!
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Olá, sou professora da rede pública, trabalho com o 1º e 4º ano, sendo "bloco de alfabetização" e "pós-alfabetização", e confesso que minha maior preocupação é com o pós-alfabetização. Tenho pelo menos 5 alunos no 4º ano (de uma turma de 30) que não estão completamente alfabetizados. Quatro deles estão no nível silábico-alfabético, e um deles, o que mais me preocupa, está no nível silábico ainda. Acredito que o grande problema está no fato de que o bloco de alfabetização (1ºa 3º ano), no meu município, existe uma norma de que o aluno não pode reprovar, não sei como funciona em outros lugares. Isso deveria servir para "proteger" o aluno, para que ele aprenda dentro do ritmo dele, mas na minha opinião, não está funcionando muito bem, já que recebo alunos no 4º ano em níveis abaixo do alfabético. Enfim, meu grande anseio é... o que eu posso fazer para ajudar estes alunos que vem com aprendizagem defasada a se alfabetizarem e ao mesmo tempo passar aos demais alunos o conteúdo pertinente ao 4º ano?
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Olá Luiza, considero que sua visão sobre esta situação preocupante é fundamental para este debate. Não basta apenas olhar para como os alunos estão em determinado momento do processo escolar, é preciso olhar para o que pode ter causado esta situação. É importante que no bloco de alfabetização os diferentes saberes sejam considerados, mas garantindo propostas que façam com que todos avancem, ou seja, não basta apenas seguir deixando que escrevam, é preciso ir oferecendo atividades desafiadoras. Minha sugestão com seus alunos de 4º ano é que você proponha situações de leitura de listas, onde podem analisar o que sabem sobre o sistema de escrita, por exemplo que grifem duas aulas que gostam muito dentro de uma lista, e que participem de propostas com textos memorizados, onde ajudamos a que escrevam um texto mais extenso, mas com controle do conteúdo, pelo fato de ser memorizado. Um abraço!
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Boa noite! Sou Ana Paula, professora alfabetizadores e atualmente auxiliando na orientação pedagógica de professores de 1 a 3 ano. Vejo a alfabetização como um desafio árduo e complexo. Espero que as discussões do grupo possam contribuir para aprimorar meus conhecimentos sobre o tema. Estou ansiosa
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Boa Tarde! Sou professora há 27 anos e nos últimos 6 anos atuo na Sala de Recursos. Percebo como maior desafio o planejamento mais individualizado apesar da consciência nas falas dos professores quanto a importância desta ação. Mas ao atender alunos em fase de alfabetização percebo que as atividades dadas são as mesmas do grupo todo não tendo desafios, não provocando questionamentos e nem proporcionando um avanço dentro das hipóteses.
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Olá Bárbara, é muito importante que o professor realmente pense em atividades que atendam às especificidades das diferentes etapas de alfabetização, pois apenas assim todos serão ao mesmo tempo desafiados, mas com uma proposta que consigam realizar para seguir avançando. Abraços!
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Olá! Sou professora alfabetizadora do ciclo e considero fundamental organizar a prática pedagógica a partir das diagnoses. Só assim podemos agrupar os alunos por níveis próximos de leitura e escrita e desenvolver atividades mais apropriadas para um. Trabalho em duas escolas municipais da Baixada Fluminense que tem apresentado bons resultados utilizando formação continuada de professores alfabetizadores com o programa do PNAIC.
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Olá Jacira, é mesmo fundamental agrupar alunos que estejam em momentos semelhantes de sua conceitualização sobre a leitura e a escrita. Elton, você também levanta esta questão e questiona como podemos fazer isso, e a resposta é buscando que os alunos que estão escrevendo de forma semelhante, produzam juntos. Para poder realizar esta organização é fundamental fazer primeiramente uma sondagem que consiga levantar o que os alunos sabem ao escrever palavras e ao escrever pequenos textos memorizados, como uma palreada ou uma cantiga, Estas atividade possibilitarão conhecer melhor como os alunos pensam e assim poderemos agrupá-los de forma mais consistente. Um abraço aos dois!
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Boa tarde! Sou educadora há quase 30 anos, fui coordenadora pedagógica de 1º ao 5º ano e atualmente sou professora de 4º ano do FI. Acredito que a heterogeneidade das salas de aula é um desafio grande, pois, embora existam objetivos comuns para toda a classe / série ( ano), é necessário avaliar o aluno não apenas quanto aos objetivos coletivos a serem alcançados, mas primordialmente em relação a si mesmo. Acho realmente importante que se dê ao aluno a oportunidade de participar ativamente do processo de aquisição do conhecimento, mas em relação a esse assunto, duas questões me mobilizam: o papel do professor, que no meu ponto de vista precisa ser também ativo no sentido de mediar as situações de aprendizagem para que sejam significativas e coerentes, e a escolha do melhor tipo de intervenção a ser feito. Penso que, para alfabetizar em turmas cada vez mais heterogêneas, a escola precisa estar aberta às diferentes metodologias de ensino, de modo que possa ( não sem esforço) contemplar as várias necessidades dos alunos. Qual a sua opinião a esse respeito?
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Olá Isabel. Seus questionamentos são muito pertinentes e devem ser complementados a partir das diferentes leituras de apoio. Considero que em especial o artigo proposto para a semana 3 de trabalho é bem interessante para pensar nas propostas de trabalho em sala de aula. Neste sentido, é verdade que o docente deve contemplar as diferentes necessidades, mas sem nunca abrir mãos de sua coerência na forma de ensinar, na concepção de ensino que considera que deve embasar as suas decisões. A concepção de ensino é uma, as estratégias de ensino podem ser variadas. Não podemos pensar em quase alcançar metodologias individuais, pois ainda que as crianças tenham demandas específicas, são parte de um grupo, que precisa ter pontos de encontro para o trabalho coletivo. Um abraço.
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Boa noite! Tudo bem com você? Sou professora do 1º ano dos anos iniciais. Estou trabalhando com produções de texto, pois a maioria das crianças da turma são alfabéticos e estão escrevendo de maneira convencional, mas apresentam dificuldades ao lerem suas produções com fluência. Como posso ajudá-los? Quais intervenções poderia fazer? Atenciosamente. Rosemary Marcos
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Boa noite! Tudo bem com você? Sou professora do 1º ano dos anos iniciais. Estou trabalhando com produções de texto, pois a maioria das crianças da turma são alfabéticos e estão escrevendo de maneira convencional, mas apresentam dificuldades ao lerem suas produções com fluência. Como posso ajudá-los? Quais intervenções poderia fazer? Atenciosamente. Rosemary Marcos
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Boa noite! Tudo bem com você? Sou professora do 1º ano dos anos iniciais. Estou trabalhando com produções de texto, pois a maioria das crianças da turma são alfabéticos e estão escrevendo de maneira convencional, mas apresentam dificuldades ao lerem suas produções com fluência. Como posso ajudá-los? Quais intervenções poderia fazer? Atenciosamente. Rosemary Marcos
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Olá Rosemary, para que os alunos recém-alfabéticos ganhem fluência na leitura é preciso fazer um trabalho sistemático com este tema. Sugeriria uma sequência de atividades que envolvesse a leitura de poemas, cantigas, canções, para que aos poucos ele pudessem ler sozinhos e irem assim ampliando as possibilidades leitoras. Depois disso. quando produzirem algo, veja se digitar o que escreveram ajuda nesta leitura, que às vezes é mais difícil quando as crianças apresentam ainda uma grafia que nem sempre favorece a leitura. Um abraço!
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Boa noite a todos. Sou estudante do curso de Pedagogia e fiz estágio em uma turma de 3º ano, com 32 alunos e níveis variados de desenvolvimento, três deles em situação bastante crítica, entendo que cada um tem o seu tempo mas, em uma turma grande e heterogênea prestar atendimento diferenciado se torna muito difícil. Durante o período de estágio me propus a realizar um projeto de intervenção específico para atender esses alunos, inicialmente analisei a situação e a partir dessa análise elaborei atividades diferenciadas compatíveis com o nível de cada um. Trabalhei com jogos variados como: dominó silábico, formação de palavras em tabuleiro, alfabeto móvel, etc. No início foi bastante difícil quando eu pensava que estavam desenvolvendo bem, no outro dia era como se nada tivesse acontecido, nada sabiam. Foi então que resolvi fazer um trabalho de reconhecimento pessoal, de formação de conceito de si e auto estima. Gradativamente os resultados foram aparecendo e de repente dois deles desabrocharam, passaram a ler livrinhos de literatura, pequenos textos e a produzir os seus próprios, isso em escala bem pequena mas, do meu ponto de vista valeu a pena. O desafio que vejo é a cobrança de metas por parte do sistema, o professor fica preso em atender ao programa e muitas vezes o tempo não permite esse trabalho diferenciado.
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Olá Valéria, que bacana conhecer a sua experiência. O que ela nos permite analisar é o quanto tem sentido na sala de aula um trabalho mais global, sequenciado, do que propostas muito pontuais. Veja que o ato de leitura e de escrita em um jogo descontextualizado, não é o mesmo que ler e escrever para trabalhar com identidade, conceito de si mesmo. Essencial o seu olhar para esta mudança e para a necessidade desta ampliação. Um abraço!
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Minha maior preocupação é em classe mista,pois tenho alunos inclusos e a dificuldade é associar a alfabetização com os planos de aulas diferenciados.Alguns estão super avançados na escrita e leituras e outros tem muita dificuldade,principalmente os inclusos,tenho autista,intelectual e auditivo,apesar de ter duas assistentes na sala, mesmo assim sinto muita dificuldade em sala com 35 alunos.Teria alguma sugestão em como trabalhar mais aprofundado na escrita e leitura usando os inclusos juntamente com os outros alunos?
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Olá Wagner, é bastante desafiador sugerir atividades para alunos com os quais não lidamos diretamente, mas considero que você deva abordar as propostas a partir das dificuldades que cada criança que tem uma necessidade específica, apresenta. Um exemplo disso é o uso que temos feito na escola, de escrita com o teclado de computador, pois desta forma um aluno com dificuldade motora, por exemplo, consegue cuidar melhor de como grafar as letras. Já acompanhei um aluno que tinha também baixa visão e por isso adaptamos o teclado para que tivesse letras maiores. Estes são ajustes nos recursos que usarão para escrever, mas mantendo a proposta de escrita em consonância com o grupo. Um abraço!
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Olá Pessoal, Uma observação importante neste processo, se constitui principalmente no que se refere a forma de registro da escrita. Minha preocupação em tornar esta um aspecto importante, se dá pelo fato de no texto gerador desta discussão estarmos considerando a diversidade na sala de aula. Precisamos entender que em um ambiente inclusivo como se desenvolve a sala de aula, teremos alunos com habilidades singulares no que se refere ao registro da escrita, passando desde aqueles que não escrevem por utilizarem outro sistema de comunicação como autistas, alunos com paralisia cerebral ou deficiência física (Comunicação Aumentativa e Alternativa) até aqueles que utilizam uma língua própria do seu grupo como os surdos (Libras) ou uma codificação da Língua Portuguesa (Braille). Esses são pontos dignos de discussão no grupo. O que acham?
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Olá Elton, conforme comentei com o Wagner que comentou aqui justo antes de você, nestes casos devemos olhar nos recursos que podem apoiar a inserção deste aluno, mas sem deixar de oferecer uma proposta que tenha sentido e significado para a criança. Quando falta uma comunicação direta, o uso de imagens pode ser um apoio importante, e quando ainda não se comunicam, devemos iniciar neste sentido, buscando estabelecer trocas orais nas quais possamos nos aproximar do que o aluno gostaria de expor e compartilhar. Um abraço.
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Olá, boa noite! Sou professora do 1º ano do fundamenta 1 e estou muito ansiosa pois tenho ainda aluno em transição no sistema de escrita silábico para o silábico alfabético.O que posso fazer para ajudar meus alunos na sua progressão?
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Olá Rossana, o artigo da semana 3 de trabalho pode proporcionar boas reflexões sobre o que você apresenta. Para que as crianças avancem é preciso planejar propostas de trabalho desafiadoras por um lado, mas nas quais o aluno consiga usar seus conhecimentos prévios. Assim, um aluno silábico pode ter uma lista de frutas para indicar as suas preferidas, e esta lista ser composta por palavras de começos diferentes ou iguais; esta é uma decisão didática que possibilita diferentes formas de mobilizar os saberes. Uma sugestão que faço é que você proponha também a escrita de textos memorizados, que facilitam bastante o processo de reler o que escreveram, fazendo alterações que considerem pertinentes. Um abraço.
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As reflexões e discussões que resultaram de pesquisas feitas sobre alfabetizar, a partir do conhecimento de cada aluno sobre o sistema de escrita, vem auxiliando os educadores a entender que a criança é um ser ativo, trazendo de casa uma bagagem cultural de conhecimento e linguagem. Por isso, para se apropriar melhor da leitura e escrita, o professor precisa trazer a realidade dela em sala de aula, isso despertará o interesse e o gosto pela leitura e a escrita. Mas Apesar do conhecimento sobre o assunto, para o educador tornar isso possível em sala de aula, ainda é um desafio, visto que muitos de nossos alunos, irão conhecer a escrita apenas na escola, enquanto outros poucos vem de famílias que fazem uso da escrita e leitura.
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Olá Mariane, o que você aponta efetivamente deve ser considerado: a escola lidará com alunos que possuem experiências muito diferentes de uso e aproximação com a linguagem escrita, e por isso deve ser capaz de oferecer em sua estrutura um estímulo que dê conta de todos do grupo. Inserir atividades permanentes, sequências e projetos é uma forma de cuidar de diferentes ações envolvendo o ler e escrever que neste sentido favorecerão os avanços de todos. Um abraço.
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Olá me chamo Áurea, atuei como Coordenadora Pedagógica em escolas particulares e na Rede Municipal de Ensino em São Bernardo do Campo e professora por mais de 20 anos do Fund I. Esses anos todos acompanhei os avanços sobre os estudos de como as crianças e adultos aprendem a ler e escrever, principalmente os estudos de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky e fico muito intrigada com o fato de após tantos estudos, avanços observar que mesmo aqueles professores que tentam garantir uma prática onde o processo de alfabetização é mediado por boas intervenções, boas práticas ainda se deparam com alunos que não se alfabetizaçaõ até o final do Ciclo 1. Como lí em alguns comentários no 1º ano muitos , quase a maioria se alfabetizam, e alguns ficam. As professoras tentam, fazem atividades diversificadas, retomam algumas estratégia e realmente é difícil. Questionadas algumas afirmam que embora tentam colocar em prática o que aprenderam se deparam com classes numerosas, com alunos que como disse, já estão produzindo textos, lendo individualmente e fica muito difícil as intervenções mais pontuais que sabem ser necessárias com esses que precisam de apoio. Sei que no rol de justificativas estas também aparecem, mas não se pode desconsiderá-las. O que fazer? Como proceder?
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Olá Áurea, você apresenta uma realidade bastante desafiadora e que dificilmente pode ser compreendida por uma única resposta. O que fazer? Seguir estudando e analisando muito o trabalho em sala de aula. O fundamental é propor situações de diagnósticos do grupo que sejam frequentes e acompanhar de que forma os alunos com maiores dificuldades estão recebendo uma estrutura para avançar; se ainda não escrevem, não devem iniciar a ortografia, se ainda estão com dificuldades leitora, não devem lidar com textos em letra de imprensa. Assim, um coordenador precisa buscar no detalhe pequenas ações que podem fazer a diferença nos avanços esperados pelos grupos. Um abraço!
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Olá, me chamo Maria José,sou professora do 2° ano fundamental I na E.M,E.F Profª Terezinha Garcia Pereira,localizada no município de Brejo do Cruz-PB. São muitas as dificuldades que são enfrentadas no cotidiano escolar em relação as principais competências e habilidades, como leitura e escrita. Sabe-se que o processo de alfabetização é lento, devemos traçar inúmeras estratégias de ensino, para alcançarmos o nosso objetivo, que é ver nossos alunos avançarem nesse processo,mesmo diante de tantas dificuldades que se apresentam. No meu caso o que mais dificulta o meu trabalho com meus alunos é o número elevado da turma, tenho 29 alunos e no início do ano, dentre esses 29, apenas 8 sabiam ler palavras não canônicas sem dificuldades, 12 não sabiam ler, o restante liam com dificuldades. No entanto, foi preciso haver uma atenção especial para esses alunos que não sabiam ler, adotando estratégias que envolvia o lúdico, como jogos de alfabetização e fichas. Obtive o grande sucesso, eles já conseguem ler palavras e frase com fluência. Foi de suma importância essa atenção especial para com eles, porque eu pude perceber a especificidade de cada um e trabalhar suas dificuldades.
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Olá Maria José, que bom que você conseguiu, dentro da grande dificuldade de estrutura com a qual precisa lidar, uma forma de propor situações significativas para seus alunos. Enquanto eu lia seu comentário pensava justamente nisso: é preciso investir na organização do grupo, para que possam fazer uma situação de jogo, enquanto a professora trabalha com um menor grupo que tenha outras demandas de leitura e de escrita. Continue neste caminho de mapear dentro do grupo os alunos que precisam de um trabalho mais específico, pois isso se constituirá como um caminho importante para que o grupo caminhe junto. Um abraço.
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Bom dia! Me vejo ansiosa quanto a alfabetização principalmente quando, numa turma com crianças que possuem muita dificuldade em relação a alfabetização. Procuro expor sempre um material novo que chame a atenção dos alunos, atividades voltadas sempre para o lúdico como uma forma de ter total atenção dos mesmos. No final a ansiedade dá lugar ao prazer de vê-los, aptos ao que lhes foram propostos. Não tem preço.
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Olá Andrea, veja o texto que foi proposto na semana 3 de trabalho pois lá são apresentadas diferentes estruturas de atividades que podem oferecer uma gama ampla de possibilidades de trabalho; o lúdico é importante, mas não precisa ser o principal orientador de tudo o que é feito dentro da sala de aula. Busque construir propostas que se relacionem entre si, que não terminam logo após que são feitas, mas que são retomadas e ressignificadas posteriormente. Um abraço!
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Olá, bom dia! Sou professora do pré II, trabalhando com crianças de 6 anos, as dificuldades encontrada consequentemente são as trocas das letras e a forma da escrita normalmente são escritas ao contrario. Neste caso o que você me sugeria para melhoria dos alunos?
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Olá Yoana, para que estes ajustes gráficos da posição das letras seja ajustado é interessante que os alunos tenham momentos de cópia com sentido; copiar da lousa a lição de casa, ou um bilhete para os pais ajuda neste sentido, pois como estão utilizando um modelo de referência, o professor pode comentar possíveis correções que precisam ser feitas. Isso é mais difícil de ser feito quando escrevem espontaneamente, com toda a dificuldade que esta ação mais autônoma apresenta. As trocas de letras são parte do processo de compreender o sistema, por isso trabalhe com a retomada do que escreveram, para que na releitura busquem um olhar mais apurado para sua escrita. Um abraço!
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Boa tarde. Sou Teana Queiroz da Silva, professora do 1º FI, no Instituto Presbiteriano de Educação em Piritiba- Bahia. Nesta instituição este é o segundo ano que leciono no 1ºano. O que me chama atenção é que quando vai chegando ao final do ano, a escola solicita que as crianças que não estão alfabéticas tenham reforço. Então eles ficam em outra sala e fazem atividades alfabéticas iniciais. Minha pergunta é: EM UMA TURMA DE 19 CRIANÇAS APENAS 3 NÃO ESTÃO ALFABÉTICOS É NECESSÁRIO ESTE REFORÇO SABENDO QUE CADA CRIANÇA TEM O SEU TEMPO DE APRENDIZAGEM? NO AGUARDO.
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Olá Teana, sua pergunta central pode ser objeto de reflexão, mas não de uma busca por uma resposta única pois não conheço as especificidades da instituição, ou mesmo dos alunos. Veja, esta necessidade de reforço deve ser pensada não apenas de acordo com o grupo, mas também em consonância com o que virá pela frente; se a estrutura do 2º ano não é pensada para lidar com alunos não alfabéticos, acaba recaindo no 1º ano a meta de terminar este processo ainda este ano, e por isso o reforço. O ideal seria que nenhuma criança sentisse que seu processo de aprender a ler e escrever está "atrasado" e por isso precisa ser "reforçado", por isso ainda que se faça essa situação de reforço seria importante que não tivesse esse nome, e que as atividades fossem pertinentes e com sentido para todos. Um abraço.
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Boa tarde. A alfabetização é um grande desafio na minha vida, quando eu lecionava não tinha trabalhado com uma sala de aula tão desafiadora como essa que estou em 2016. Por um tempo tinha saído da educação e fui para outro ramo, quando voltei, senti que tinha parado no tempo, pois muitas coisas mudaram. Nesse ano de 2016, estou lecionando em um 2º ano muito defasado. De 28 alunos somente 12 eram alfabéticos e os outros alunos eram divididos em pre-silábicos, silábicos com algum valor, silábicos com valor e silábicos alfabéticos. Na primeira impressão tinha vontade de desistir, como eu conseguiria fazer essas crianças se alfabetizarem até o final do ano. Pesquisei muito, montei várias atividades para cada nível de escrita e pedi muita ajuda dos pais. Hoje, a unica que continuou pré-silábica tem laudo de DI, e agora tenho 3 silábicos alfabéticos e 4 alfabéticos nas palavras avançando na escrita de texto de memória. Esse ano foi um grande desafio que me fez me apaixonar mais ainda pela alfabetização e pretendo fazer vários cursos para me aperfeiçoar mais e mais.
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Olá Lorena, seu relato é marcado por dedicação e entrega do professor e mostra que nós, profissionais da alfabetização, devemos ser valorizados pois temos de continuamente repensar nossa prática para dar conta do desafio de que todos aprendam a ler e escrever. Um abraço.
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Tenho uma dúvida quanto ao alfabeto. Já li reportagens aqui que deve-se usar um alfabeto preto sem nenhum tipo de imagem interposta/misturada. Até aí tudo bem. Mas eu utilizo um varal de alfabeto com as vogais em vermelho e as consoantes em azul. E também utilizo no cantinho da folha, um desenho de animal, mas sem misturar com a letra. Vejo que as crianças aprendem a reconhecer muito mais rápido. Elas começam assim: "a letra da borboleta", depois: "o bê da borboleta", até que finalmente: "essa é a letra bê". Gostaria que comentassem sobre isso.
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Olá Ricardo, suas intervenções com as letras mostram uma busca importante de sua parte por estimular a reflexão dos alunos, mas lembre-se sempre de que o mais importante não é que os alunos consigam saber o nome das letras, mas que analisem continuamente as letras para que as utilizem de forma consciente, e compreendendo o que fazem. O B da borboleta é algo distante para um aluno silábico que pensa que esta é uma palavra que começa com O, por exemplo. Assim, eu sugeriria que o foco estivesse não nas letras isoladamente, mas em palavras de referência, como nomes próprios, onde os alunos pudessem refletir mais e tomar decisões por si sos. Um abraço.
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Olá sou Luciana, e sou apaixonada pela alfabetização. Este ano estou na direção da Escola, mas meu coração continua em sala de aula. Estou sempre lendo sobre alfabetização e fazendo cursos.
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Ola, sou Dionéia Domingues professora de ciências a pouco tempo,tenho dois alunos de inclusão, um no 6ª ano e outro no 5º ano, os dois tem dislexia, e assim tenho dificuldade de elaborar planos de aulas que os possa integra-los turma.
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Olá Dionéia, sugiro que você levante dados a partir dos outros profissionais que atuam com estas crianças, caso seja o caso, para que te ajudem a compreender o melhor recurso didático que pode ajudá-los a aprender mais e melhor. Caso não existam estes profissionais, converse intensamente com as famílias, que já possuem experiências diversas de como cada um se organiza, e como processa as necessidades diante de uma novidade. Estes elementos podem te ajudar a definir melhor de que forma atuar com seus alunos. Um abraço.
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Boa Noite Estou desesperada e aflita...assumi uma terceira serie, com o nivel muito ruim, ou seja, nao sabiam alfabeto, nome e silabas...Em fim. Consegui reiventar, sofri muito, e fiz de um tudo para atrelar atividades teoricas com a pratica, tentei trazer tudo para o concreto, como faço para os pequenos do maternal. Tudo brincando e desafiando. Nesse percurso, consegui alfabetizar 12 alunos, esses foram os que os pais assumiram o compromisso de colaborar durante o processo, muitos livros, teatros e leitura de contos, peças, musicas e poemas.Porem, acho muito pouco, e sendo assim tenho 9 casos extremos, que nao conseguem evoluir, tenho tres em particular desses 9 que apenas fazem garatujas....Nao sei mais o que fazer! Me ajudem a ajuda los...Nao quero mata los por mais um ano! Tera logo mais o SARESP e a avaliaçao ANA que nao conseguem nem ler, como farao??? Detalhe, um dos que desenha faz desenhos expetaculares, nao consigo atingi lo.... Por favor me ajudem!!!! E recetentemente, chegou mais uma aluninha de Recife que tambem nao sabe escrever o nome sem a ajuda do cartao do nome! PORfavor me auxilie! Desde já muito obrigado!
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Olá Rosicleide, é preciso neste momento que você tenha metas mais claras do que espera com cada criança, aceitando que não será possível esperar o mesmo de todos. Um aluno que faz garatuja não chegará ao final do ano alfabético, por isso devemos focar em que comece a usar letras. Um aluno com muita dificuldade em sua escrita pode trabalhar com a escrita no computador ou com letras móveis, para que a partir disso consiga ir pensando mais sobre o sistema de escrita. E o mais importante, é preciso colocá-los em interação com outros alunos, para que uns ajudem os outros a pensar em novas estratégias de leitura e de escrita. Um abraço.
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Olá, boa noite! Sou professora e estou concluíndo a especialização em Alfabetização e Letramento. Gosto muito deste assunto, amo alfabetizar. Estou muito feliz e tenho certeza que obterei muitos conhecimentos.
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Olá, boa noite! Sou professora no CIEJA a dois anos (última etapa da minha carreira). Como a Mª Apª também sou ansiosa quanto ao avanço que não é muito claro de se observar. Minha dúvida é com relação a aluna P. Uma jovem senhora, crítica, isto é, sabe defender seus direitos. Está na hipótese alfabética, porém apresenta grande dificuldade na compreensão de textos. Tenho buscado desenvolver com eles leitura de imagens e depois passar para a escrita, mas com alguns, inclusive esta aluna, é tão difícil observar os avanços...
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Olá Izilda, quando uma aluna ainda apresenta dificuldades na leitura é preciso ler mais, muito mais, e não substituir o texto por imagens, pois assim estamos "facilitando" o trabalho de compreensão, que nem sempre será pautado por imagens. Minha sugestão é que você trabalhe com textos informativos, que permitem retomadas, ações como grifar, registrar, anotar, que ajudam na ampliação de compreensão por parte dos alunos. Um abraço.
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Olá, boa noite! Como professora da EJAI encontro alunos com deficiência no processo de alfabetização e muita resistência.
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Olá Neubiana, imagino mesmo que deva ser difícil este trabalho com alunos que estão precisando lidar com a alfabetização, quando deveriam ter concluído este processo ainda na escola regular. Assim, o caminho deve ser o de propor situações de leitura e de escrita mantendo um foco em sua autoestima, o respeito ao outro, o reconhecimento de seu papel na sociedade, para que com isso entendam a importância de se constituir enquanto leitores e escritores. Um abraço.
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Olá! Trabalho com aulas de reforço escolar há mais de 20 anos e estou com um aluno do segundo ano do FI que tem muita dificuldade em ler: troca as vogais, quando tem a ele lê qualquer outra vogal, as sílabas com "r" também apresenta dificuldade em ler e escrever (ex. gramado, ele lê garmado) e o som do TR, ele muitas vezes não consegue pronunciar. Durante nossa aula, qdo não consegue ler ou eu o ajudo, ele se irrita, fica agressivo, chora com raiva e frustração. Tento acalmá-lo, incentivando, dizendo que ele está melhor, que está acabando..e ele retorna ao texto. Peço a mãe que o ensine a fazer os sons de palavras com "r". Como posso ajudá-lo a ler e emitir as palavras que contém o "r"? Lecionei até então, para alunos já alfabetizados,e estou muito interessada em aprender mais sobre alfabetização. Agradeço. Grande beijo.
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Olá! Trabalho com aulas de reforço escolar há mais de 20 anos e estou com um aluno do segundo ano do FI que tem muita dificuldade em ler: troca as vogais, quando tem a ele lê qualquer outra vogal, as sílabas com "r" também apresenta dificuldade em ler e escrever (ex. gramado, ele lê garmado) e o som do TR, ele muitas vezes não consegue pronunciar. Durante nossa aula, qdo não consegue ler ou eu o ajudo, ele se irrita, fica agressivo, chora com raiva e frustração. Tento acalmá-lo, incentivando, dizendo que ele está melhor, que está acabando..e ele retorna ao texto. Peço a mãe que o ensine a fazer os sons de palavras com "r". Como posso ajudá-lo a ler e emitir as palavras que contém o "r"? Lecionei até então, para alunos já alfabetizados,e estou muito interessada em aprender mais sobre alfabetização. Agradeço. Grande beijo.
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Olá! Trabalho com aulas de reforço escolar há mais de 20 anos e estou com um aluno do segundo ano do FI que tem muita dificuldade em ler: troca as vogais, quando tem a ele lê qualquer outra vogal, as sílabas com "r" também apresenta dificuldade em ler e escrever (ex. gramado, ele lê garmado) e o som do TR, ele muitas vezes não consegue pronunciar. Durante nossa aula, qdo não consegue ler ou eu o ajudo, ele se irrita, fica agressivo, chora com raiva e frustração. Tento acalmá-lo, incentivando, dizendo que ele está melhor, que está acabando..e ele retorna ao texto. Peço a mãe que o ensine a fazer os sons de palavras com "r". Como posso ajudá-lo a ler e emitir as palavras que contém o "r"? Lecionei até então, para alunos já alfabetizados,e estou muito interessada em aprender mais sobre alfabetização. Agradeço. Grande beijo.
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Olá! Trabalho com aulas de reforço escolar há mais de 20 anos e estou com um aluno do segundo ano do FI que tem muita dificuldade em ler: troca as vogais, quando tem a ele lê qualquer outra vogal, as sílabas com "r" também apresenta dificuldade em ler e escrever (ex. gramado, ele lê garmado) e o som do TR, ele muitas vezes não consegue pronunciar. Durante nossa aula, qdo não consegue ler ou eu o ajudo, ele se irrita, fica agressivo, chora com raiva e frustração. Tento acalmá-lo, incentivando, dizendo que ele está melhor, que está acabando..e ele retorna ao texto. Peço a mãe que o ensine a fazer os sons de palavras com "r". Como posso ajudá-lo a ler e emitir as palavras que contém o "r"? Lecionei até então, para alunos já alfabetizados,e estou muito interessada em aprender mais sobre alfabetização. Agradeço. Grande beijo.
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Olá Mônica, eu não conheço este aluno especificamente, por isso apenas direi uma impressão: caso a questão dele seja muito especificamente com a pronunciação do R, e esta questão seja presente também na oralidade, quando ele fala, eu sugeriria que fosse buscada a parceria com um profissional da fonoaudiologia, pois neste caso estamos tratando de uma necessidade bem específica. No caso de suas aulas eu focaria na compreensão global do texto, e não em que ele pronuncie de forma correta todas as palavras, pois este é um processo gradual. Um abraço.
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O ambiente de sala de aula é um espaço onde acolhemos as crianças, jovem e ou adultos e precisa está voltado ao público ao qual é atendido, primeiro desafio importante. Cada turma apresenta características especificas, pensando nisso, é fundamental que atenda a cada estudante de acordo seus saberes. O planejamento não é diferente. mapeio os saberes da minha turma para me dar condições de planejar pensando em cada criança ou grupo de saberes próximos para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, ajustando as intervenções as necessidades de ensino. Niraildes Medrado
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Olá sou professora Rafaela da cidade de Ibirataia além de alfabetizadora sou mãe de uma criança com 7 anos que ta na fase de alfabetização . Muito me angustia pois as dificuldades que ele tem em acompanhar o processo de alfabetização é muito grande.ele não faz a relação entre grafema e fonema,apresentando leitura e escrita no nível silábico.Gostaria de ouvir sugestões para poder ajudar-lo a avançar nesse processo tão importante.
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BOM DIA RAFFYNHA BRANDÃO ENTENDO SUA ANGUSTIA. E ELA NÃO É APENAS SUA. MUITOS PAIS E PROFESSORES TAMBÉM AS TEM, POIS PERCEBE-SE NO QUE VOCÊ DIZ QUE ETAPAS FORAM QUEIMADAS NO DECORRER DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM. MAS COMO SUGESTÃO: QUANDO SEU FILHO FOR REALIZAR REALIZAR ATIVIDADES POR EXEMPLO AO IR ESCREVER PALAVRAS PODE INFORMAR QUE TAL PALAVRA COMEÇA COM O PEDACINHO DA PALAVRA TAL (VOU ESCREVER pirulito - olha pirulito começa com o mesmo pedacinho de (Pi)poca); (o ru = ao de pe(ru)ca e assim sucessivamente. POR OUTRO LADO ESTA HIPÓTESE DE ESCRITA NECESSITA DE INTERVENÇÕES AJUSTADAS PELO PROFESSOR PARA ALCANÇAR AVANÇOS OU MUDANÇA DE HIPÓTESE. PARA LER E ESCREVER AS CRIANÇAS PRECISA COMPREENDER, REFLETIR E DOMINAR O SISTEMA DE ESCRITA. NÓS PROFESSORES DEVEMOS ESTÁ EM CONSTANTE ESTUDO PARA FAVORECER AOS ALUNOS A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO.
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Olá Rafaela, sua colega Niraildes mencionou algumas ajudas interessantes que podem ser oferecidas para que seu filho avance na escrita de palavras. Eu sugeriria que você investisse em casa em muitas situações nas quais ele tenha que escrever: a lista de compras da semana, a lista do que devem levar na mala de viagem, etc. Ele deve seguir escrevendo, pois é assim que poderá cada vez mais ampliar o que sabe sobre a escrita. Veja também na escola quais são as atividades apresentadas a seu filho que permitirão a ele ir repensando sua forma de organizar a escrita. Um abraço.
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Olá sou professora Rafaela da cidade de Ibirataia além de alfabetizadora sou mãe de uma criança com 7 anos que ta na fase de alfabetização . Muito me angustia pois as dificuldades que ele tem em acompanhar o processo de alfabetização é muito grande.ele não faz a relação entre grafema e fonema,apresentando leitura e escrita no nível silábico.Gostaria de ouvir sugestões para poder ajudar-lo a avançar nesse processo tão importante.
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Olá, boa tarde! Sou professora há 12 anos e sempre atuei na rede particular de ensino, com as turminhas de 4º e 5º anos.Não tenho muita experiência com alfabetização. Atualmente, estou na rede pública de ensino como professora substituta e o que percebi é que no início do ano as professoras fazem a avaliação diagnóstica para detectar em qual hipótese a criança está, mas nada é feito com esses resultados, pois elas trabalham de forma homogênea com todos os alunos, são sempre as mesmas atividades e as mesmas estratégias. Aqueles que não se enquadram ao método usado é encaminhado para ajuda especializada. Sei da complexidade que é alfabetizar respeitando o tempo de cada aluno, pois nós enquanto professores gostamos de padronizar tudo. Queremos que todos os nossos aluninhos estejam no mesmo nível de aprendizagem e que este processo ocorra de forma igual para todos. Sabemos que isto não acontece na prática. Para o professor que acumula cargos é muito difícil elaborar várias atividades para diferentes crianças de uma mesma sala. Acredito que o maior desafio, seja este, elaborar diferentes atividades para uma mesma turma para 5 dias da semana.
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Olá Fernanda, sua análise é essencial para todo professor alfabetizador: 1) Fazer sondagens é importante, mas não basta. Este diagnóstico é um ponto de partida que deve nortear novas ações, e não apenas classificar os alunos em seus saberes. 2) É preciso diversificar as propostas de acordo com as possibilidades dos alunos, mas isso não precisa acontecer a todo momentos, pois uma escrita de uma lista pode ser feita por todos, não precisa ser diversificada, por exemplo. Um abraço!
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Olá,boa noite!Sou professora do grupo 4 da educação infantil. Estou preocupada pois tenho 3 alunos que não conseguem desenvolver a escrita, e além disso não reconhece as letras do alfabeto. O que você sugere que faça com esses alunos para que eles possam melhorar a questão da coordenação motora e o reconhecimento das letras?
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Olá Heloise. Você trabalha com alunos ainda muito pequenos e que estão iniciando seu processo de alfabetização. Sugiro que você analise o texto da semana 3 deste grupo de estudos e veja quais propostas são permanentes em sua rotina, quais são sequência e se existem projetos. Esta organização permitirá que todos avancem cada vez mais; para avançar na coordenação motora é preciso que escrevam continuamente, não que façam exercícios específicos sobre coordenação motora. O conhecimento das letras deve estar relacionado com o nome dos colegas, que é um saber que tem sentido para todos. Um abraço.
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Olá! Boa noite! Sou Joice, professora na rede municipal no município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro. Atuo no 1º ano e estou encantada com as descobertas e avanços dos meus alunos, já que ainda não tenho muita prática e experiência com esta faixa etária de alunos, pois nos anos anteriores, trabalhei com 4º e 5º anos. No começo do ano fiquei muito apreensiva e ansiosa,confesso que até com medo de que os alunos não avançassem da forma desejada e esperada, mas com o passar do tempo, fui percebendo o progresso deles, e a cada avaliação diagnóstica, me emocionava em vivenciar as conquistas dos meus alunos. Estou muito interessada no tema, e quero aprender sempre mais. Acredito que, apesar de estar um pouco atrasada no grupo, irei compartilhar e aprender experiências e conhecimentos que contribuirão para minha rotina profissional.
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Olá Joice, seja bem-vinda ao grupo e veja se consegue realizar a leitura dos textos que permitirão abrir novos caminhos reflexivos sobre o tema da alfabetização. Um abraço!
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Sou professora alfabetizadora e atualmente trabalho com formação de novos professores no curso de Pedagogia. No processo de alfabetização os desafios são inúmeros, por exemplo o uso da letra bastão no 1º ano, até que ponto prejudica ou auxilia na relação escrita/leitura? Quais métodos mais utilizados hoje para alfabetização, de forma geral?
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Olá Paula, o uso da letra bastão a meu ver é uma estratégia didática que pretende tornar mais próximo dos alunos os sistema de escrita, pois neste caso as letras estão mais diferenciadas entre si. Existem diferentes métodos colocados em prática pensando na alfabetização, mas não consigo te dizer sobre os mais usados, pois para isso seria necessária uma análise mais ampla; o que é fundamental é que o professor encontre sua forma de atuar na qual compreenda suas ações e encontre sentido naquilo que faz com seus alunos. Um abraço!
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Sou professor e para nós homens alfabetizar vé um desafio maior, não temos o sexto sentido,não desenvolvemos o instinto materno...,mas tenho desenvolver o meu melhor aqui no Amazonas. Percebo que os meus desafios é igual a de todos, encontrar o tempi certo, as palavras, o afeto e a percepção de cada fator que interfere ou ajuda na alfabetização de nossos alunos. Em minha missão de alfabetizador, já apliquei várias metodologias e a música e a contação de historia me completa. Portanto, conhecer a realidade de cada aluno facilita neste processo alfabetizador, pois, conhecendo a causa dos fatores sociais que interferem na aprendizagem, nós professores podemos amenizar o problema e alfabetizar cada um um em seu tempo.
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Olá Joilson, tudo bem? O processo de alfabetização constitui-se enquanto uma vivência bastante complexa e que demanda diferentes saberes didáticos do professor: como ensinar? O que meus alunos precisam aprender? De que forma consigo atingir meus objetivos? Estes questionamentos não dependem do sexto sentido ou do instituto materno, mas sim de muita observação e trocas, por isso considero que o principal passo você conseguiu dar ao participar deste grupo de estudos. Pense nos objetivos de seus alunos, analise o que sabem e troque experiências com outros professores para que com isso consiga alcançar avanços continuamente. Um abraço.
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Considero essencial conhecer acerca das hipóteses de escrita para planejar atividades que favoreçam e oportunizem o avanço dos alunos na escrita. Em relação a classe heterogênea os agrupamentos com alunos que estão em níveis de escrita próximos contribuem para o avanços das aprendizagens dos alunos.
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Boa noite, Meu nome é Nélita Cavatti, sou professora no município de Campo verde-Mt, minha maior dificuldade é com o tempo de aprendizagem de cada aluno, devemos respeitar esse tempo e sabemos que a aquisição da leitura varia de uma criança para outra, porém temos um currículo a seguir e um prazo rigoroso a cumprir. Emilia ferreiro é categórica quando diz “Um dos maiores danos que se pode causar a uma criança é levá-la a perder a confiança na sua própria capacidade de pensar”, ou seja, ficamos tão pressionadas a cumprir esses prazos que possivelmente aceleramos esse processo o que favorece a causa de danos graves as crianças que ainda não aprendeu a ler dentro do período estipulado pelo sistema.
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olá, sou professora e gostaria de saber o mais posso fazer alem de atividades ludicas para crianças que querem avançar em sua alfabetização ainda na pre escola, enquanto outros ainda estão na fase da garatuja.
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Olá! Sou professora do 2° ano do Ensino Fundamental. Encerro o ano feliz, pois iniciamos com várias lacunas, vários alunos ainda sem saber ler e escrever e eis que eles estão passando para o 3° ano plenamente alfabetizados. Porém, tive dois casos de alunos que considerei um desafio: um em processo de diagnóstico para possível espectro autista e o outro repetente. O menino que está sendo diagnosticado com espectro autista já sabe ler e escrever algumas palavras, porém, o fato de ele ainda dispor de muitas dificuldades na fala é também em permanecer em sala de aula, pouco desenvolve sua leitura e escrita. Já o menino repetente encerra o ano ainda em processo de alfabetização, pois o fato de ele estar repetindo de ano fez com que ele travasse em sala de aula e demonstrasse certa "vergonha" diante dos colegas.
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olá . boa trade . Me chamo Romário sou de Sant´Ana do livramento ,no Estado do RS. Me apaixonei pelo processo de aquisição da linguá escrita , percebo varias dificuldades entre alunos em suas condições . O maior desafio que eu me deparei , foi com alunos de uma comunidade humilde . onde alguns alunos sentiam fome , na qual apresentam-se desatentos e não participam das atividades propostas a eles . Primeiro passo ´o nome próprio ´ eles estão em transição de hipótese - nível pré silábico . Estão saindo do desenho e percebendo que para escrever precisamos de letras . representam elas mas nem sempre ,usam uma letra para representar cada coisa ou até usam a letra do nome deles mesmo , eles avançam um dia e regridem dois . É bem complicado a vida de cada criança destas , tento de varias formas , fazer coisas novas , construtivas , mediando sempre, onde o aluno percebe tudo através dos modelos . Meu desejo é que cada um deles consiga se apropria da língua escrita , fazendo essa relação , fala e escrita , percebendo o valor quantitativo e qualitativo com valor sonoro . percebendo a silaba como um todo e finalmente compreender que a palavra também é uma unidade , que não devemos escrever num todo continuo , evitando a troca de letras , se apropriando da escrita ortográfica sem entrar em conflitos . Queria saber se o emocional interfere e pode causar interferência na aprendizagem , no levantamento de hipótese que o aluno levantará sobre esse objeto do conhecimento , que é a língua escrita .
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Boa noite! Sou graduada em Pedagogia e Especialista em Psicopedagogia, estou atuando atualmente como professora de Educação Infantil , correspondente a última fase desta etapa, e gosto muito do asunto em questãoe. De modo que, durante o desenvolvimento da aprendizagem dos mesmos, surgem dificuldades de escrita na transferência da letra em bastão para a letra cursiva e, consequêntemente, apresentam dificuldades na leitura também devido aos diversos tipos de letra. Mas ressalto que, respeito a fase de desenvolvimento de cada criança, e assim, trabalho com atividades lúdicas e diversidades. E meu intuito é informar que desenvolvam um trabalho dinâamico, pois havrá exito na aprendizagem desta fase.
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Olá Miruna é uma satisfação votar as discussões. Para mim ainda é u grande desafio apoiar as crianças que apresentam situações de aprendizagem em que muitas das etapas de sua aprendizagem não foram respeitadas ou oferecidas condições adequadas de aprendizagem. Porque com etapas queimadas fica muitas dificuldades a serem superadas na aprendizagem. Niraildes
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Olá bom dia, sou Antonio Chirlane, no ano passado trabalhei (2016) com o 5º ano do ensino fundamental, na rede pública municipal de ensino de Itaipava do Grajaú-MA, era uma turma com 27 alunos dos quais tinha um que não conseguia fazer o processo de decodificação de leitura. A idade dele já está bem acima da série/ano. Ele tem a caligrafia bem legível, senão perfeita, mas não consegue decodificar as palavras. Em 2015 esta escola formou uma turma com alunos que tinham esse tipo de dificuldade da qual ele fez parte, alguns alunos conseguiram ter bons resultados, porém o aluno acima citado teve um avanço bastante reduzido.
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Boa tarde, estou coordenadora de escolas do campo aonde muitas delas são de turmas multisseriada,e nas minha idas até a escola deparei com um problema alguns alunos do 6º ao 9º anos que não estão alfabetizado, ou seja não sabe ler e nem escrever quais caminhos devo orienta os professores? Tem alguns que esta ultilizando a ficha de silaba silábica para que o aluno ler e faz. Mas penso eles ficam constragido diante dos colegas por está realizando aquela atividade Marizete Maria
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Boa tarde, estou coordenadora de escolas do campo aonde muitas delas são de turmas multisseriada,e nas minha idas até a escola deparei com um problema alguns alunos do 6º ao 9º anos que não estão alfabetizado, ou seja não sabe ler e nem escrever quais caminhos devo orienta os professores? Tem alguns que esta ultilizando a ficha de silaba silábica para que o aluno ler e faz. Mas penso eles ficam constragido diante dos colegas por está realizando aquela atividade Marizete Maria
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